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It - Capítulo Dois divulga primeiro teaser trailer


A New Line Cinema divulgou o primeiro teaser trailer de It - Capítulo Dois, que mostra uma crescida Beverly voltando a Derry e interagindo com uma senhora que, ainda que simpática, começa a se mostrar cada vez mais suspeita. Quando ela sai para fazer o café, olhar para os quadros confirma o motivo de sua suspeita.

O novo filme é ambientado 27 anos depois do primeiro filme, ambientado em 1988, e conta com os integrantes do "Clube dos Otários" Bill, Beverly, Ben, Richie, Stan, Mike e Eddie adultos retornando à sua cidade natal Derry para novamente lidar com a ameaça do palhaço sobrenatural Pennywise, uma entidade que retorna de tempos em tempos para se alimentar do medo das pessoas. 

Com James McAvoy (Vidro), Jay Ryan (Top of The Lake), Jessica Chastain (A Grande Jogada), Bill Hader (Barry), James Ransone (A Escuta), Andy Bean (Monstro do Pântano) e Bill Skarsgård (Atômica), o filme dirigido por Andy Muschietti (Mama) conclui a adaptação do romance monumental de Stephen King. A previsão de estreia no Brasil é para 5 de setembro de 2019.

Confira o trailer abaixo e deixe seu comentário!

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Confira o novo trailer de Homem-Aranha: Longe de Casa


Após os eventos de Vingadores: Ultimato, e podendo se ver (mais ou menos) livre de spoilers, a Marvel divulgou o novo trailer de Homem-Aranha: Longe de Casa, conectando a nova aventura do herói interpretado por Tom Holland a um dos eventos mais significativos da história recente do MCU: a morte do Tony Stark, o Homem-de Ferro.

O trailer novo dá mais profundidade à história, com Peter querendo curtir um pouco a adolescência em uma eurotrip, mas a chegada da vida adulta e das responsabilidades batem à porta quando o jovem sente-se no dever de honrar o legado do seu mentor Tony Stark, para isso ajudando Nick Fury, Maria Hill e a S.H.I.E.L.D. a lidar com criaturas poderosas conhecidas como Elementais, sendo assistido por isso por Quentin Beck, conhecido pela alcunha de Mysterio e que clama entender sobre os monstros e ser de uma realidade diferente, a Terra-833.

Muita informação para processar: o novo Homem-Aranha não só conecta com a última história lançada como também abre as portas para um conceito dos quadrinhos da Marvel ainda não explorado pelos filmes: o Multiverso. A maioria das histórias se passam na Terra-616,  mas há uma conjunção de realidades paralelas como o Microverso, a Zona Negativa e o interior da Jóia da Alma.

O conceito de Multiverso foi introduzido nas páginas do Capitão Britânia, onde cada realidade era guardada por um herói com esta alcunha. Nos quadrinhos, a Terra-833 é o lar do Aranha-UK, uma variante britânica do herói e único sobrevivente dessa realidade. O conceito dos vários Homens-Aranha diferentes explorado em Homem-Aranha no Aranhaverso parte de um arco onde um exército de variantes do herói descobre Karn, um membro de um grupo maligno conhecido como os Herdeiros que acaba se redimindo e se tornando um Mestre Tecelão, responsável por tecer a Teia da Vida e do Destino, que conecta todas as realidades alternativas. 

Após uma das grandes batalhas da década, a Marvel está sonhando alto. Não sabemos ainda até quando esse projeto continuará sendo expandido, mas o trailer cheio de novidades pode ser visto abaixo. Não se esqueça de comentar!

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Divulgado o primeiro trailer de Sonic - O Filme


Foi divulgado o primeiro trailer para Sonic - O Filme, adaptação em live-action e motion capture do clássico videogame do Master System e desde o ano passado um dos projetos mais polêmicos da internet, que em grande parte recebeu mal a concepção visual realista do ouriço azul velocista.

O filme foi produzido em associação internacional entre várias companhias, as mais famosas sendo a Paramount Pictures e a Sega e conta a história de Tom Wachowski, um xerife da pequena Green Hills que viaja até San Francisco para ajudar Sonic, um ouriço azul antropomórfico que é capaz de correr a velocidades incríveis,  tentando tanto livrar Sonic das garas do governo quanto para somar forças na batalha contra o vilão Dr. Robotnik.

Com Ben Schwartz (Parks and Recreation) fazendo a voz de Sonic, James Marsden (Westworld) como o xerife e Jim Carrey (O Máskara) como o vilão Robotnik, Sonic - O Filme é dirigido por Jeff Fowler, responsável pelos efeitos visuais de Onde Vivem os Monstros e que estreia na direção de longas-metargens.

O filme estreia no Brasil em 14 de maio de 2019. Veja o trailer abaixo e deixe seu comentário!

