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It - Capítulo Dois divulga primeiro teaser trailer


A New Line Cinema divulgou o primeiro teaser trailer de It - Capítulo Dois, que mostra uma crescida Beverly voltando a Derry e interagindo com uma senhora que, ainda que simpática, começa a se mostrar cada vez mais suspeita. Quando ela sai para fazer o café, olhar para os quadros confirma o motivo de sua suspeita.

O novo filme é ambientado 27 anos depois do primeiro filme, ambientado em 1988, e conta com os integrantes do "Clube dos Otários" Bill, Beverly, Ben, Richie, Stan, Mike e Eddie adultos retornando à sua cidade natal Derry para novamente lidar com a ameaça do palhaço sobrenatural Pennywise, uma entidade que retorna de tempos em tempos para se alimentar do medo das pessoas. 

Com James McAvoy (Vidro), Jay Ryan (Top of The Lake), Jessica Chastain (A Grande Jogada), Bill Hader (Barry), James Ransone (A Escuta), Andy Bean (Monstro do Pântano) e Bill Skarsgård (Atômica), o filme dirigido por Andy Muschietti (Mama) conclui a adaptação do romance monumental de Stephen King. A previsão de estreia no Brasil é para 5 de setembro de 2019.

Confira o trailer abaixo e deixe seu comentário!

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Confira o novo trailer de Homem-Aranha: Longe de Casa


Após os eventos de Vingadores: Ultimato, e podendo se ver (mais ou menos) livre de spoilers, a Marvel divulgou o novo trailer de Homem-Aranha: Longe de Casa, conectando a nova aventura do herói interpretado por Tom Holland a um dos eventos mais significativos da história recente do MCU: a morte do Tony Stark, o Homem-de Ferro.

O trailer novo dá mais profundidade à história, com Peter querendo curtir um pouco a adolescência em uma eurotrip, mas a chegada da vida adulta e das responsabilidades batem à porta quando o jovem sente-se no dever de honrar o legado do seu mentor Tony Stark, para isso ajudando Nick Fury, Maria Hill e a S.H.I.E.L.D. a lidar com criaturas poderosas conhecidas como Elementais, sendo assistido por isso por Quentin Beck, conhecido pela alcunha de Mysterio e que clama entender sobre os monstros e ser de uma realidade diferente, a Terra-833.

Muita informação para processar: o novo Homem-Aranha não só conecta com a última história lançada como também abre as portas para um conceito dos quadrinhos da Marvel ainda não explorado pelos filmes: o Multiverso. A maioria das histórias se passam na Terra-616,  mas há uma conjunção de realidades paralelas como o Microverso, a Zona Negativa e o interior da Jóia da Alma.

O conceito de Multiverso foi introduzido nas páginas do Capitão Britânia, onde cada realidade era guardada por um herói com esta alcunha. Nos quadrinhos, a Terra-833 é o lar do Aranha-UK, uma variante britânica do herói e único sobrevivente dessa realidade. O conceito dos vários Homens-Aranha diferentes explorado em Homem-Aranha no Aranhaverso parte de um arco onde um exército de variantes do herói descobre Karn, um membro de um grupo maligno conhecido como os Herdeiros que acaba se redimindo e se tornando um Mestre Tecelão, responsável por tecer a Teia da Vida e do Destino, que conecta todas as realidades alternativas. 

Após uma das grandes batalhas da década, a Marvel está sonhando alto. Não sabemos ainda até quando esse projeto continuará sendo expandido, mas o trailer cheio de novidades pode ser visto abaixo. Não se esqueça de comentar!

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Divulgado o primeiro trailer de Sonic - O Filme


Foi divulgado o primeiro trailer para Sonic - O Filme, adaptação em live-action e motion capture do clássico videogame do Master System e desde o ano passado um dos projetos mais polêmicos da internet, que em grande parte recebeu mal a concepção visual realista do ouriço azul velocista.

O filme foi produzido em associação internacional entre várias companhias, as mais famosas sendo a Paramount Pictures e a Sega e conta a história de Tom Wachowski, um xerife da pequena Green Hills que viaja até San Francisco para ajudar Sonic, um ouriço azul antropomórfico que é capaz de correr a velocidades incríveis,  tentando tanto livrar Sonic das garas do governo quanto para somar forças na batalha contra o vilão Dr. Robotnik.

Com Ben Schwartz (Parks and Recreation) fazendo a voz de Sonic, James Marsden (Westworld) como o xerife e Jim Carrey (O Máskara) como o vilão Robotnik, Sonic - O Filme é dirigido por Jeff Fowler, responsável pelos efeitos visuais de Onde Vivem os Monstros e que estreia na direção de longas-metargens.

