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Sua nota
Direção
Michael Haneke
Roteiro:
Michael Haneke
Gênero:
Guerra, Drama
Origem:
Alemanha, França, Itália, Áustria
Estreia:
12/02/2010
Duração:
144 minutos
Prêmios:
67° Globo de Ouro - 2010, 82° Oscar - 2010, 62° Festival de Cannes - 2009

Às vésperas da Primeira Guerra Mundial, estranhos eventos perturbam a calma de uma pequena cidade na Alemanha. Uma corda é colocada como armadilha para derrubar o cavalo do médico, um celeiro é incendiado, duas crianças são sequestradas e torturadas. Gradualmente, estes incidentes isolados tomam a forma de um sinistro ritual de punição, deixando a cidade em pânico. O professor do coro de crianças e jovens da escola local investiga os acontecimentos para encontrar o responsável, e aos poucos desvela a perturbadora verdade.

Elenco

Christian Friedel
Lehrer
Ernst Jacobi
Erzähler
Leonie Benesch
Eva
Ulrich Tukur
Barão
Ursina Lardi
Baronesa
Burghart Klaußner
Pastor
Steffi Kühnert
Esposa do Pastor
Josef Bierbichler
Verwalter
Theo Trebs
Ferdinand
Roxane Duran
Anna
Susanne Lothar
Parteira
Birgit Minichmayr
Frieda

Lupas

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  • Michael Haneke + Ingmar Bergman = A Fita Branca.

  • Lindo de doer, tecnicamente esplendoroso e a história de mistério prende a atenção o tempo todo. E, sim, tem a análise do ser humano, algo digno de Trier.

  • Haneke se aventura no jogo de dualidades de novo, mas logo se trai ao não abrir espaço para diferentes visões, forçando uma conclusão e impondo um sentimento, o que restringe bastante o alcance da obra. Talvez seja seu filme mais esteticamente belo.

  • Haneke novamente apresenta a sua visão nada esperançosa em relação à natureza humana, porém, desta vez, de forma esteticamente exemplar. É o seu filme mais belo e bem filmado, mesmo que não seja o mais provocante - e pudesse ser um pouco mais curto.

  • Haneke explora o homem a sua maneira: pessimista, subversiva e violenta.

  • Haneke é tecnicamente talentoso, só que com uma perícia cinematográfica a cargo de sua visão espúria do mundo,usando como pretexto mostrar o quanto o mundo é cruel e bárbaro para ele próprio,no fim das contas,se mostrar ainda mais escroto. Tem quem goste.

  • Visualmente impressionante, mas um tanto quanto oco filosoficamente.

  • Valores levianamente colocados como tradicionais e disciplina restritamente regida por barbárie são apenas exemplos de um todo, corrompido desde às raízes, no qual Haneke insinua ter sido o molde para o maior derramamento de sangue da história.

  • Uma completa invasão no que há de mais cruel, frigido e sombrio da mente humana. Não um filme sobre a cultura alemã, mas sobre toda forma de loucura vorás que pode haver em nós na busca por uma, inalcançável, vida imaculada como uma "Fita Branca".

  • Um verdadeiro estudo do homem que Haneke faz a partir de um microcosmo criado para dissecar toda uma Alemanha do começo do século XX. A influência da educação familiar no mundo, com a tese de que o mal começa dentro de casa.

  • Um retrato sincero, visualmente magnífico, e nada esperançoso sobre a vida pré-Primeira Guerra. Cenas lindíssimas e repletas de tenção e suspense. Arrepiante.

  • Um grande retrato de época, ratificado pela bela fotografia em preto e branco, que nos proporciona diversos quadros marcantes. Destaque também, para as excelentes atuações, em especial do elenco infantil.

  • Um grande estudo do ser humano, em sua essência tão fria e complexa. Destaque para o elenco mirim e a fotografia irretocável!

  • Um filme bastante interessante por ser um drama que mostra o modo de vida rígido da Alemanha naquela época, mas também interessante por haver suspense que lhe prende e gera uma grande expectativa em relação ao desenrolar do filme.

  • Tem uma visão meio simplória da criação histórica do Nazismo e do holocausto (ignora questões políticas e econômicas, sempre levando em conta aspectos psicológicos individuais e de massa), mas, dentro de suas limitações, sai-se extremamente bem.

  • Tem muitas qualidades, mas ao mesmo tempo consegue ser repugnate, irritante, frustrante, cansativo e burro!

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