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Olhares para o passado


O Olhar de Cinema começa no próximo dia 5 de junho e durante 9 dias a extensa programação incluirá as tradicionais mostras de retrospectivas e clássicos, procurando como sempre reverberar o nosso tempo. E dentro do atual cenário do país de perdas de certezas e um infeliz elogio a repressão política, uma homenagem a um cineasta que viveu no exílio se faz necessário, infelizmente. Assim sendo, a Retrospectiva desse ano é denominada 'Raoul Ruiz e os Diálogos no Exílio', um recorte preciso sobre o período em que o renomado cineasta chileno precisou se afastar de seu país devido à ditadura imposta.

Falecido em 2011 aos 70 anos, Raoul construiu uma filmografia muito particular, ligando seu nome a narrativas nunca tradicionais, situações surreais e muitas vezes nonsense, além de ter formado ao longo de mais de 100 filmes que dirigiu um olhar sobre a própria condição de exilado, que tantas vezes refletiu em seu próprio cinema. Sua filmografia se espalhou por diversos países, mas no seu Chile natal e na França que escolheu viver se encontraram os grandes momentos dessa obra singular, cheia de autenticidade e que reverberou seu país e as tradições disruptivas que ele amalgamou com a junção desses dois Estados tão diferenciados.

De sua longa obra, o Olhar vem buscar filmes realizados entre os anos 60 e 70, que dialogavam muito com sua situação de exílio e cujo período conversa com a própria ditadura brasileira. Disse Antônio Junior, diretor geral e de programação do Festival: "talvez há um ano atrás, esse tema não fizesse muito sentido à nossa realidade; infelizmente, nossa realidade política hoje observa a situação de um exilado sob uma perspectiva aproximada e a obra de Ruiz, especificamente nesse recorte escolhido, mostra a potência do seu criador e também se comunica com toda a América Latina no mesmo período".

Além dos 8 filmes dirigidos por Ruiz, outras 10 produções dirigidas por grandes nomes nossos que igualmente abordam o exílio e a ditadura foram selecionadas para essa edição do Olhar, de nomes como os de Glauber Rocha, Lúcia Murat, Cacá Diegues, Júlio Bressane, Ruy Guerra e Helena Solberg. Abaixo, os filmes do Olhar Retrospectivo:

Três tristes tigres (Tres tristes tigres, 1968, Chile, 98 min)

Diálogos dos exiliados (Diálogos de exiliados/Dialogue d’exilés, 1975, Chile/França, 104 min)

A vocação suspensa (La vocation suspendue, 1977, França, 95 min)

A hipótese do quadro roubado (L’Hypothèse du tableau volé, 1978, França, 64 min)

As divisões da natureza (Les divisions de la nature: Quatre regards sur le château de Chambord, 1978, França, 31min)

Dos grandes eventos e pessoas comuns (De grands événements et des gens ordinaires, 1979, França, 61min)

O teto da baleia (Het dak van de walvis, 1982, Holanda, 90 min)

As três coroas do marinheiro (Les trois couronnes du matelot, 1983, França, 117 min)

Os 10 filmes a seguir, dirigidos por cineastas brasileiros exilados, também foram confirmados para a Retrospectiva. Os filmes serão exibidos em suas cópias digitais:

Meio-dia (dir. Helena Solberg, 1970, Brasil, 11 min)

Un séjour (dir. Carlos Diegues, 1970, França, 56min)

O Leão de Sete Cabeças (Der Leone Have Sept Cabeças, dir. Glauber Rocha, 1970, França/Itália/Brasil, 99 min)

Não é hora de chorar (No es hora de llorar, dir. Luiz Alberto Barreto Leite Sanz e Pedro Chaskel, 1971, Chile, 36 min)

Memórias de um estrangulador de loiras (dir. Júlio Bressane, 1971, Inglaterra/Brasil, 71 min)

A dupla jornada (dir. Helena Solberg, 1975, Argentina/Bolívia/México/Venezuela, 54 min)

Estas são as armas (dir. Murilo Salles, 1978, Moçambique, 56 min)

Mueda, memória e massacre (dir. Ruy Guerra, 1979, Moçambique, 75 min)

O pequeno exército louco (dir. Lúcia Murat e Paulo Adário, 1984, Brasil/Nicarágua, 52 min) 

Fragmentos de exílio (dir. Sivio Tendler, 2003, Brasil, 6 min)

A Olhares Clássicos vai além da homenagem a um nome específico, e abrange a visitação por obras inesquecíveis e primordiais do nosso cinema, em versões restauradas para longas metragens cujas oportunidades de conferir em tela grande são raras. Além disso, o festival costuma selecionar ao menos um filme de grandes nomes que faleceram no período, como são os casos de Nelson Pereira dos Santos, Jonas Mekas, Kira Muratova, Stanley Donen e a mais recente de um dos maiores nomes da História do Cinema, Agnès Varda.

Algumas sessões serão obrigatórias, como a de O Funeral das Rosas, um dos primeiros títulos a celebrar a causa LGBTQ no cinema ao percorrer bares e boates gays, em formato que mistura documentário com a típica psicodelia de 1969, pelas mãos de um dos mais proeminentes cineastas experimentais japoneses, Toshio Matsumoto. Ou o vencedor do Leopardo de Ouro em Locarno '70, Ó, Sol, do mauritano Med Hondo, falecido em março. Conterrâneo do homenageado passado do Olhar Djibril Diop Mambety, também Hondo é adepto do experimentalismo e foi intensamente celebrado com essa vitória a um filme que não perdeu sua força, e que celebra uma forma de se livrar do julgo para imigrantes africanos na França do período. 

