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Cineplayers
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Sua nota
Direção
Ruben Östlund
Roteiro:
Ruben Östlund
Gênero:
Drama
Origem:
França, Dinamarca, Suécia, Noruega
Estreia:
05/03/2015
Duração:
118 minutos
Prêmios:
72° Globo de Ouro - 2015

Uma família decide passar as férias em um acampamento de ski. Uma avalanche, ou "força maior" (traduzindo o filme ao pé da letra), acaba abalando a estrutura destes personagens que, ao longo do filme, terão suas personalidades desconstruídas.

Elenco

Lisa Loven Kongsli
Ebba
Johannes Kuhnke
Tomas
Clara Wettergren
Vera
Vincent Wettergren
Harry
Kristofer Hivju
Mats
Fanni Metelius
Fanny
Karin Myrenberg
Charlotte
Brady Corbet
Brady
Jorge Lattof
Tomba
Johannes Moustos
Faxineiro
Adrian Heinisch
Motorista do ônibus
Natacha Mutomb Dackén
Recepcionista
Franco Moscon
Turista
Jakob Granqvist
Turista
Martín Chertudi
Esquiador
Malin Dahl
Mulher no restaurante

Lupas

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  • Poderia ser um drama até que mediano sobre relacionamento familiar ou crise conjugal, mas acaba dando voltas e voltas em torno de si, num ritmo modorrento, e perde seu potencial com o decorrer dos minutos. Faltou um fio condutor.

  • Os papéis de gênero no meio familiar são lançados ao chão em migalhas; o filme de Östlund, porém, se beneficiaria muito de mais concisão.

  • Espécie de "disaster movie familiar", em que um acidente natural é o gatilho para uma discussão profunda sobre a perda da confiança. O rigor da direção e a crueza dos diálogos parecem saídos do Dogma. O final aberto e buñuelesco é outro achado. Bom filme.

  • É fácil de admirar o estilo de Östlund, que põe a plateia como observadora distante dos problemas, mas é difícil se identificar com personagens que fazem tanto caso de conflitos tão bobos e superficiais. 'Força Maior' arrisca, mas não diz a que veio.

  • As sutilezas reais de problemas de relacionamento e de família, magistralmente registradas em um set alpino magnífico. Uma pequena pérola que merece ser assistida.

  • A natureza humana testada em uma excelente discussão sobre as motivações que se revelam indiscutíveis em situações extremas. Afinal, quando a coisa aperta, somos de imediato altruístas ou egoístas?

  • Vale muito como estudo de personagem. A história, apesar de simples, fala de forma muito séria de quebra de confiança familiar. Abusa da bela fotografia na neve. Mas se torna modorrento na reta final e perde força.

  • Uma avalanche de ironia que põe o espectador para pensar até onde vai o limite do instinto de sobrevivência e zelo pelo próximo, desencadeando uma das maiores DRs do cinema moderno, cheio de cenas inteligentes, constrangedoras e hilárias. Excelente.

  • Só eu acho que podia ter 1 hora a menos?

  • Premissa interessante mal aproveitada

  • Poderia ser facilmente inserido em uma certa linha do cinema europeu contemporâneo que tem no austríaco Haneke seu principal representante. Um cinema fundamentado no olhar distanciado, frio (e - por que não dizer logo? - superior), crítica a burguesia.

  • O banal e o grave podem ser apenas uma questão de ponto de vista. Exasperante ressonância de uma relação a dois amparada na metáfora da avalanche.

  • Na simplicidade,muito pertinente,parte de uma situação plausível e discute todo um sistema familiar e a reação diante do perigo. Não há razões absolutas.Há exagero. Que cena incrível,quando a mulher toca no assunto pela segunda vez,com os amigos suecos.

  • Meu maior medo, inclusive o de muitas pessoas, é da morte. Percebi depois desse filme que meu segundo maior medo é descobrir o que eu sou capaz de fazer para sobreviver.

  • Há marcas dos mestres escandinavos por todos os lados (Bergman no enredo e Dreyer/Vinterberg/Trier na composição dos quadros e ritmo). Irônico, embaraçoso e cruel.

  • Força Maior discute o instinto humano de sobrevivência sim, mas não é só isso não. Discute muitos outros sentimentos como medo, covardia, ressentimento, negligência, culpa e porque não o papel do homem dentro da sociedade, seu status e sua imagem completa

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