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7,9
Cineplayers
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8,1
Usuários
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Sua nota
Direção
Kleber Mendonça Filho
Roteiro:
Kleber Mendonça Filho
Gênero:
Drama
Origem:
França, Brasil
Estreia:
01/09/2016
Duração:
142 minutos
Prêmios:
69° Festival de Cannes - 2016

Clara, 65 anos de idade, é uma escritora e crítica de música aposentada. Ela é viúva, mãe de três filhos adultos, e moradora de um apartamento repleto de livros e discos, em um edifício chamado Aquarius. Clara tem também o dom de viajar no tempo, um super poder que poucas pessoas no mundo são capazes de desenvolver.

Elenco

Sonia Braga
Clara
Maeve Jinkings
Ana Paula
Germano Melo
Martin
Daniel Porpino
Rodrigo
Irandhir Santos
Roberval
Humberto Carrão
Diego Bonfim
Fernando Teixeira
Geraldo Bonfim
Zoraide Coleto
Ladjane
Pedro Queiroz
Tomás
Julia Bernat
Julia
Carla Ribas
Cleide
Buda Lira
Antonio
Paula De Renor
Fátima
Valdeci Junior
Josimar
Rubens Santos
Rivanildo
Barbara Colen
Clara - em 1980
Thaia Perez
Tia Lúcia - em 1980
Arly Arnaud
Letícia
Allan Souza Lima
Paulo
Lula Terra
Ronaldo

Lupas

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  • Precisaria ter meia hora a menos, ser mais compacto, enxugado, tal como é se apresenta um tanto domesticado numa embalagem com pretensões mais sérias tipicas do cinema contemporâneo, em torno duma decoração frágil de conceitos e de objetos em cena.

  • O filme é mais longo que o necessário, e KMF parece não saber como encerrar a história, mas em geral se trata de uma belíssima obra, que discute temas como memória, família e classes sociais sempre com sensibilidade e delicadeza. Sônia Braga está ótima.

  • KMF ataca em várias frentes e acerta em quase todas: feminilidade, tempo, memória e resistência. Cai no 3o ato, maniqueísta e inconclusivo, mas nada que arranhe o resultado. Esqueça o FlaxFlu político, e veja "Aquarius" pelo que ele é: um belo filme.

  • Kleber é um cineasta muito, muito, muito inteligente e eficiente. Além de criar planos e sequências belíssimas, os faz com conteúdo relevante e que contrapõe às expectativas. Deixe a política de lado, Aquarius é um filmaço!

  • Insuportavelmente longo e o tom indulgente com o qual retrata a personagem Clara varia bastante entre o pedantismo e a vergonha alheia. As músicas irrompem na história de forma intrusiva e a cena final parece forçada. Bom uso da canção "Hoje".

  • Há tempos, Caetano já cantava sobre "a força da grana que ergue e destrói coisas belas". Aquarius é sobre isso e muito mais. KMF nos entrega um drama forte e sensível, sobre o tempo, valores afetivos e morais e Resistência! Sônia Braga está espetacular!

  • É cinema político e de resistência, mas é também um mosaico de sentimentos universais, do resgate à memória, do apego à trajetória. É como se todos fôssemos Clara e Clara fosse todos nós. Sonia Braga encanta, cativa e comove como poucas.

  • Dos momentos mais constrangedores do ano: a primeira hora inteira, conversa pós-colchões queimados, ouvindo música com a peguete do sobrinho, o uso pseudo-cool das músicas, da escatologia e das frases de efeito, o final. O que restou é apenas aceitável.

  • Aquarius não é filme de sessão única, mas a sensação que ficou foi a de um filme editado às pressas. É irregular, esburacado e indeciso. E que tendência maldita, essa do cinema brasileiro em enfiar política em toda e qualquer brecha.

  • A quem acredita que tais diálogos que expõem a pobreza humana da maioria da classe média alta ou rica do país (do mundo?) são forçados, precisam observar mais atentamente a vida ao seu redor. Kleber, parabéns! Cinema necessário, aliás, imprescindível.

  • Uma obra de muitas camadas, que vão além de bens materiais, sentimentos, relações, gerações, do próprio tempo. É algo que dá gosto de se enturmar, de desvendar, de se permitir algo mais.

  • Uma das pérolas do recife: a sensibilidade.

  • Uma belíssima reflexão sobre o poder que a memória (seja ela física ou abstrata) exerce em cada indivíduo, capaz de remeter a sentimentos únicos e imensuráveis. Temática universal muito bem desenvolvida e ancorada por uma perfomance inesquecível de Braga.

  • Um mural de manifestos enquanto lugar de escuta ao povo brasileiro, em pleno circo político de 2016. Mendonça surfa na realidade, e na contemplação a partir de sua musa, me faz adorar os detalhes que me faz atentar.

  • Um KMF novamente rico, mas agora ainda mais apurado e maduro. Um tratado sobre memória e riqueza imaterial. Cinema pra encher de orgulho.

  • Um filme sobre o apego às memórias e sobre a resistência de um ser para mante-las vivas! Sonia Braga constrói uma bela personagem e dá um show, enquanto KMF se firma como um dos melhores diretores atuais. Grande filme!

  • um filme muito político, mais implicitamente do que explicitamente (ainda q haja o comentário explícito). kleber continua dissecando o conflito de classes no brasil e seu impacto na psique do brasileiro. ah, e os zooms... os zooms, meu senhor!

  • Um filme construído sobretudo por paixões e memórias. Além do medo, predomina um pulsante desejo por vida e o patrimônio torna-se um importante instrumento de resistência. Sônia Braga intensa e brilhante.

  • Um conjunto de coisas que refletem um ótimo filme: reflexivo, maduro, Sonia Braga e final arrebatador. O único defeito é ser um pouco longo, mas não estraga essa bela obra.

  • Tendo assistido só agora fiquei um pouco distante da polêmica política do filme. Gostei bastante, cutuca alguns problemas típicos do Brasil! Muito bom.

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