Ainda terá por lá exibição do impressionante O Conformista, de Bernardo Bertolucci, bem como A Longa Caminhada, de Nicolas Roeg. A russa Kira Muratova terá a oportunidade de se tornar mais reconhecida no país, já que seu nome nunca foi muito difundido por aqui, através de um de suas obras mais importantes, 'Conhecendo o Grande e Vasto Mundo'. E um dos filmes mais importantes de Agnès Varda, Os Renegados, estará homenageando a grande dama e uma das criadoras da Nouvelle Vague. 

Abaixo, a lista dos clássicos que estarão no Olhar: 

O Funeral das Rosas (Funeral Parade of Roses, dir. Toshio Matsumoto, Japão, 1969, 105 min.)

Filhas do Pó Daughters of the Dust, dir. Julie Dash, EUA, 1991, 112min.)

Ó, Sol (Soleil Ô, dir. Med Hondo, Mauritânia, 1970, 98 min.)

O Conformista (Il conformista, dir. Bernardo Bertolucci, Itália, 1970, 113 min.)

Conhecendo o grande e vasto mundo (Getting to Know the Big Wide World, dir. Kira Muratova, União Soviética, 75min. 1978) 

Os Renegados (Sans toit ni loi, dir. Agnès Varda, França, 105 min. 1985)

A Longa Caminhada (Walkabout, dir. Nicolas Roeg, Austrália/Reino Unido, 1971, 100min)

Cantando na Chuva (Singin’ in the Rain, dir. Stanley Donen, EUA, 1952, 103min)

Memórias do cárcere (dir. Nelson Pereira dos Santos, Brasil, 1984, 185min)

 

Programa Germaine Dulac


Celles qui s’en font (dir. Germaine Dulac, França, 1928, 6min)

La cigarette (dir. Germaine Dulac, França, 1919, 56min)

Danses espagnoles (dir. Germaine Dulac, França, 1928, 7min)

Reminiscências de uma Viagem à Lituânia (Reminiscences of a Journey to Lithuania, dir. Jonas Mekas, Lituânia/EUA, 1972, 82min)

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John Singleton falece aos 51 anos

Após sofrer um derrame no dia 17 de abril de 2019 e estar desde então em coma, o diretor John Singleton teve os aparelhos que o mantinham vivo desligados e faleceu aos cinquenta e um anos de idade.

Singleton destacou-se em Hollywood com Os Donos da Rua (1991), que o tornou o cineasta mais jovem e o primeiro afro-americano indicado ao Oscar de Melhor Direção, também lançando para a fama o ator Cuba Gooding Jr. (Homens de Honra). Desde então, Singleton ainda comandaria o remake Shaft (2000), a sequência +Velozes +Furiosos (2003) e o clipe de Michael Jackson Remember The Time.

Pai de cinco filhos, um deles com a atriz Akosua Busia (A Cor Púrpura), Singleton também dirigiu episódios das séries Empire e American Crime Story e criticava ativamente Hollywood por questões raciais, chegando a afirmar  em uma palestra universitária que para diretores negros só era possível fazer filmes sobre questões de raça.

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Jill Soloway irá dirigir nova versão de Red Sonja


A personagem de Robert E. Howard eternizada nos quadrinhos Red Sonja já havia ganho uma versão para o cinema nos anos 80 em Guerreiros do Fogo, filme que dava prosseguimento à mania de "espada e magia" dos anos oitenta iniciada por Conan, O Bárbaro, de Arnold Schwarzenegger. Após uma nova versão do bárbaro cimério com Jason Momoa (Aquaman) no papel principal, a Millenium Media havia anunciado um filme da heroína que compartilha o mesmo universo. Porém, o pior aconteceu: as acusações de abuso sexual do diretor Bryan Singer (Os Suspeitos) fizeram o filme ser engavetado.

Agora, Jill Soloway foi confirmada no comando da nova versão do longa, onde atuará na produção, roteiro e direção. Soloway escreveu episódios de Six Feet Under e Grey's Anatomy, fazendo seu nome na produção executiva de séries como United States of Tara e I Love Dick. Porém, a consagração veio mesmo com Transparent, série da Amazon que venceu vários prêmios no Emmy e Globo de Ouro.

O reboot já é um projeto de longa data, sendo anunciado pela primeira vez em 2008 com Robert Rodriguez (Um Drink no Inferno) na direção e Rose McGowan (Planeta Terror) como a personagem principal. Agora, o novo projeto não tem nome principal definido nem previsão de estreia - mas finalmente começa a tomar forma outra vez. 

