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7,8
Cineplayers
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7,4
Usuários
405 votos
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Sua nota
Direção
Paul Thomas Anderson
Roteiro:
Paul Thomas Anderson (escrito por)
Gênero:
Drama, Romance, Comédia
Origem:
Estados Unidos
Duração:
95 minutos
Prêmios:
60° Globo de Ouro - 2003, 55° Festival de Cannes - 2002

Na trama, conhecemos Barry, um rapaz tímido e problemático. Seu dia-a-dia monótono é quebrado por uma situação bizarra logo de saída: depois de testemunhar um acidente de carro, um pequeno piano é largado na sua porta e ele conhece a mulher por quem irá se apaixonar. A partir desse aparente nonsense, sua vida dará uma volta de 360 graus em busca de seu grande amor.

Elenco

Adam Sandler
Barry Egan
Emily Watson
Lena Leonard
Mary Lynn Rajskub
Elizabeth Egan
Luis Guzmán
Lance
Philip Seymour Hoffman
Dean Trumbell
Ashley Clark
Atendente do tele-sexo
Robert Smigel
Walter
Rico Bueno
Rico
Hazel Mailloux
Rhonda
David H. Stevens
David
Nathan Stevens
Nate
Karen Kilgariff
Anna (voz)
Don McManus
Plastic (voz)
Jason Andrews
operador de cargas (voz)
Jonathan Loughran
número errado (voz)
Michael Immel
passageiro no avião

Lupas

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  • Uma das piores catarses provocáveis é a vergonha alheia sem compaixão. Com um Barry solteiro e super irritante, PTA destrói o primeiro ato. No segundo, contudo, o diretor se recupera e alguns momentos fofos esquizofrênicos depois, sela sua volta por cima.

  • Um ode ao cinema clássico americano com uma mise-en-scene absurda.

  • Um filme menor de Anderson, mas nem por isso menos relevante. Anderson consegue a proeza de arrancar uma bela atuação de Sandler, e consegue extrair o máximo do roteiro limitado e previsível! A trilha sonora incidental torna a experiência única!

  • Singela homenagem ao subgênero comédia romântica que se sobressai graças ao talento de Anderson, que entrega uma direção sensível e interessante. Soma-se a isto a lindíssima fotografia de Elswit, a bela trilha sonora de Brion e a ótima atuação de Sandler.

  • Sempre imprevisível nas suas escolhas (ele sai de Magnólia e vai pra uma comédia romântica com Adam Sandler), Paul Thomas Anderson nunca perde a elegância e ousadia na hora de filmar e entrega uma obra tão potente quanto seus outros filmes.

  • Quem diria que o encontro de dois opostos resultaria em um filme tão estranhamente interessante e envolvente? Se PTA não está em sua melhor forma, ele ainda merece palmas por fazer Sandler entregar sua primeira performance digna de nota.

  • PTA subverte o gênero do romance (que parece vindo do universo de The Big Lebowski) ao usar de várias simbologias (sutis e que exigem reflexão) para contar a história de um homem que encontra no amor, a sua própria libertação. Adam Sandler surpreendente.

  • PTA finalmente encontrado nos ensinamentos do mestre Altman, a sua própria perspectiva. A conexão e relação com os outros é tudo aquilo que vai nos salvar. Pelo menos, é isso o que Thomas Anderson pensava.

  • PTA consegue tirar uma ótima atuação de Adam Sandler, boa comédia-romântica, 'diferente' pelo menos.

  • Porralouquice estética, numa narrativa tão inebriante quanto estranha. Filme desesperado, ansioso, depressivo e maluco. Jeitinho PTA de fazer comédia romântica.

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