O filme estreia no Brasil em 14 de maio de 2019. Veja o trailer abaixo e deixe seu comentário!

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Olhares para o passado


O Olhar de Cinema começa no próximo dia 5 de junho e durante 9 dias a extensa programação incluirá as tradicionais mostras de retrospectivas e clássicos, procurando como sempre reverberar o nosso tempo. E dentro do atual cenário do país de perdas de certezas e um infeliz elogio a repressão política, uma homenagem a um cineasta que viveu no exílio se faz necessário, infelizmente. Assim sendo, a Retrospectiva desse ano é denominada 'Raoul Ruiz e os Diálogos no Exílio', um recorte preciso sobre o período em que o renomado cineasta chileno precisou se afastar de seu país devido à ditadura imposta.

Falecido em 2011 aos 70 anos, Raoul construiu uma filmografia muito particular, ligando seu nome a narrativas nunca tradicionais, situações surreais e muitas vezes nonsense, além de ter formado ao longo de mais de 100 filmes que dirigiu um olhar sobre a própria condição de exilado, que tantas vezes refletiu em seu próprio cinema. Sua filmografia se espalhou por diversos países, mas no seu Chile natal e na França que escolheu viver se encontraram os grandes momentos dessa obra singular, cheia de autenticidade e que reverberou seu país e as tradições disruptivas que ele amalgamou com a junção desses dois Estados tão diferenciados.

De sua longa obra, o Olhar vem buscar filmes realizados entre os anos 60 e 70, que dialogavam muito com sua situação de exílio e cujo período conversa com a própria ditadura brasileira. Disse Antônio Junior, diretor geral e de programação do Festival: "talvez há um ano atrás, esse tema não fizesse muito sentido à nossa realidade; infelizmente, nossa realidade política hoje observa a situação de um exilado sob uma perspectiva aproximada e a obra de Ruiz, especificamente nesse recorte escolhido, mostra a potência do seu criador e também se comunica com toda a América Latina no mesmo período".

Além dos 8 filmes dirigidos por Ruiz, outras 10 produções dirigidas por grandes nomes nossos que igualmente abordam o exílio e a ditadura foram selecionadas para essa edição do Olhar, de nomes como os de Glauber Rocha, Lúcia Murat, Cacá Diegues, Júlio Bressane, Ruy Guerra e Helena Solberg. Abaixo, os filmes do Olhar Retrospectivo:

Três tristes tigres (Tres tristes tigres, 1968, Chile, 98 min)

Diálogos dos exiliados (Diálogos de exiliados/Dialogue d’exilés, 1975, Chile/França, 104 min)

A vocação suspensa (La vocation suspendue, 1977, França, 95 min)

A hipótese do quadro roubado (L’Hypothèse du tableau volé, 1978, França, 64 min)

As divisões da natureza (Les divisions de la nature: Quatre regards sur le château de Chambord, 1978, França, 31min)

Dos grandes eventos e pessoas comuns (De grands événements et des gens ordinaires, 1979, França, 61min)

O teto da baleia (Het dak van de walvis, 1982, Holanda, 90 min)

As três coroas do marinheiro (Les trois couronnes du matelot, 1983, França, 117 min)

Os 10 filmes a seguir, dirigidos por cineastas brasileiros exilados, também foram confirmados para a Retrospectiva. Os filmes serão exibidos em suas cópias digitais:

Meio-dia (dir. Helena Solberg, 1970, Brasil, 11 min)

Un séjour (dir. Carlos Diegues, 1970, França, 56min)

O Leão de Sete Cabeças (Der Leone Have Sept Cabeças, dir. Glauber Rocha, 1970, França/Itália/Brasil, 99 min)

Não é hora de chorar (No es hora de llorar, dir. Luiz Alberto Barreto Leite Sanz e Pedro Chaskel, 1971, Chile, 36 min)

Memórias de um estrangulador de loiras (dir. Júlio Bressane, 1971, Inglaterra/Brasil, 71 min)

A dupla jornada (dir. Helena Solberg, 1975, Argentina/Bolívia/México/Venezuela, 54 min)

Estas são as armas (dir. Murilo Salles, 1978, Moçambique, 56 min)

Mueda, memória e massacre (dir. Ruy Guerra, 1979, Moçambique, 75 min)

O pequeno exército louco (dir. Lúcia Murat e Paulo Adário, 1984, Brasil/Nicarágua, 52 min) 

Fragmentos de exílio (dir. Sivio Tendler, 2003, Brasil, 6 min)

A Olhares Clássicos vai além da homenagem a um nome específico, e abrange a visitação por obras inesquecíveis e primordiais do nosso cinema, em versões restauradas para longas metragens cujas oportunidades de conferir em tela grande são raras. Além disso, o festival costuma selecionar ao menos um filme de grandes nomes que faleceram no período, como são os casos de Nelson Pereira dos Santos, Jonas Mekas, Kira Muratova, Stanley Donen e a mais recente de um dos maiores nomes da História do Cinema, Agnès Varda.

