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8,0
Cineplayers
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8,6
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Sua nota
Direção
Béla Tarr
Roteiro:
László Krasznahorkai (romance), Mihály Vig (argumento), Péter Dobai (argumento), Barna Mihók (argumento)
Gênero:
Drama, Comédia
Origem:
Alemanha, Hungria, Suíça
Duração:
450 minutos

O colapso de uma fazenda coletiva na Hungria perto do final do regime comunista. Várias pessoas na fazenda estão ansiosas para sair com o dinheiro que receberão no encerramento da comunidade, mas elas ouvem que o carismático Irimias, que desapareceu há dois anos e quem eles pensavam estar morto, está de volta . Grande parte da trama do filme se concentra no impacto e a as consequências do retorno dele à comunidade.

Elenco

Mihály Vig
Irimiás
Putyi Horváth
Petrina
László feLugossy
Schmidt
Éva Albert Almássy
Sra. Schmidt
János Derzsi
Kráner
Irén Szajki
Kránerné
Alfréd Járai
Halics
Miklós B. Székely
Futaki
Erika Bók
Estike

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  • Trilha, atmosfera, fotografia, enfim, a parte técnica funciona. Agora, o fim do comunismo na zona rural húngara poderia ser contado de uma maneira bem mais enxuta e com menos momentos desnecessários, pois isso diminui e muito a obra.

  • Roberta Miranda disse tudo.

  • O filme mais perfeito já realizado. Méritos estéticos e de direção, cada cena e enquadramento é única, uma pintura viva feita pelos anjos.

  • O Fast Forward nunca foi tão útil.

  • Meu primeiro contato com o cinema de Béla Tarr e posso dizer que o respeito imensamente desde já. A fotografia e a hermeticidade de sua câmera são fascinantes. Seu ritmo e alongamento de tomadas nem tanto.

  • Imagens que são evocativas do desespero, perda da esperança, desolação da pobreza. Filme de um existencialismo cruel, uma decadência sem fim; horror e misticismo que se escondem no nevoeiro, na chuva incessante, no olhar vazio dos personagens. Obra-prima!

  • Entre céu e inferno, o barroco da vida.

  • É ousado, minimalista e lindíssimo; só não é a obra-prima que gostam de dizer que é. Sátántangó poderia ir muito além se soubesse preencher os seus silêncios redundantemente vazios. Serve como um bom épico celestial apocalíptico e desolador.

  • Belíssimo, arrebatador, hipnotizante e visceral, o filme monta um retrato devastador da Hungria rural pré-colapso do regime comunista. Seria uma verdadeira obra-prima se não fosse pela duração excessivamente longa e a quebra de ritmo entre os capítulos.

  • AAAAAAAAAAh! Com metáfora ou sem sobre a miséria comunista, é um filme lento demais, uma tortura. E o eterno tic-tac de algo batendo sempre é insuportável! A duração engana, pois o roteiro é tão sem conteúdo que não serve nem como minissérie.

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