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6,5
Média
53 votos
?
Sua nota
Direção
Roteiro:
Brian Selznick (roteiro e livro)
Gênero:
,
Origem:
Estreia:
25/01/2018
Duração:
117 minutos
Prêmios:
70° Festival de Cannes - 2017

Lupas (15)

  • O melhor filme do diretor. Sem sombra de dúvidas. Uma jornada incrível.

    Kayo Baptista Carlos | Em 14 de Julho de 2020 | NOTA: 8.0
  • Além do sério problema da edição muito entrecortada (e com cenas mal finalizadas), que chega a ser irritante (sem contar o longo tempo de espera para se chegar ao abrupto e óbvio desfecho), o filme tem um roteiro de autoajuda tão forçado pra emocionar, que soa artificial (como a própria maquete maravilhosa que metaforiza algo incompreensível). Os personagens, mesmo com tanto tempo em tela, são mal desenvolvidos, assim como a relação entre eles (por que a mãe não falava do pai ao garoto?).

    Gilberto C. Mesquita | Em 21 de Abril de 2020 | NOTA: 2.0
  • Aqui temos um belo exemplo do que não podemos fazer com um filme-fábula. Personagens desinteressantes que vão descrevendo todas as suas ações e sentimentos. Transições de tempo para podermos buscar semelhança entre Ben (Fegley) e Rose (Simmonds) sem nenhum desenvolvimento decente. Sem falar na ligação entre Ben e Jamie (Michael), assustador seus diálogos e o sentimento barato e novelesco para criar uma amizade entre os dois. Ambientação de NY nos anos 20 salva o filme.

    Eduardo Percequillo Freire de Souza | Em 02 de Setembro de 2019 | NOTA: 2.0
  • O que poderia ser uma jornada linda de descobrimento acaba sendo um enfadonho exercício de paciência. Seus personagens gritam os problemas sem parar, suas resoluções são estruturalmente previsíveis e sem graça. Fazendo a descoberta deles algo a se aguentar, e não dando vontade de vê-los se desenvolver. Algumas partes técnicas como a Direção de Arte e Fotografia funcionam, assim como a construção de época (as cenas nas ruas são de longe o ponto alto do filme), mas no geral é apenas maçante mesmo.

    Leonardo Ferreira Sampaio | Em 02 de Setembro de 2019 | NOTA: 3.0
  • Talvez eu não seja um dos maiores fãs do estilo narrativo de Haynes, suas histórias apesar de sensíveis tem sua parcela de frigidez, do meu ponto de vista, acima do ideal.

    Gabriel Fagundes | Em 05 de Outubro de 2018 | NOTA: 6.0
  • Um olhar legal para a história da cidade de Nova York e um experimento narrativo que se torna um pouco óbvio ao longo do filme.

    Caio Santos | Em 03 de Junho de 2018 | NOTA: 7.5
  • Uma grande novela perfumada.

    Vinícius de Castro | Em 16 de Maio de 2018 | NOTA: 5.0
  • A narrativa acaba sabotando um pouco o filme lá pelas tantas...

    Daniel Mendes | Em 09 de Maio de 2018 | NOTA: 6.5
  • Haynes permanece um mestre das imagens - e sua parceira com Edward Lachman continua rendendo muito. Pode não ser um novo "Carol", mas continua uma obra acima da média não só no aspecto técnico, mas também (e especialmente) no humano.

    Gabriel Frati | Em 07 de Março de 2018 | NOTA: 7.5
  • Sobre a necessidade de encontrar sua verdadeira família, um lugar na efemeridade desse mundo, em meio a um experimentalismo formal em que Haynes congrega, por meio de cortes insuspeitos e divergência cromática, passado, presente e futuro.

    Augusto Barbosa | Em 31 de Janeiro de 2018 | NOTA: 9.0
  • Tentando apagar a memória daquele final sem vergonha para voltar a valorizar o verdadeiro deleite de se acompanhar tal jornada tão bela, singela e de nuances cinematográficas bem orquestradas.

    Guilherme Algon | Em 30 de Janeiro de 2018 | NOTA: 7.5
  • Consegue fazer jus ao seu título nacional no sentido ruim da expressão. A técnica impecável não compensa o roteiro pobre e as soluções narrativas com cheiro de picaretagem. O que houve, Todd?

    Patrick Corrêa | Em 24 de Janeiro de 2018 | NOTA: 4.0
  • O apuro estético e o rigor cênico e narrativo de Haynes estão presentes, mas parecem não casar com a história - juvenil, por essência - a ser contada, deixando tudo distante e fora de tom.

    Felipe Lima | Em 20 de Janeiro de 2018 | NOTA: 6.0
  • Bom

    Lucas Moreira | Em 09 de Janeiro de 2018 | NOTA: 7.0
  • Haynes agora invoca a fabulação típica de uma obra de Selznick. Mas bisbilhota, novamente, os diversos valores da conexão tocante que há entre suas imagens numa tela, fundindo-as com bela astúcia e serenidade sob uma narrativa visual pinacular. Lindo.

    Douglas Rodrigues de Oliveira | Em 06 de Janeiro de 2018 | NOTA: 8.0