Algumas sessões serão obrigatórias, como a de O Funeral das Rosas, um dos primeiros títulos a celebrar a causa LGBTQ no cinema ao percorrer bares e boates gays, em formato que mistura documentário com a típica psicodelia de 1969, pelas mãos de um dos mais proeminentes cineastas experimentais japoneses, Toshio Matsumoto. Ou o vencedor do Leopardo de Ouro em Locarno '70, Ó, Sol, do mauritano Med Hondo, falecido em março. Conterrâneo do homenageado passado do Olhar Djibril Diop Mambety, também Hondo é adepto do experimentalismo e foi intensamente celebrado com essa vitória a um filme que não perdeu sua força, e que celebra uma forma de se livrar do julgo para imigrantes africanos na França do período. 

Ainda terá por lá exibição do impressionante O Conformista, de Bernardo Bertolucci, bem como A Longa Caminhada, de Nicolas Roeg. A russa Kira Muratova terá a oportunidade de se tornar mais reconhecida no país, já que seu nome nunca foi muito difundido por aqui, através de um de suas obras mais importantes, 'Conhecendo o Grande e Vasto Mundo'. E um dos filmes mais importantes de Agnès Varda, Os Renegados, estará homenageando a grande dama e uma das criadoras da Nouvelle Vague. 

Abaixo, a lista dos clássicos que estarão no Olhar: 

O Funeral das Rosas (Funeral Parade of Roses, dir. Toshio Matsumoto, Japão, 1969, 105 min.)

Filhas do Pó Daughters of the Dust, dir. Julie Dash, EUA, 1991, 112min.)

Ó, Sol (Soleil Ô, dir. Med Hondo, Mauritânia, 1970, 98 min.)

O Conformista (Il conformista, dir. Bernardo Bertolucci, Itália, 1970, 113 min.)

Conhecendo o grande e vasto mundo (Getting to Know the Big Wide World, dir. Kira Muratova, União Soviética, 75min. 1978) 

Os Renegados (Sans toit ni loi, dir. Agnès Varda, França, 105 min. 1985)

A Longa Caminhada (Walkabout, dir. Nicolas Roeg, Austrália/Reino Unido, 1971, 100min)

Cantando na Chuva (Singin’ in the Rain, dir. Stanley Donen, EUA, 1952, 103min)

Memórias do cárcere (dir. Nelson Pereira dos Santos, Brasil, 1984, 185min)

 

Programa Germaine Dulac


Celles qui s’en font (dir. Germaine Dulac, França, 1928, 6min)

La cigarette (dir. Germaine Dulac, França, 1919, 56min)

Danses espagnoles (dir. Germaine Dulac, França, 1928, 7min)

Reminiscências de uma Viagem à Lituânia (Reminiscences of a Journey to Lithuania, dir. Jonas Mekas, Lituânia/EUA, 1972, 82min)

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John Singleton falece aos 51 anos

Após sofrer um derrame no dia 17 de abril de 2019 e estar desde então em coma, o diretor John Singleton teve os aparelhos que o mantinham vivo desligados e faleceu aos cinquenta e um anos de idade.

Singleton destacou-se em Hollywood com Os Donos da Rua (1991), que o tornou o cineasta mais jovem e o primeiro afro-americano indicado ao Oscar de Melhor Direção, também lançando para a fama o ator Cuba Gooding Jr. (Homens de Honra). Desde então, Singleton ainda comandaria o remake Shaft (2000), a sequência +Velozes +Furiosos (2003) e o clipe de Michael Jackson Remember The Time.

Pai de cinco filhos, um deles com a atriz Akosua Busia (A Cor Púrpura), Singleton também dirigiu episódios das séries Empire e American Crime Story e criticava ativamente Hollywood por questões raciais, chegando a afirmar  em uma palestra universitária que para diretores negros só era possível fazer filmes sobre questões de raça.

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CANNES | Bong Joon-ho vence a Palma de Ouro com Parasite

Foram distribuídos hoje os prêmios da principal mostra competitiva do Festival de Cannes. O grande destaque desta edição foi Parasite, novo trabalho do coreano Bong Joon-ho (Memórias de um Assassino), que venceu a concorrida Palma de Ouro, prêmio máximo do festival.

Reconhecido mundialmente por sua competência em construir narrativas audaciosas e com viés fantástico (como em O Hospedeiro, Expresso do Amanhã e Okja), neste novo projeto Bong Joon-ho investe em cenários menos ambiciosos para narrar uma história tragicômica, com conflitos sociais que giram em torno de uma família de desempregados vivendo em um pequeno apartamento sujo e escuro.