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Morre Rubens Ewald Filho, aos 74 anos

Rubens Ewald Filho, mais conhecido crítico de cinema do Brasil, morreu nesta quarta-feira, 19 de junho, no Hospital Samaritano, em São Paulo. Ele estava internado em estado grave desde o final de maio, após sofrer um infarto e desmaiar em uma escada rolante de um shopping center, ocasionando uma queda e várias fraturas.

Rubens foi importantíssimo para a dissiminação da crítica de cinema no Brasil. Foram através de seus textos que muitos críticos, inclusive boa parte da geração Cineplayers, começaram a ter contato com análises de filmes, nos mais diversos modelos e mídias, com o passar dos anos. Seu Dicionário de Cineastas, publicado pela primeira vez em 1977, foi uma enciclopédia valiosa muito antes da internet existir e tornar mais fácil o acesso à informação e recebeu algumas atualizações.

Muito conhecido nas noites do Oscar, demonstrava um profundo conhecimento de todos os filmes, artistas e técnicos que apareciam no palco, não apenas de nome, mas citando as principais obras de cada um. Por vezes, desferia comentários super sinceros que causava a ira dos fãs do alvo da vez. Comentava sobre roupas, cabelos e até mesmo aparência física dos atores, mas sempre com muita paixão e um apelo popular diferente dos críticos mais teóricos.

Iniciou a carreira cedo, no jornal A Tribuna, em 1967, e trabalhou em outras áreas do entretenimento como roteirista de filmes e novelas, dirigiu peças e até mesmo atuou em alguns filmes. Como crítico, trabalhou nas mais importantes emissoras do país, como Rede Globo e SBT, além de ter escrito para diversas publicações impressas como a Veja e a Folha de São Paulo. No começo dos anos 2000, também teve voz na revolucionária internet através do site e-Pipoca, um dos mais antigos do país.

Rubens deixa uma série de cinéfilos órfãos do mais importante, carismático, apaixonado e conhecedor de cinema do Brasil.

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'Chacrinha' é o líder do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

Acabam de sair as indicações ao 18o. Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, nossa premiação máxima para o setor. Como em praticamente todos os anos, a lista de indicados compõem um grupo de filmes que basicamente não esteve em qualquer lista de melhores do ano, incluindo os dois principais indicados, 'Chacrinha' (12 indicações) e 'O Grande Circo Místico' (10 indicações), respectivamente de Andrucha Waddington e Cacá Diegues - esse segundo nem indicado a direção foi. Também 'O Paciente' de Sérgio Rezende foi um filme que passou em brancas nuvens, assim como 'A Voz do Silêncio' de André Ristum, que praticamente ninguém viu. 'Benzinho' de Gustavo Pizzi é o único representante dos filmes que de fato representaram nosso cinema ano passado indicado na categoria principal, e em outras 8 menções.

Filmes como 'Aos Teus Olhos', 'Animal Cordial', 'Ferrugem' - os três indicados a direção, o primeiro SOMENTE em direção - 'As Boas Maneiras', 'O Beijo no Asfalto', 'Canastra Suja', 'Paraíso Perdido', filmes que estiveram em todas as listas de melhores do ano e que não tem nada de 'cabeça' ou 'experimentais', aparecem em indicações perdidas, solitárias e muito tristes, enquanto filmes de qualidade muito duvidosa mas com 'pedigree' detém os louros, mesmo que esse 'pedigree' tenha perdido a validade faz muito tempo. Além disso, ainda tem a velha prática deles de indicar diversas pontas em coadjuvante, caso esse ano de Ailton Graça, Laura Cardoso, Matheus Nachtergaele, Milhem Cortaz, entre outros, que independem do talento de seus intérpretes, que nem tem tempo de construir qualquer coisa. 

O único acerto indiscutível desse anúncio de hoje é a homenagem a Zezé Motta, uma das maiores atrizes da nossa História, de verdade. Uma mulher que é a própria referência do talento, da luta, da resistência e da bravura estar em posição de destaque será o grande momento do próximo dia 14 de agosto, uma festa onde deveríamos estar celebrando a trajetória de Zezé junto a outros filmes, mas que nossa Academia Brasileira de Cinema não consegue se distanciar de um cinema quadrado, equivocado e completamente esquecivel, que um ano depois ninguém se lembra e ninguém se importa. 

Uma Academia séria não teria filmes burocráticos em profusão em detrimento aos filmes que estavam em todos os debates possíveis. A cada vez que criticarmos o Oscar por indicar 'Bohemian Rhapsody', deveríamos lembrar que ao menos um fenômeno de bilheteria o filme foi, enquanto essas produções nossas mal fizeram cócegas nas bilheterias. Estamos muito mal de formação de opinião na Academia de Cinema, que difundem como padrão de qualidade filmes completamente irrelevantes dentro do nosso panorama, a necessidade de mudança só fica cada vez mais urgente. 

