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6,4
Cineplayers
10 votos
7,3
Usuários
240 votos
?
Sua nota
Direção
Stephen Frears
Roteiro:
Steve Coogan (roteiro), Jeff Pope (I) (roteiro), Martin Sixsmith (livro)
Gênero:
Drama
Origem:
Estados Unidos, França, Reino Unido
Estreia:
14/02/2014
Duração:
98 minutos
Prêmios:
71° Globo de Ouro - 2014, 86° Oscar - 2014

Quando Philomena era adolescente e estava grávida, ficou condenada a uma vida servil no convento, sendo forçada a abandonar seu filho de quatro anos. Décadas depois, um ex-jornalista e marqueteiro ajuda a mulher em sua busca pelo garoto.

Elenco

Judi Dench
Philomena Lee
Steve Coogan
Martin Sixsmith
Charlie Murphy (II)
Kathleen
Sophie Kennedy Clark
Philomena jovem
Simone Lahbib
Kate Sixsmith
Charles Edwards
David
Michelle Fairley
Sally Mitchell
Mare Winningham
Mary
Anna Maxwell Martin
Jane
Sean Mahon
Michael
Barbara Jefford
Irmã Hildegarde
Ruth McCabe
Madre Barbara
Peter Hermann
Pete Olsson
Wunmi Mosaku
jovem freira
Amy McAllister
Irmã Anunciata
Cathy Belton
Irmã Claire
Kate Fleetwood
Irmã Hildegarde jovem
Charissa Shearer
Peg
Sara Stewart
Marcia Weller
Nicholas Jones
Dr. Robert

Lupas

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  • Um relacionamento incomum e improvável através da oposição de moral e comportamento entre os dois personagens, trazidos à tela de forma sensível e, claro, naturalmente piegas.

  • Por um lado, o filme sucumbe à apelos sentimentais, mas por vezes se livra do dramalhão folhetinesco e se firma com tremendo bom gosto, apoiado principalmente na composição singela de Judi Dench. Philomena é cinema pequeno, porém de qualidade.

  • Parece convencional, numa primeira olhada pode ser que alguém torça o nariz. No entanto é adorável, especialmente por Dench. É bastante consciente sobre o que deseja mostrar: a convicção inabalável de uma mãe.

  • O tempo, irrecuperável, confronta mágoas e crenças. Lindo, lindo, lindo e Judi Dench é um monstro. Engraçado foi noatr que um dos filmes menos com cara de Oscar acabou se mostrando um dos melhores dessa edição.

  • O primeiro ato é bem comprometido pelos apressados flashbacks iniciais. Quando a narrativa migra para os EUA, e o roteiro agrega novas camadas ao plot central (religião e homofobia), a coisa entra no prumo. O final é simplista, mas o saldo é positivo.

  • Bonitinho, fofinho, uma gracinha de filme... e nada mais que faça acrescentar algo na vida de alguém, apenas burocracia extrema. Lágrimas fáceis e uma grande Judi Dench. Só.

  • A protagonista - defendida com a nobreza de sempre por Judi Dench - é o grande achado do filme, dando um tom leve a uma obra que nem sempre acerta nos aspectos mais sérios (como nos flashbacks iniciais). Mas é divertido, agradável e por vezes tocante.

  • Uma sensível Judi Dench tem atuação impecável, num singelo filme onde, entre outras coisas, a questão sobre viver feliz na ignorância ou amargurado no conhecimento distingue um interessante embate entre os personagens.

  • Uma história simples, mas bem conduzida. Consegue emocionar, especialmente pela atuação magnífica de Judi.

  • Um roteiro afiado que conduz um drama no limite da leveza inserindo belas tiradas onde muitos do gênero se acanhariam e uma química maravilhosa entre Dench e Coogan. Aprovado na escola da sobriedade.

  • Um filme que engana e se diverte com isso.

  • Um filme bonito e que levanta debates interessantes. Tudo isso com aquele famoso toque de humor britânico. Judi Dench é demais!

  • Um filme bonito e divertido em doses bem dosadas. Segue a linha britânica, mantendo um ar sofisticado e elegante. Destaque para o roteiro muito bem resolvido e Judi Dench, em interpretação adorável.

  • Um drama tocante na medida certa. Ela cristã fervorosa, ele um ateu frio e com um humor negro invejável. Uma combinação pouco provável no cinema, mas que deu certo. Juntos descobrirão que nem tudo é o que parece e que ter fé nem sempre é o suficiente.

  • Tanto o enredo quanto a protagonista parecem engrenar inicialmente de formas inesperadas, mas enquanto Dench não nos cansa de surpreender e encantar, a trama toma uns rumos bem convencionais. Ainda assim, um filme muito bom, que funciona na sua proposta.

  • Realmente, um filme que merece toda a tensão que vem recebendo. Denso, forte, inteligente, e bastante contundente em suas críticas (a alfinetada nos republicanos é muito bem-vinda), e ancorado em outro trabalho estupendo de Dench, hors concours.

  • Pequeno filme de drama, apenas bom e ok.Aqui é a gigante Judi Dench que se sobressai.

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