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Direção
Roteiro:
Eduardo Coutinho
Gênero:
Origem:
Duração:
105 minutos

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Lupas (25)

  • Uma provocação. Eduardo Coutinho questionou a natureza da arte, da interpretação, do real, da ficção. Questionou as fronteiras entre esses elementos, questionou a percepção do público. Ele lançou perguntas, deixou as respostas para cada um de nós. Uma provocação.

    Zacha Andreas Lima | Em 28 de Abril de 2024 | NOTA: 9.0
  • Fenomenal. A metalinguagem e a narração de histórias emocionantes se juntam originando uma obra única para o cinema nacional.

    Ícaro Assini | Em 14 de Outubro de 2021 | NOTA: 9.5
  • APAIXONADA pelos documentários de Eduardo Coutinho, maratonando no #SecEmCasa, aqui temos um exemplar peculiar de histórias de vida, linda, de superação, de sofrimento, e a forma de interpretação, alternando a pessoal real e o personagem ficcional, magnificamente interpretado, muito bem dirigido e produzido pelo mago cineasta, uma cena, alguns personagens, muitas histórias, banhadas a lagrimas e determinação, mulheres fortes, depoimentos intensos, gravidez na adolescência, tenso...

    Rosana Botafogo | Em 10 de Julho de 2021 | NOTA: 9.0
  • O que surpreende em Coutinho é sua capacidade de desafiar a percepção sobre o que é realidade e encenação. Aqui há questionamentos sobre a genuidade de nossos sentimentos - "seriam menos reais por serem produzidos por ficção?". Embora possa ser mais um exercício que propriamente catártico como se poderia esperar, trata-se de um atestado de brilhantismo deste que foi um dos maiores autores de nosso país.

    João Vitor G. Barbosa | Em 17 de Abril de 2021 | NOTA: 8.0
  • No começo achei que o formato fosse cansar. Mas além de uma edição eficaz, as histórias de vida e , principalmente, a mistura entre ficção e realidade, nos faz refletir sobre o papel do cinema, sobre como a vida imita a arte e a arte imita a vida. É um show de interpretação de todos, pois mesmo as pessoas "reais" interpretam papéis sociais muito dolorosos e forte, mas que não deixam de ser um olhar subjetivo da vida, tal qual um personagem fictício. Coutinho, com simplicidade, torna-se profundo.

    Alan Nina | Em 11 de Abril de 2021 | NOTA: 9.0
  • A experimentação documental realizada por Coutinho nos leva a questionar realidade e interpretação que se fundem de tal maneira que nos instiga sobre o papel da funcionalidade da arte do Cinema até o final.

    Bruno Ricardo de Souza Dias | Em 10 de Julho de 2020 | NOTA: 8.0
  • Coutinho a certo ponto do filme faz o espectador se questionar o que eh "verdade" e o que eh farsa.. O que voce estah vendo eh atuaçao??

    Rique Mias | Em 10 de Novembro de 2017 | NOTA: 9.0
  • A metalinguagem da vida real. E não precisa escrever mais nada.

    Eliezer Lugarini | Em 06 de Outubro de 2017 | NOTA: 9.5
  • Que loucura, Coutinho! Uma obra que nos emociona com uma facilidade extrema, mesmo que parte das histórias narradas não sejam reais (e não é assim que o cinema nos manipula?). Falso documentário ou não, trata-se de um filme inteligentíssimo e único.

    Diego de Mendonça Costa | Em 08 de Julho de 2017 | NOTA: 9.0
  • Há sempre um toque de ficção em muito do que dizemos, pois trata-se de nosso olhar subjetivo acerca do que falamos. E esse olhar faz toda a diferença.

    Patrick Corrêa | Em 16 de Fevereiro de 2017 | NOTA: 10.0
  • Pouco e muito imagético ao mesmo tempo. O espaço único abriga uma amplidão de relatos, que, quando transformados em visões imaginárias, fazem da experiência algo pessoal, como se cada um fizesse seu filme. Mas a dúvida que prevalece é: realidade ou farsa?

    Renato Abbt Keppe | Em 17 de Setembro de 2016 | NOTA: 8.5
  • A relação que germina entre palco e plateia.

    Guilherme Algon | Em 07 de Junho de 2015 | NOTA: 8.5
  • É muito fácil se abrir incondicionalmente ao cinema do Coutinho a partir do momento que ele deixa a expressão genuína surgir nos rostos de entrevistados comuns, aqui a Marília Pêra (que atriz!) tbm faz umas observações precisas.

    Daniel Mendes | Em 26 de Agosto de 2014 | NOTA: 8.0
  • É talvez o filme conceitualmente mais genial que já vi. Quem interpreta? Quem é a própria pessoa que relata? Como é tênue a separação entre vida e arte, ser e fingir ser! Coutinho num experimentalismo absurdo faz mais uma obra-prima. Gênio!

    Diego Henrique Silveira Damaso | Em 23 de Maio de 2014 | NOTA: 9.0
  • Lindo e emocionante de se ver. Coutinho nos convida para uma viagem paradoxa entre dramatização e realidade. O cenário não poderia ser outro.

    Paulo Matheus | Em 14 de Abril de 2014 | NOTA: 9.0
  • 15/01/11

    Eduardo Scutari | Em 12 de Fevereiro de 2014 | NOTA: 8.5
  • Além de ter um formato incrivelmente original, de pirar, é a prova de que assuntos femininos são sempre universais entre as mulheres, mesmo que a experiência de cada uma delas tenha sido totalmente diversa. Por isso, é também um filme feminista. E lindo.

    Laís P. | Em 08 de Fevereiro de 2014 | NOTA: 9.0
  • Um dos melhores filmes da década. Longa vida a Coutinho!

    Douglas Rodrigues de Oliveira | Em 02 de Fevereiro de 2014 | NOTA: 9.0
  • Experimental e humanista. Dos grandes marcos do cinema nacional recente ao lado do semelhante (em alguns conceitos) Serras da Desordem.

    Caio Santos | Em 28 de Setembro de 2013 | NOTA: 8.5