A lista dos indicados:

MELHOR LONGA-METRAGEM FICÇÃO

A VOZ DO SILÊNCIO de André Ristum. Produção: André Ristum por Sombumbo, Pablo Torrecillas e Rodrigo Castellar por TC Filmes

BENZINHO de Gustavo Pizzi. Produção: Tatiana Leite por Bubbles Project, Gustavo Pizzi por Baleia Filmes, Agustina Chiarino Voulminot e Fernando Epstein por Mutante Cine, Roberto Berliner e Rodrigo Letier por TvZero

CHACRINHA: O VELHO GUERREIRO de Andrucha Waddington. Produção: Angelo Salvetti, Cosimo Valerio, Altino Pavan por Media Bridge e Andrucha Waddington

O GRANDE CIRCO MÍSTICO de Carlos Diegues. Produção: Renata Almeida Magalhães por Luz Mágica produções

O PACIENTE: O CASO TANCREDO NEVES de Sergio Rezende. Produção: Mariza Leão por Morena Filmes

 

MELHOR LONGA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO

A LUTA DO SÉCULO de Sérgio Machado. Produção: Eliane Ferreira por Muiraquitã Filmes, Joana Mariani por Mar Filmes, Diana Gurgel por Ondina Filmes, Lázaro Ramos e Tânia Rocha por Lata Filmes

EX PAJÉ de Luiz Bolognesi. Produção: Caio Gullane e Fabiano Gullane por Gullane e Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi por Buriti Filmes

MY NAME IS NOW, ELZA SOARES de Elizabete Martins Campos. Produção: Elizabete Martins Campos e Tatiana Tonucci por IT Filmes, Comunicação e Entretenimento Ltda.

O PROCESSO de Maria Augusta Ramos. Produção: Maria Augusta Ramos por Nofoco Filmes

TODOS OS PAULOS DO MUNDO de Gustavo Ribeiro e Rodrigo de Oliveira. Produção: Vania Catani por Bananeiras Filmes

 

MELHOR LONGA-METRAGEM INFANTIL 

DETETIVES DO PRÉDIO AZUL 2 - O MISTÉRIO ITALIANO de Viviane Jundi. Produção: Marcio Fraccaroli, Sandi Adamiu e André Fraccaroli por Paris Entretenimento

O COLAR DE CORALINA de Reginaldo Gontijo. Produção: Reginaldo Gontijo por Digitalina Produção de Filme e Niria Cleire Pereira Dias por LV Produção de Distribuição ltda

 

MELHOR LONGA-METRAGEM COMÉDIA

MINHA VIDA EM MARTE de Susana Garcia. Produção: Luiz Noronha por A Fábrica Entretenimento

MULHERES ALTERADAS de Luis Pinheiro. Produção: Andrea Barata Ribeiro e Bel Berlinck por O2 Filmes

NÃO SE ACEITAM DEVOLUÇÕES de André Moraes Torres. Produção: Marcos Didonet, Vilma Lustosa e Walkiria Barbosa por Total Entertainment

OS FAROFEIROS de Roberto Santucci. Produção: André Carreira por Camisa Listrada e Roberto Santucci por Panorama Filmes

TODAS AS RAZÕES PARA ESQUECER de Pedro Coutinho. Produção: Heitor Dhalia e Egisto Betti por Paranoid Filmes

UMA QUASE DUPLA de Marcus Baldini. Produção: Bianca Villar, Fernando Fraiha e Karen Castanho por Biônica Filmes, Marcio Fraccaroli e Sandi Adamiu por Paris Entretenimento

 

MELHOR DIREÇÃO

ALY MURITIBA por Ferrugem

ANDRUCHA WADDINGTON por Chacrinha: O Velho Guerreiro

CAROLINA JABOR por Aos Teus Olhos

GABRIELA AMARAL ALMEIDA por O Animal Cordial

GUSTAVO PIZZI por Benzinho

 

MELHOR ATRIZ

ADRIANA ESTEVES como MARIA por Canastra Suja

DÉBORA FALABELLA como SELMINHA por O Beijo no Asfalto

GRACE PASSÔ como GLORIA por Praça Paris

KARINE TELES como IRENE por Benzinho

MARJORIE ESTIANO como ANA por As Boas Maneiras

 

MELHOR ATOR

DANIEL DE OLIVEIRA como EDER JOFRE por 10 Segundos para Vencer

LÁZARO RAMOS como ARANDIR por O Beijo no Asfalto

MURILO BENÍCIO como INÁCIO por O Animal Cordial

OTÁVIO MÜLLER como KLAUS por Benzinho

OTHON BASTOS como TANCREDO NEVES por O Paciente: O Caso Tancredo Neves

STEPAN NERCESSIAN como CHACRINHA por Chacrinha: O Velho Guerreiro

 

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

ADRIANA ESTEVES como SÔNIA por Benzinho

FERNANDA MONTENEGRO como DONA MATILDE por O Beijo no Asfalto

GILDA NOMACCE como GILDA por As Boas Maneiras

LAURA CARDOSO como POCARU por Encantados

MARJORIE ESTIANO como MILENE por Paraiso Perdido

SANDRA CORVELONI como ANGELINA por 10 Segundos para Vencer

 

