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6,6
Cineplayers
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Sua nota
Direção
Guillermo del Toro
Roteiro:
Guillermo del Toro (argumento e roteiro), Vanessa Taylor (roteiro)
Gênero:
Fantasia, Drama, Aventura, Romance
Origem:
Estados Unidos
Estreia:
01/02/2018
Duração:
119 minutos
Prêmios:
75° Globo de Ouro - 2018, 90° Oscar - 2018

Em um laboratório de segurança máxima do governo, durante a Guerra Fria, a solitária Elisa está presa em uma vida de silêncio e isolamento. Sua vida mudará para sempre quando ela e sua colega de laboratório Zelda descobrem um experimento secreto.

Elenco

Sally Hawkins
Elisa Esposito
Doug Jones
Homem Anfíbio
Michael Shannon
Richard Strickland
Michael Stuhlbarg
Dr. Robert Hoffstetler
Richard Jenkins
Giles
Octavia Spencer
Zelda Fuller
Lauren Lee Smith
Elaine Strickland
David Hewlett
Fleming
Nick Searcy
General Frank Hoyt
Stewart Arnott
Bernard
Nigel Bennett
Mihalkov
John Kapelos
Sr. Arzoumanian
Martin Roach
Brewster Fuller
Morgan Kelly
Vendedor de tortas
Madison Ferguson
Tammy Strickland
Jayden Greig
Timmy Strickland
Cody Ray Thompson
Guarda do laboratório
Dan Lett
Vendedor de Cadillacs
Wendy Lyon
Sally, secretária
Dru Viergever
policial militar

Lupas

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  • Uma produção formidável, criativa e imaginativa, como geralmente são os filmes de seu realizador. No entanto, e infelizmente, é tão gracioso que incomoda. Falta-lhe fervor. Tão bonito - ao final, apenas nos lembraremos do quão bonito foi.

  • Uma mistura pavorosa de Disney com Amélie Poulain. Del Toro está completamente perdido entre as sombras de um filme sério e a superficialidade de um devaneio infantil. Esquecível, na melhor das hipotéses. Sally Hawkins está muito bem, como sempre.

  • Uma fábula bonita, que utiliza o sentimentalismo para prestar uma homenagem ao cinema. De quebra, é muito bem pensado visualmente, dá espaço aos personagens, tem algo a dizer e traz belos momentos, além de grandes atuações - Hawkins está fabulosa.

  • Típico do Oscar: há uma pautinha disfarçada, os personagens são drasticamente montados/revirados, a fantasia não encanta ou engata, o sexo tampouco excita, os círculos narrativos, se fazem algo, descentralizam, mas "hawkins está ótima" e "que final", né?

  • Partindo de uma premissa criativa e pra lá de estranha, Del Toro realiza uma fábula visualmente linda e cativante sobre amor e solidão. Tem um quê do universo Disney, com os elementos fantásticos que o diretor mexicano tão bem utiliza em suas narrativas.

  • Obra super simpática; a criatura não tem desenvolvimento algum, permanecendo um mistério o tempo todo (possivelmente uma opção de del Toro), porém isso tira bastante o peso do que se passa na tela, dando um tom unidimensional ao roteiro.

  • O esquisito encontro de Del Toro de suspense, musical, sci-fi e impressionismo é sobretudo, um filme que dá voz a grupos silenciados e explora suas almas. É verdade que o diretor refina o mesmo filme sempre, mas nunca o fez tão bem quanto aqui.

  • Difícil de analisar todas as acusações de plágio que recebeu. O que está em tela beira o impecável. Poético e inesquecível.

  • Del Toro é muito feliz quando passa por cima dos maniqueísmos nem sempre eficazes, e o que ele faz com seu conto de fantasia romântico e bizarro é de uma coragem para poucos. Sally Hawkins é divina, mas é Doug Jones que já deveria ter seu reconhecimento.

  • Cinema fantástico para fãs de filmes fofinhos.

  • Bem menos interessante que os outros filmes de Del Toro, mas muito efetivo na apresentação dos personagens, da relação entre eles e de seus afetos.

  • Ainda que muito apressado e fácil de início e de personagens mal desenvolvidos, del Toro acaba acertando seu ritmo e faz de seu conto de fadas uma bela obra sobre a solidão, o tempo e o amor.

  • A proposta do mix entre terror/romance é válida, mas a execução derrapa no mal desenvolvimento dos personagens (especialmente do monstro), do escancarado (e inocente) ativismo do roteiro, e da fofura geral da obra. Não é ruim, mas Del Toro já fez melhor.

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