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6,8
Usuários
77 votos
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Sua nota
Direção
Wes Craven
Roteiro:
Wes Craven (escritor)
Gênero:
Terror, Drama, Suspense
Origem:
Estados Unidos
Duração:
89 minutos

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Durante uma viagem de carro pela Califórnia, a família Carter resolveu pegar um atalho. Foi a sua desgraça. Eles encontraram um grupo de canibais que transformou suas vidas num pesadelo infernal.

Elenco

Susan Lanier
Brenda Carter
Robert Houston
Bobby Carter
Martin Speer
Doug Wood
Dee Wallace
Lynne Wood
Russ Grieve
Big Bob Carter
Janus Blythe
Ruby
Michael Berryman
Pluto
Virginia Vincent
Ethel Carter
John Steadman
Fred
Peter Locke
Mercury
Brenda Marinoff
Katy
James Whitworth
Jupiter
Lance Gordon
Mars
Cordy Clark
Mama

Lupas

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  • Um terror simples, mas que ainda funciona. superior ao remake.

  • Um terror em que o clímax é durante a luz do dia já merece crédito por sua ousadia, porém é passivo à simplicidade e Craven não capturou minha confiança em quase momento algum. Na verdade, só não é vazio pois é cheio de "eu quero mais".

  • Saudades do antigo Wes Craven.

  • Quando as mortes acontecem em famílias, e não em grupos de amigos, como em Quadrilha de Sádicos e Aniversário Macabro, são muito mais impactantes, mas neste, a história não me convenceu ou chamou atenção, mesmo sendo interessante a violência para época.

  • O melhor filme de Craven "pré-Hora do pesadelo", consegue ser melhor que o remake sem precisar mostrar aquela nojeira toda.

  • Muito mais um suspense de estrada com seus momentos de real tensão do que um terror propriamente dito. Poderia ter ido além, mas valeu para mostrar que Craven não estava de passagem pelos gêneros.

  • Mais uma dessas ideias sem pé nem cabeça, com roteiro cheio de incoerências, apenas explorando alguns sustos e situações estapafúdias.

  • Extrapola qualquer limite de realidade e é absurdamente tolo (nada pior do que as armadilhas infantis do final) sem graça e não assusta ninguém. Nem mesmo a composição de cenas, cenários e fotografia são boas.

  • Com uma premissa simples Craven realiza um trabalho reflexivo. Quem disse que terror não é arte? Ainda bem que sua sequência não vingou, pois assim está bom demais.

  • Brutalidade explícita, violência setentista que traz a primazia do choque pela imagem e o desconforto por incluir na bizarra estória uma comum família americana. Acaba por ser estranhamente apelativo e provocante. Mantendo a qualidade de uma ótima tensão.

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