MELHOR ATOR COADJUVANTE

AILTON GRAÇA como JOÃO HANEMMAN por Mare Nostrum

ENRIQUE DIAZ como DAVI por Ferrugem

MATHEUS NACHTERGAELE como LUCIANO por O Nome da Morte

MILHEM CORTAZ como CELSO por Canastra Suja

OTÁVIO MÜLLER como AMADO RIBEIRO por O Beijo no Asfalto

OTÁVIO MÜLLER como DR. RENAULT por O Paciente: O Caso Tancredo Neves

 

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA

FERNANDO YOUNG por Chacrinha: O Velho Guerreiro

GUSTAVO HADBA, ABC, por Motorrad

GUSTAVO HADBA, ABC, por O Grande Circo Místico

LULA CARVALHO, ASC/ABC, por 10 Segundos para Vencer

MAURO PINHEIRO JR por Unicórnio

WALTER CARVALHO, ABC, por O Beijo no Asfalto

 

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

ALY MURITIBA e JÉSSICA CANDAL por Ferrugem

ANDRÉ RISTUM por A Voz do Silêncio

CLAUDIO PAIVA, JULIA SPADACCINI e CARLA FAOUR por Chacrinha: O Velho Guerreiro

GABRIELA AMARAL ALMEIDA por O Animal Cordial

JULIANA ROJAS e MARCO DUTRA por As Boas Maneiras

KARINE TELES e GUSTAVO PIZZI por Benzinho

 

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

CARLOS DIEGUES e GEORGE MOURA inspirado no poema “O Grande Circo Místico”, de Jorge de Lima por O Grande Circo Místico

FELIPE HIRSCH Baseado no livro “Severina”, de Rodrigo Rey Rosa por Severina

GUSTAVO LIPSZTEIN adaptado da obra “O Paciente, o caso Tancredo Neves”, de Luis Mir por O Paciente: O Caso Tancredo Neves

JORGE FURTADO, ANA LUIZA AZEVEDO e VICENTE MORENO adaptado da obra “Rasga Coração”, de Oduvaldo Vianna Filho por Rasga Coração

MURILO BENÍCIO adaptado da obra “O Beijo no Asfalto”, de Nelson Rodrigues por O Beijo no Asfalto

 

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

ANDRÉ WELLER por Unicórnio

ARTUR PINHEIRO por O Grande Circo Místico

DINA SALEM LEVY por Benzinho

MARCOS FLAKSMAN por O Paciente: O Caso Tancredo Neves

RAFAEL TARGAT por Chacrinha: O Velho Guerreiro

 

MELHOR FIGURINO

DIANA LESTE por Benzinho

FLÁVIA LHACER por O Doutrinador - O Filme

KIKA LOPES por O Grande Circo Místico

KIKA LOPES por O Paciente: O Caso Tancredo Neves

MARCELO PIES por 10 Segundos para Vencer

MARCELO PIES por Chacrinha: O Velho Guerreiro

 

MELHOR MAQUIAGEM

ADRIANO MANQUES por O Paciente: O Caso Tancredo Neves

ANDRÉ ANASTÁCIO por O Animal Cordial

CATHERINE LEBLANC CARAES e EMMANUELLE FÈVRE por O Grande Circo Místico

MARLENE MOURA por Chacrinha: O Velho Guerreiro

MARTÍN MACÍAS TRUJILLO por 10 Segundos para Vencer

 

MELHOR EFEITO VISUAL

CLAUDIO PERALTA por Chacrinha: O Velho Guerreiro

CYRILLE BONJEAN, GUILHERME RAMALHO, HUGO GURGEL, GUILLAUME CASTAGNÉ, NICOLAS HERLIN e EDUARDO SCHAAL por As Boas Maneiras

MARCELO SIQUEIRA, ABC e THIERRY DELOBEL por O Grande Circo Místico

MARCELO SIQUEIRA, ABC, por Motorrad

MARCO PRADO por O Doutrinador - O Filme

 

MELHOR MONTAGEM FICÇÃO

GUSTAVO GIANI por A Voz do Silêncio

IDÊ LACRETA por O Animal Cordial

LIVIA SERPA por Benzinho

LUCAS GONZAGA por Motorrad

MAIR TAVARES e DANIEL GARCIA por O Grande Circo Místico

THIAGO LIMA por Chacrinha: O Velho Guerreiro

MELHOR MONTAGEM DOCUMENTÁRIO

GUSTAVO RIBEIRO e RODRIGO DE OLIVEIRA por Todos os Paulos do Mundo

KAREN AKERMAN por O Processo

KAREN HARLEY por Hilda Hilst pede Contato

LORENA ORTIZ e PABLO PANIAGUA por My Name is Now, Elza Soares

NATARA NEY por A Última Abolição

RICARDO FARIAS por Ex Pajé

YAN MOTTA por Soldados do Araguaia

 

MELHOR SOM

CHRISTOPHE PENCHENAT, A.F.S.I, SIMONE PETRILLO e EMMANUEL CROSET por O Grande Circo Místico

