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6,0
Cineplayers
4 votos
7,2
Usuários
76 votos
?
Sua nota
Direção
Elia Kazan
Roteiro:
Laura Z. Hobson (romance), Moss Hart (roteiro), Elia Kazan (revisão do roteiro)
Gênero:
Romance, Drama
Origem:
Estados Unidos
Duração:
118 minutos
Prêmios:
20° Oscar - 1948, 5° Globo de Ouro - 1948

O jornalista Philip Schuyler Green é convidado pela revista para a qual trabalha para escrever uma matéria sobre o anti-semitismo. Inicialmente sem saber como abordar o tema, ele resolve se mudar para Nova York e se fazer passar por um judeu, para descobrir quais os reais sentimentos das pessoas a respeito do assunto. Logo ele sente o preconceito e aprende o significado de ser judeu.

Elenco

Gregory Peck
Philip Schuyler Green
Dorothy McGuire
Kathy Lacy
John Garfield
Dave Goldman
Celeste Holm
Anne Dettrey
Anne Revere
Sra. Green
June Havoc
Elaine Wales
Albert Dekker
John Minify
Jane Wyatt
Jane
Dean Stockwell
Tommy Green
Nicholas Joy
Dr. Craigie
Sam Jaffe
Professor Fred Lieberman
Robert Warwick
Irving Weisman
Virginia Gregg
Terceira mulher
Marion Marshall
Convidada
Victor Kilian
Olsen
Morgan Farley
Recepcionista do Hotel
Roy Roberts
Sr. Calkins
Jesse White
homem no elevador

Lupas

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  • Técnica: 10 Lógica artística: 9.0 Lógica científica: 8.0 Nota: 9.0

  • O diálogo final de Kathy, como uma espécie de redenção, soa falso, desnecessário e superficial. Por pouco não compromete o todo, que é excelente, diga-se. Como mensagem, reflexão, permanece atemporal e grande.

  • Kazan realizou um filme espinhoso para a época. Mexendo em assuntos que as pessoas gostam de varrer para debaixo do tapete. A lição é simples: O silêncio dos bons (?) é o que permite o preconceito se alastrar na sociedade. Pouca coisa mudou desde então.

  • Filme ousado para a época.

  • Esteticamente eficiente e perfeitamente propositiva esta película jovens.

  • Embora o discurso interfira algumas vezes na fluidez e compreensão do tema, não deixando ser realizado pelo próprio telespectador, a direção de Kazan e as atuações são merecedoras de todos os elogios e prêmios que receberam. Reflexivo.

  • É só trocar judeu por gay ou islâmico que continua um filme extremamente atual, todos aqueles personagens ali existem, principalmente a conformista Kathy. Falta uma sutileza ao final e um pouco mais de linguagem cinematográfica a todo o resto.

  • Como pode uma nação carregar um ranço preconceituoso deste porte após lutar fervorosamente contra Hitler e seus ideais anti-semitas 2 anos antes? Será que parte destes americanos apoiava os ideias alemães? Mensagem importantíssima num filme bem razoável.

  • Cinemão clássico de carteirinha, simples e direto em sua mensagem. Pode soar um tanto ingênuo após tantas décadas, mas sua defesa do olhar acolhedor não pode ser restrita a ontem ou hoje.

  • As vezes quando estamos confusos e magoados, nos dedicamos ao que não pode nos magoar. Você é o que é com a vida que tem.

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