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7,0
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Sua nota
Direção
Xavier Dolan
Roteiro:
Xavier Dolan
Gênero:
Romance, Drama
Origem:
Canadá
Estreia:
18/11/2011
Duração:
95 minutos

Francis e Marie são amigos inseparáveis. Suas vidas mudam quando conhecem Nicolas, um charmoso rapaz do interior que acaba de se mudar para Montreal. Um encontro se sucede ao outro e os três logo se tornam um grupo inseparável. Mas Francis e Marie, ambos apaixonados por Nicolas, desenvolvem fantasias obsessivas em torno de seu objeto de desejo comum. À medida que atravessam as típicas fases da paixão, embarcam numa verdadeira disputa pela atenção do rapaz, comprometendo sua antiga amizade.

Elenco

Monia Chokri
Marie
Niels Schneider
Nicolas
Xavier Dolan
Francis
Anne Dorval
Désirée
Anne-Élisabeth Bossé
moça
Olivier Morin
rapaz
Magalie Lépine Blondeau
moça
Éric Bruneau
rapaz
Gabriel Lessard
rapaz
Bénédicte Décary
moça
Anthony Huneault
Antonin
Patricia Tulasne
cabelereira
Jody Hargreaves
Jody
Clara Palardy
Clara
Minou Petrowski
caixa
Perrette Souplex
cabelereira
Sophie Desmarais
descolada
Louis Garrel
convidado
François Bernier
Benoît McGinnis

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  • Xavier Dolan evolui como cineasta (ao apostar em uma ótima estética, a ser sentida) e na sua busca por tentar compreender a volatilidade dos jovens e de suas relações. Uma espécie de Os Sonhadores e Canções de Amor; bom filme.

  • Uma crônica tão pessoal quanto introspectiva, uma espécie de Wong Kar-Wai - mais moderno e brega, menos maduro e intimista; tudo em prol do disfemismo sofisticado e da eloquência imagética, presente em cada fio de estilo do Dolan

  • Um roteiro interessante e envolvente, a tensão gerada ao longo da estória pelo amor platônico cultivado por Marie e Francis nos cativa. A fotografia é interessante e o filme é pontuado por várias tomadas e enquadramentos belíssimos.

  • Um ótimo exercício de estilo, com momentos bastante inspirados e que seriam característicos do jovem cinema de Xavier Dolan. Qualquer semelhança com "Os Sonhadores", de Bertolucci, não é mera coincidência.

  • Um filme porco, pessimamente filmado por Dolan q usa da bela estética p/ causar a sensação de filme de arte e algo mais autoral. Sem contar a viadagem gratuita,constrangedora e a cafonice novelesca.Talvez o único mérito seja seu texto, interessante, mas..

  • Um filme nonsense, assim como uma paixão platônica! Achei divertidíssimo, mas se não era para ser engraçado aí sim diria que o filme tem problemas.

  • Tem uma direção um tanto esquizofrênica e afetada, que parece tentar encobrir um vácuo narrativo, além de um palavrório que se esgota quase automaticamente.

  • Tem bons estilo visual e trilha sonora, mas a história é rasa e o 'lance', que deveria se resolver em 5min, dura todo filme...

  • Orgasmo(s) visual(ais).

  • O salto de 'J'ai Tué ma Mère' para 'Les Amours Imaginaires' é gigantesco. Posso assegurar que Dolan será um grande diretor caso não se limite tanto à cultura cult de massa. Lindo filme.

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