GABRIELA CUNHA, BERNARDO UZEDA e CHRISTOPHE VINGTRINIER por As Boas Maneiras

GABRIELA CUNHA, DANIEL TURINI e FERNANDO HENNA por O Animal Cordial

GEORGE SALDANHA, ROBERTO FERRAZ e ANDRE TADEU por Legalize Já – A Amizade Nunca Morre

JORGE REZENDE, EDUARDO HAMERSCHLAK, ALAN ZILLI e ARMANDO TORRES JR, ABC, por O Doutrinador - O Filme

JORGE SALDANHA, ARMANDO TORRES JR, ABC, ALESSANDRO LAROCA, EDUARDO VIRMOND LIMA e RENAN DEODATO por Chacrinha: O Velho Guerreiro

 

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL

ANTONIO PINTO por Chacrinha: O Velho Guerreiro

ANTONIO PINTO por O Banquete

BERNA CEPPAS por 10 Segundos para Vencer

EDU LOBO por O Grande Circo Místico

ELZA SOARES e ALEXANDRE MARTINS por My Name is Now, Elza Soares

 

MELHOR TRILHA SONORA

FABIO GÓES por Detetives do Prédio Azul 2 O Mistério Italiano

FREJAT, LEONI e VINICIUS CANTUÁRIA por Intimidade entre Estranhos

MARIA GADÚ por Todas as Canções de Amor

MAURICIO NADER por Rasga Coração

SINAI SGANZERLA por O Desmonte do Monte

YAN MOTTA por Soldados do Araguaia

ZECA BALEIRO por Paraiso Perdido

 

MELHOR LONGA METRAGEM ESTRANGEIRO

 

A FORMA DA ÁGUA/The Shapeof Water (EUA), dirigido por Guillermo del Toro. Distribuição: Fox Filmes

BOHEMIAN RHAPSODY/Bohemian Rhapsody EUA), dirigido por Bryan Singer. Distribuição: Fox Filmes

EU, TONYA/I' Tonya (EUA), dirigido por Craig Gillespie. Distribuição: Califórnia Filmes

INFILTRADO NA KLAN/ Blackkklansman (EUA), dirigido por Spike Lee. Distribuição: Universal Pictures

ME CHAME PELO SEU NOME/ Call me by Your Name (EUA), dirigido por Luca Guadagnino. Distribuição: Sony Pictures

NASCE UMA ESTRELA/A Star is Born (EUA), dirigido por Bradley Cooper. Distribuição: Warner Bros

THE SQUARE - ARTE DA DISCÓRDIA/The Square (Suécia, Alemanha, França, Dinamarca), dirigido por Ruben Östlund. Distribuição: Pandora Filmes

TRÊS ANÚNCIOS PARA UM CRIME/ Three Bilboards Outside Missouri (EUA), dirigido por Martin McDonagh. Distribuição: Fox Filmes

 

MELHOR LONGA METRAGEM IBERO-AMÉRICANO

A NOIVA DO DESERTO/La Novia Del Desierto (Argentina), dirigido por Cecilia Atán e Valeria Pivato. Distribuição: Imovision

ALGUÉM COMO EU (Brasil, Portugal), dirigido por Leonel Vieira. Distribuição: Paris Filmes

AS HERDEIRAS/ Las Herederas (Paraguai, Alemanha, Brasil, Uruguai, Noruega, França), dirigido por Marcelo Martinessi. Distribuição: Imovision

CACHORROS/Los Perros (Chile), dirigido por Marcela Said. Distribuição: Imovision

UMA NOITE DE 12 ANOS/La Noche de 12 Años (Argentina, Espanha, Uruguai), dirigido por Álvaro Brechner. Distribuição: Vitrine Filmes

 

II – CURTA-METRAGEM

MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMAÇÃO

AQUÁRIO de Alice Andreoli Hirata

GUAXUMA de Nara Normande

LÉ COM CRÉ de Cassandra Reis

O MALABARISTA de Iuri Moreno

SOBRE A GENTE de Alunos do Projeto Animação

 

MELHOR CURTA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO

AZUL VAZANTE de Júlia Alquéres

COPACABANA AUSCHWITZ de Jaiê Saavedra

COR DE PELE de Livia Perini

MARÉ de Amaranta Cesar

UM CORPO FEMININO de Thais Fernandes

 

MELHOR CURTA-METRAGEM FICÇÃO

ADEUS À CARNE de Julia Anquier

NOVA IORQUE de Leo Tabosa

O MENINO PÁSSARO de Diogo Leite

O ÓRFÃO de Carolina Markowicz

PERIPATÉTICO de Jessica Queiroz

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Franco Zeffirelli falece aos 96 anos


Após longa doença, faleceu o cineasta Franco Zeffirelli, um dos últimos grandes nomes da Era de Ouro do cinema italiano. Nascido em 12 de fevereiro de 1923 em Florença, o diretor morreu dormindo na sua casa em Roma. Ele tinha noventa e seis anos.

