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8,1
Cineplayers
9 votos
8,0
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Sua nota
Direção
Roman Polanski
Roteiro:
Roman Polanski, Gérard Brach, David Stone
Gênero:
Suspense, Drama
Origem:
Inglaterra
Duração:
105 minutos

Carol Ledoux é uma mulher tímida e sexualmente reprimida, que trabalha como manicure em um salão de beleza londrino. Constantemente, é assediada por um homem extremamente apaixonado, que deseja lhe tirar a virgindade a qualquer custo. Quando sua irmã, com a qual mantém uma relação de dependência muito forte, vai viajar com o namorado, acaba por ficar sozinha no apartamento que dividem, solitária e gradativamente alucinada. Perturbada e cada vez mais ilúcida, acaba por revelar um lado obscuro de seu comportamento, movida pelo sofrimento e por sua repulsão à sexualidade.

Elenco

Catherine Deneuve
Carol Ledoux
Ian Hendry
Michael
John Fraser
Colin
Yvonne Furneaux
Helen Ledoux
Patrick Wymark
Dono do Apartamento
Renee Houston
Srta. Balch
James Villiers
John

Lupas

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  • Vinéria concúbita de percepções claras de um mundo ausente,esta menina dimensionou-se a um preceito de razões cegas e postuméricas.

  • Um silencioso e perturbador pesadelo conduzido magistralmente por Polanski.

  • Um roteiro que tem pouco a dizer, é verdade, não passa de um suspense um bocado comum mas Polanski pega este filme comum e dá uma aula em criar um ambiente silencioso ,frio, angustiante e aterrorizante. A letargia de Deneuve perturba o espectador.

  • Um rito de passagem pra nova Hollywood. Todas as relações da personagem parecem fragilizadas, os closes constantes simulando um clima de paranoia e claustrofobia. Polanski faria beem melhor posteriormente.

  • Um filme tenso e angustiante com uma premissa forte e passagens abertas á interpretações diversas. A trilha sonora é imponente e marcante e a interpretação de Deneuve é eficiente! A direção de Polanski é muito precisa e direta! Ótimo filme!

  • Trabalho ainda muito inicial de Polanski com alguns bons momentos, mas de um modo geral sem ritmo e enfadonho. Deneuve sem graça até surtada.

  • Tem lá seu interesse, mas demorar 50 minutos para começar?

  • Seria melhor, não fosse grandes problemas de ritmo. Por outro lado, a representação audio-visual é primorosa, tanto que não é preciso verbalizar nada. A boa mise scene e o uso de ruídos são o suficiente. Triste fim de alguém que deixou o tempo passar.

  • Polanski realiza um belo trabalho onde o real e o delírio se fundem em projeções agonizantes. A linguagem paraverbal nos dizem o que nenhuma palavra pode é capaz de expressar. Uma abordagem que nos remete ao Histerismo da mulheres na Idade Média.

  • Polanski não tem a menor vergonha em ser incômodo, tanto na paranoia instigante de sua protagonista quanto na fotografia em preto-e-branco angustiante. Mais um trabalho de mestre.

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