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8,0
Cineplayers
3 votos
8,3
Usuários
95 votos
?
Sua nota
Direção
William Wyler
Roteiro:
Lillian Hellman (peça e adaptação), John Michael Hayes (roteiro adaptado)
Gênero:
Drama
Origem:
Estados Unidos
Duração:
107 minutos
Prêmios:
19° Globo de Ouro - 1962, 34° Oscar - 1962

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Duas professoras de uma escola particular têm suas vidas viradas do avesso quando uma das crianças denuncia um sentimento um pouco maior que amizade entre as duas. A avó da garota, poderosa na cidade, trata de espalhar a história e fazer com que todos se voltem contra as pecadoras.

Elenco

Audrey Hepburn
Karen Wright
Shirley MacLaine
Martha Dobie
James Garner
Dr. Joe Cardin
Miriam Hopkins
Sra. Lily Mortar
Fay Bainter
Sra. Amelia Tilford
Karen Balkin
Mary Tilford
Veronica Cartwright
Rosalie Wells

Lupas

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  • Wyler tem dificuldades na primeira metade, principalmente por conta da irritante personagem de Mary. Mas a obra cresce após a divulgação da calúnia, com ótimos diálogos e interpretações. A cena do destino final de MacLaine é filmado de forma brilhante.

  • Um tema bem complicado de se abordar no cinema daquela época, e mesmo hoje exigiria certos cuidados. Infâmia é um trabalho milimetricamente bem planejado por um grande cineasta, e que até os dias atuais permanece perturbador.

  • Um filme refém de toda a repressão e preconceito de uma época. Ainda que hoje soe um tanto superficial e datado, é de extrema importância assisti-lo para se ter uma noção do quão mesquinho e desprezível o ser humano pode ser em relação ao diferente.

  • Tenho como percepção que o cinema de Wyler ficou datado mas é inegável a força deste conto de alguma forma transgressor para a época possibilitando assim constatar que a sociedade cresceu como um todo mas ainda mantém resquícios de conservadorismo tolo.

  • Tem o sabor amargo das histórias malsucedidas (a que os personagens vivem) e uma estupenda atuação de MacLaine, que chega a ofuscar Hepburn, um tanto repetitiva e asséptica. A garotinha é outra que segura muito bem sua "aprendiz de vilã".

  • Observo esta película como um excelente exercício lógico e prático.

  • O poder de uma mentira às vezes pode destruir tudo o que vê pela frente, e aqui nós vemos essa infame destruição sendo elevada até o limite. É impressionante como esse filme depois de 50 anos permanece atual e, consequentemente, devastador.

  • MacLaine e Hepburn estrondosas em cena, com Audrey em sua atuação mais madura! Wyler aborda essa questão do preconceito homo afetivo de maneira bastante contundente, em uma época ainda muito antiquada. E Mary é a criança mais "motherfucker" que existe!

  • De certo modo,um viés do horror.A força da palavra existe,da boataria então...Como um falatório e 2,3 frases mal-interpretadas podem gerar algo maior. As principais são a ponta de um elenco estruturado desfilando técnica teatral.A revelação em berros...

  • Cult, 26-08-2018.

  • 06/07/11

Comentários (0)

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