Descendente de um dos irmãos de Leonardo da Vinci, Zeffirelli era um filho ilegítimo de dois amantes e, sem poder receber o nome nem do pai e nem da mãe, ela nomeou o filho "Zefiretti" em homenagem às "pequenas brisas" mencionadas na ópera Idomeneo de Mozart. Porém, um erro no cartório acabou transformando seu nome em Gian Franco Corsi Zeffirelli, ou apenas Franco Zeffirelli. Com a morte da mãe, foi criado por um grupo de inglesas expatriadas em Florença, as "Escorpiãs", que tinham o apelido pelo senso de humor ácido. Ele graduou na Academia de Belas Artes de Florença em 1941 e lutou na Segunda Guerra como um partisan, o grupo de resistência armada ao fascismo.

Zefirelli desviou das artes plásticas quando viu uma montagem de Henrique V no teatro. Começou no cinema trabalhando com Luchino Visconti em A Terra Treme como assistente de direção. Também trabalharia para Vittorio De Sica e Roberto Rossellini, fazendo seu próprio nome na década de 60 como diretor de teatro em Nova York e Londres. Em 1967, estreou no cinema com seu primeiro filme, A Megera Domada, com Elizabeth Taylor e Richard Burton, até hoje a versão cinematográfica mais famosa da peça de Shakespeare.

Porém, a consagração definitiva veio quando Zeffirelli dirigiu sua versão de Romeu e Julieta (1968), se tornando o maior sucesso de sua carreira, descobrindo os atores Leonard Whithing e Olivia Hussey, com 17 e 16 anos à época, respectivamente. O filme ganhou Oscar de Melhor Fotografia e Melhor Figurino, também tendo sido indicado a Melhor Direção e Melhor Filme, sendo a última adaptação de Shakespeare a receber tal indicação até a presente data.

Após tal triunfo, Zeffirelli recebeu reações mistas ao projeto Irmão Sol, Irmã Lua, sobre a vida de Francisco de Assis, mas novamente encontraria grande sucesso com Jesus de Nazaré, conhecidíssima versão da vida de Jesus Cristo com Robert Powell (Um Golpe à Italiana) como o Messias do Cristianismo. A minissérie é veiculada em países de maioria cristã até hoje em épocas religiosas comemorativas como a Páscoa e o Natal.

Após isso, sua carreira teria poucos destaques, entre eles O Campeão, drama de esportes com Jon Voight, uma versão de Hamlet estrelada por Mel Gibson e a semi-autobiografia Chá com Mussolini (1999). Seu último longa foi em 2002, a biografia Callas Forever, sobre a lenda da ópera Maria Callas.

Em 2004, foi honrado cavaleiro honorário pelo Reino Unido pelo seu trabalho. Sua vida pessoal foi cercada de polêmicas, como receber acusação de blasfêmia de grupos religiosos mas criticar o diretor Martin Scorsese e seu A Última Tentação de Cristo como um "ataque ao mundo cristão feito pela escória cultural judia de Los Angeles". Sendo um católico conservador, serviu por dois mandatos como senador pelo partido Forza Italia de Silvio Berlusconi. Apesar de ter admitido sua homossexualidade em 1996, apoiava as visões da Igreja Católica sobre homossexualidade e aborto, pelo qual pedia "pena capital" para quem o praticasse o segundo. O diretor Bruce Robinson e o ator Johnathon Schaech em ocasiões diferentes o acusaram de avanços sexuais inapropriados e assédio. O cineasta e a família negaram em declarações.

Zefirelli deixa os filhos Pippo e Luciano Zefirelli, adotados na idade adulta e ex-empregados do diretor.

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Michael Rooker é escalado na série A Torre Negra


Michael Rooker é um dos "bad boys" preferidos do cinema e televisão, tendo como papéis centrais de sua carreira o serial killer protagonista em Henry - Retrato de um Assassino (1986), o violento ex-militar Merle Dixon em The Walking Dead e o carismático mercenário alienígena Youndu em Guardiões da Galáxia. Agora, Rooker afirmou em seu próprio site ter sido escalado na série da Amazon A Torre Negra.

Ainda não se sabe qual seria o papel de Rooker. Baseado em uma saga de livros escrita por Stephen King que mistura a estrutura épica das histórias de fantasia com a brutalidade típica dos filmes de faroeste, sendo segundo um autor uma mistura de "Senhor dos Anéis com Três Homens em Conflito", A Torre Negra narra a caçada do Pistoleiro Roland Deschain atrás do feiticeiro demoníaco Walter Padick, mais conhecido como O Homem de Preto, que tem como objetivo tomar controle da Torre Negra, edificação que serve como o centro da existência, e se tornar o "Deus de Tudo". 

A série se passará alguns anos antes do filme de 2017, explorando a história de origem de Roland Deschain, aqui interpretado por Sam Strike (Nightflyers) em papel que já foi de Idris Elba (Luther). O elenco também inclui Jasper Pääköne (Vikings) e Jerome Flynn (Game of Thrones), tendo como showrunner Glen Mazzara, que adaptou os quadrinhos de The Walking Dead entre a segunda e terceira temporada. A primeira temporada já iniciou as filmagens na Croácia, com os treze episódios esperados para estrearem em 2020.

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