Saltar para o conteúdo
7,3
Cineplayers
13 votos
7,8
Usuários
265 votos
?
Sua nota
Direção
Denis Villeneuve
Roteiro:
Hampton Fancher (roteiro e argumento), Michael Green (roteiro), Philip K. Dick (romance), Ridley Scott (roteiro - não creditado)
Gênero:
Ação, Ficção Científica, Drama, Suspense
Origem:
Estados Unidos, Reino Unido, Canadá
Estreia:
05/10/2017
Duração:
163 minutos
Prêmios:
90° Oscar - 2018

Filmes Relacionados

A sequência de Blade Runner, de 1982, continuará a história do primeiro filme em que num futuro distante que a raça humana criou seres humanoides sintéticos chamados Replicantes, esses seres além de terem a mesma aparência de um ser humano normal, são mais fortes, ágeis e rápidos do que qualquer ser humano, e cabe a uma força policial especial os "Blade Runners" caçar e "aposentar" (matar) Replicantes fugitivos.

Elenco

Ryan Gosling
K
Ana de Armas
Joi
Harrison Ford
Rick Deckard
Robin Wright
Tenente Joshi
Sylvia Hoeks
Luv
Jared Leto
Niander Wallace
Dave Bautista
Sapper Morton
Mackenzie Davis
Mariette
Hiam Abbass
Freysa
Carla Juri
Dra. Ana Stelline
Lennie James
Mister Cotton
Barkhad Abdi
Doc Badger
Edward James Olmos
Gaff
David Dastmalchian
Coco
Wood Harris
Nandez
Tómas Lemarquis
Arquivista
Sallie Harmsen
Replicante recém-criada
Mark Arnold
Entrevistador (voz)
Krista Kosonen
Prostituta
Elarica Johnson
Prostituta

Lupas

Faça login para dar uma nota e uma lupa.

  • Villeneuve + Deakins + Zimmer + Gosling + Leto, que combo insuportável de manias de grandeza e suntuosidade inócua. BR 2049 é o cinemão blockbuster posudo pós-Batman Begins, um enorme esforço de técnicos incapazes de lidar horizontalmente com o material.

  • Seu maior mérito é não tentar copiar o original, e sim a tentativa muito bem sucedida de expandi-lo, tanto tematicamente quanto no universo criado. É um dos filmes mais bonitos do ano, visualmente falando.

  • Fiel à sua temática, Villeneuve emula Tarkovsky e o filme noir pra discutir temas como memória, origem da vida, e identidade. Longo (sem ser chato), reflexivo (sem punhetação), e, mesmo com um 3o ato meio blergh, possivelmente melhor que o cult de 1982.

  • É de fato um filme sem ânimo, Gosling continua ruim, mas P.K.Dick encontrou aqui um encenador cuidadoso: a imensidão da captura de Villeneuve faz uma complementaridade poderosa com sua estética apática. Filme de imagens que assombrarão por um bom tempo.

  • Dizer que Villeneuve não toma rumos corajosos seria hipocrisia e um desrespeito com um autor de marca forte, mas seu BR2049 é contraído demais, lhe falta vida na movimentação dos personagens, e as concessões do terceiro ato decepcionam.

  • Bem mais acessível do que o original (sem recorrer a "facilidades comerciais", porém), é uma pintura digital de Villeneuve; a trilha sonora é nada menos que primorosa e complementa magnificamente os visuais arrebatadores.

  • Absolutamente imersivo, este é um inesperado e surpreendente segundo capítulo que acrescenta ainda mais beleza e melancolia ao original.

  • A irregularidade entre suas duas partes e o clímax morno não impediu que fosse uma das experiências mais imersivas de 2017, com destaque para o som e as longas tomadas de Roger Deakins — animal! E o melhor: uma sequência digna ao clássico original.

  • A expansão do universo é extraordinária, com o clima de desolação e melancolia em cenários ainda mais fabulosos - algumas das grandes imagens do cinema em 2017 estão aqui. A trama é inteligente, embora derrape aqui e ali, especialmente no terceiro ato.

  • A discussão sobre o fator que nos torna humano é muito bonita e Villeneuve capricha em seu visual, além de saber preparar com cuidado toda suas ações e arcos, sem pressa ou imediatismos. Ainda assim, um filme frio, que jamais desperta empatia.

  • visualmente impecável, a fotografia é maravilhosa, só que falta algo no enredo, não me empolgo nem me cativou em momento algum.

  • Villenueve, conseguiu fazer o impossível oque muitos diretores tentaram mas não deram inicio! fazer uma obra de Ficção Cientifica tão profunda e atual em termos do que é o ser Humano!? em "Blade Runner 2049" você tem essa reposta! "sci fi" de Primeira.

  • Villeneuve não decepciona e teve a audácia de lançar um blockbuster todo neonoir, melancólico e intercalado por longos intervalos de silêncio.

  • Villeneuve claramente se preocupa em respeitar a fonte, mas consegue adicionar sua visão e estética, tornando o universo do filme ainda mais rico. Um trabalho cuidadoso que coloca o filme no patamar dos grandes do gênero!

  • Um vortex de ideias que encontra a contradição de seu brilhantismo na própria condição mórbida de uma distopia e seus seres desalmados que por lá vagam, sob a vã filosofia traduzida em neblina rarefeita. A fetichização por Kubrick parece infinita.

  • Um noir sem famme fatale. Um filme de investigação que acha que é esperto porque tenta enganar o telespectador. Assim como os filmes do Dennis, é um cansativo coito interrompido. Um filme bom para se pensar, mas nem tanto para se admirar.

  • Um dos melhores filmes do ano! Villeneuve mantém a essência que havia no filme de Ridley Scott mas com sua própria assinatura. Filmaço!

  • Todo o visual não compensa a duração abusiva, personagens clichês e toda a objetificação e sexualização da figura feminina, servindo ou como hologramas ou prostitutas - aka para o prazer do homem. Filme pra satisfazer macho, mais machista que o original.

  • Tenta emular o original trocando peças aqui e ali. Tem seu bom momento no encontro entre o velho e o novo ao estilo Red River. Se parece muito com Prometheus, pomposo demais com uma mitologia que não dá conta de expandir ou levar para novos caminhos.

  • Tem pouquíssima coisa que se pode aproveitar da obra de Philip K. Dick. Nem mesmo os enredos atuais são bem aproveitados, como a procriação. Resta um filme bonito visualmente. Deem logo esse Oscar pra Roger Deakins

Comentários (0)

Faça login para comentar.