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6,9
Cineplayers
11 votos
7,4
Usuários
286 votos
?
Sua nota
Direção
Steven Spielberg
Roteiro:
Matt Charman (roteiro), Ethan Coen (roteiro), Joel Coen (roteiro)
Gênero:
Drama, Suspense
Origem:
Estados Unidos, Alemanha
Estreia:
22/10/2015
Duração:
141 minutos
Prêmios:
73° Globo de Ouro - 2016, 88° Oscar - 2016

James B. Donovan, um advogado americano, é recrutado pela CIA durante a Guerra Fria para fazer a defesa simbólica de Rudolf Abel, um espião soviético preso há pouco tempo. Donovan se envolve com o caso e tenta conseguir a melhor condenação possível ao réu. A situação se complica quando um piloto, Francis Gary Powers, é abatido sob território soviético e o espião russo se torna uma vantajosa moeda de troca.

Elenco

Tom Hanks
James B. Donovan
Mark Rylance
Rudolf Abel
Amy Ryan
Mary Donovan
Alan Alda
Thomas Watters Jr.
John Rue
Lynn Goodnough
Scott Shepherd
Hoffman
Peter McRobbie
Allen Dulles
Billy Magnussen
Doug Forrester
Austin Stowell
Francis Gary Powers
Will Rogers (II)
Frederic Pryor
Nadja Bobyleva
Katje
Eve Hewson
Carol Donovan
Noah Schnapp
Roger Donovan
Michael Gor
Ivan Alexandrovich Schischkin
Sebastian Koch
Wolfgang Vogel
Domenick Lombardozzi
Agente Blasco
Victor Verhaeghe
Agente Gamber
Dakin Matthews
Juiz Mortimer Byers
Jesse Plemons
Joe Murphy
Stephen Kunken
William Tompkins

Lupas

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  • Spielberg, enquanto diretor, continua competente, mas seus projetos são cada vez mais tediosos, dentro de uma zona de conforto que já cansou faz tempo. Ponte não foge à regra, só lhe restando poucos momentos de inspiração em meio a um oceano de marasmo.

  • Spielberg volta a emular John Ford e a apostar no cinema clássico, solene e patriótico. Mas com um roteiro torto (2 filmes em 1), perseguições aéreas fora do tom, e tensão nula, o filme passa mas não marca. Pelos talentos envolvidos, o saldo é frustrante.

  • Spielberg ainda se abraça aos maniqueísmo típicos de seu cinema de melodrama patriótico, mas seu 'Ponte dos Espiões' é uma aula de condução narrativa e perícia técnica, dando vida a alguns dos momentos mais belos e intensos do ano. Filmaço.

  • O paradoxo de Spielberg é construir filmes frios e emocionais ao mesmo tempo, sempre com aquela quase-perfeição técnica. Não tem a força e intensidade de um Munique, mas é mais um trabalho muito competente do diretor.

  • É um filme relativamente simples, corrido até, mas que consegue prender a atenção até o fim, ainda que não haja tensão suficiente para isso. O motivo? A história é interessante e a técnica de Spielberg continua afiada, a recriação de época é espetacular.

  • É lindamente filmado, com planos bem compostos e fotografia evocativa, mas Spielberg opta por um caminho seguro e tradicional em termos narrativos, inclusive deixando a sutileza de lado em suas mensagens. Bom filme, eficiente, mas sem muito impacto.

  • Um belo drama sobre a manutenção da nobreza e do humanismo em situações extremas. A condução de Spielberg e o roteiro, sobretudo os dialogos, são excelentes. O único porém é o tom excessivamente romântico de algumas passagens. Ainda assim, ótimo filme.

  • Um argumento fantástico, com uma fotografia sensacional que parece um clássico sendo filmado atualmente, porém Spielberg consegue temperar com excesso de açúcar tudo que pega, até o roteiro dos irmãos Coen. Resultado final: uma boa obra, mas sem impacto!

  • Thriller de Guerra Fria elegante, que trata o tema sem soar repetitivo (muito pela direção segura e inventiva de SS), com excelentes diálogos, ponderações oportunas sobre a geopolítica recente, e com grandes performances de Hanks e Rylance. Valeu a pena.

  • Tenta não ser, mas escorrega na unilateralidade (tortura de apenas um lado) e ainda temos Spielberg sendo Spielberg em seus piores momentos. Compensa pela técnica, e só.

  • Steven Spielberg entrega-nos uma obra entupida de simbolismos pobres com metáforas piegas e excessivamente fáceis. O bom roteiro é perdido em função de uma mensagem maniqueísta e, assim como a trilha sonora sugere, ufanista e parcial

  • Spielberg pesando a mão com temas históricos de novo: nos EUA, prisioneiro tratado com correção na prisão; na URSS, interrogatório duro. Berlim Oriental destruída (no filme, culpa dos russos!), pessoas morrendo no muro e, no fim, cena patética no trem.

  • Spielberg novamente entrega um trabalho de direção seguro e belíssimamente filmado. Hanks também faz jus à trabalhos anteriores, contudo, o filme nunca ultrapassa a barreira do bom e não é tão marcante quanto prometido.

  • Spielberg noir e reflexivo, realiza aqui algo muito próximo do excelente Munique, de um apuro técnico imenso. Poucas vezes a Guerra Fria foi tão bem retratada.

  • Spielberg é o diretor mais "fofinho" e "gente boa" de Hollywood. Por isso, seus filmes são estragados por excesso de fantasia que ele adora usar, o famoso "happy end", para agradar o público. A história real nunca é floreada daquele jeito. Cinépolis 10-15

  • Spielberg consegue criar cenas tensas e com emoção sem ser piegas, tem o "patriotismo" e o martir americano, mais no fim o resultado é acima da média : técnica e atuações.

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