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Cineplayers
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Sua nota
Direção
David Cronenberg
Roteiro:
David Cronenberg
Gênero:
Ficção Científica, Suspense
Origem:
Canadá, Reino Unido
Duração:
97 minutos

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Uma renomada designer de jogos de realidade virtual, criadora de um novo jogo interativo chamado eXistenZ, é vítima de uma intensa perseguição por fanáticos religiosos que querem assassiná-la. Em fuga, é forçada a se esconder com um guarda de segurança novato, decidido a protegê-la. Porém, durante a perseguição os dois experimentam um mundo onde os limites entre a fantasia e a realidade não existem e nada é o que parece ser.

Elenco

Jennifer Jason Leigh
Allegra Geller
Jude Law
Ted Pikul
Ian Holm
Kiri Vinokur
Willem Dafoe
Gas
Don McKellar
Yevgeny Nourish
Callum Keith Rennie
Hugo Carlaw
Christopher Eccleston
Líder do seminário
Sarah Polley
Merle
Robert A. Silverman
D'Arcy Nader
Oscar Hsu
garçom chinês
Kris Lemche
Noel Dichter
Vik Sahay
assistente
Kirsten Johnson
assistente
James Kirchner
Landry
Balázs Koós
voluntário
Stephanie Belding
voluntária
Gerry Quigley
operário da fazenda de trutas

Lupas

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  • Um Matrix com senso de humor negro! Se melhor prouzido e interpretado daria melhor resultado! Longe do que Cronenberg realizou em outros filmes...

  • Tem bons momentos e o "pré-final" é bacana, mas as personagens são fracas e acaba por não usar metade da criatividade que lhe é concedida. Esperava bem mais...

  • Parece até episódio de desenho animado e por alguns estilos adicionados na obra fica apenas legal, nada de mais como estimulante.

  • Obrigado por existir,Mestre Cronenberg.

  • O domínio da ficção sobre a realidade (ou deformação da mesma?). A tecnologia como nova etapa da evolução (ou mutação) da espécie. "eXistenZ" é David Cronenberg no seu território, Cinema físico, atordoante, pronto para expurgar a natureza humana.

  • O conceito de tecnologia levado ao extremo no sentido de "extensão do nosso corpo". Aparelhos e controles que parecem órgãos, ou mesmo fetos, conexões de fios no próprio corpo e uma realidade tão confusa e irreal quanto a dos jogos. Grande Cronenberg!

  • Metáfora rasa sobre realidade virtual e virtualidade real que não acrescenta muito à discussão sempre oportuna sobre o fascínio pelos dispositivos de jogador-personagem.

  • Há partes confusas, mas a trama se encontra com o decorrer do filme para apresentar um final criativo e com algum sentido.

  • Grande filme do Cronenberg... a mistura do real e o virtual confundindo tanto o telespectador quanto os personagens... conceitos que foram copiados mais tarde no inferior Inception.

  • Gosto do final, do início e de algumas partes soltas na meiuca. Um bom exercício pra se avaliar um filme desses é comparar com o restante da obra do diretor (já foi mais bem sucedido formalmente? Claro. Alcança momentos impactantes da filmografia? NÃO!

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