Prêmio para o Brasil

O cinema brasileiro também fez sucesso nesta edição do festival. Bacurau, de Kleber Mendonça Filho, dividiu com o francês Les Miserables o Prêmio do Juri, terceira categoria mais importante do evento - A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, de Karim Aïnouz, já havia recebido ontem o prêmio de melhor filme da mostra Un Certain Regard.

Atlantique, da cineasta senegalesa Mati Diop, saiu premiado com o segundo principal troféu de Cannes, o Grand Prix, completando o quadro de filmes que receberam maior destaque no evento.

Confira todos os vencedores do 72o Festival de Cannes:

Palma de Ouro (Curta): The Distance Between Us and The Sky (Grécia)
Câmera de Ouro (Direção de fotografia): Nuestras Madrees (Guatemala)
Roteiro: Portrait of a Lady on Fire (França)
Atriz: Emily Beecham por Little Joe (Inglaterra)
Ator: Antonio Banderas por Dolor y Glória (Espanha)
Direção: Jean-Pierre & Luc Dardenne por Le Jeune Ahmed (Bélgica)
Prêmio do Júri (3º lugar): Empate técnico entre Les Misérables (França) e Bacurau (Brasil)
Grand Prix (2º lugar): Atlantics (Senegal)
Palma de Ouro (1º lugar): Parasite (Coreia do Sul)

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O novo Cineplayers - as últimas atualizações

Esta matéria agrega as novidades que vem sendo implementadas no novo portal do Cineplayers, para você não ficar perdido no que vem rolando. No último dia 28 de abril, lançamos o nosso novo portal, citando que haveria, em um momento inicial, várias limitações. Desde lá, estamos trabalhando duro para trazer toda a qualidade e as ferramentas a que você já estava acostumado a esta nova geração do site.

Fique à vontade para utilizar este espaço (através da seção de comentários, logo abaixo), para elogios, críticas (construtivas) e sugestões.

Sem mais delongas, abaixo está o change log:

24/05/2019
- Para usuários logados, incluído, nos tops, as suas respectivas notas (balão branco). Um exemplo aqui.
- Incluídos tops por país. Acessar a partir da seção Tops.

22/05/2019
- Adiciona a seção COMENTÁRIOS RECENTES na capa do site.

21/05/2019
- As fichas de filmes e séries receberam um link para listas de top e bottom a que pertencem (se pertencerem a alguma). Um exemplo aqui.
- Incluído Top 100 Séries.
- Incluído Bottom 100 Séries.

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Karim Ainouz arrebata Cannes

Pra que acompanha o Festival de Cannes, sabe que a Un Certain Regard é a principal mostra paralela do festival e que sua premiação acontece um dia antes da competição central. E a presidente Nadine Labaki foi completamente favorável ao Brasil nessa sexta, concedendo o prêmio de melhor filme a 'A Vida Invisível de Euridice Gusmão', o novo filme de Karim Ainouz e cravando essa vitória pro Brasil em um ano muito relevante pro país no Festival.

A premiação, que também contemplou grandes nomes do cinema, como Albert Serra, Christophe Honore, Chiara Mastroianni e Bruno Dumont, consagra o cineasta que estreou na mesma mostra de Cannes há quase 20 anos atrás com 'Madame Satã', e agora alcança o lugar mais alto do podium com essa produção de Rodrigo Teixeira, estrelada por Carol Duarte, Julia Stockler, Gregório Duvivier e participação de Fernanda Montenegro. O filme é baseado na obra de Martha Batalha e conta a história da separação de duas irmãs na década de 50 no Rio de Janeiro. O lançamento do filme em circuito está previamente marcado para novembro.

Para a cerimônia de amanhã, estão nas bolsas de apostas as presenças de Pedro Almodovar, Celine Sciamma, Bong Joon-ho, Elia Suleiman, Quentin Tarantino, além de ficarmos na torcida para Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles estarem na plateia vencedora desse sábado. Abaixo, os vencedores de hoje:

Filme: A Vida Invisível de Euridice Gusmão, Karim Ainouz 

Prêmio do Júri: O que Arde, Oliver Laxe 

Direção: Kantemir Balagov, Beanpole

Performance: Chiara Mastroianni, Chambre 212

Prêmio especial do juri: Albert Serra, Liberté

Prêmio especial do júri: Joan of Arc, Bruno Dumont

Coup de Coeur Award: A Brother’s Love, Monia Chokri; The Climb, Michael Angelo Covino

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A expansão do Ecrã

Em franca expansão (infelizmente ao contrário da atual cena de festivais brasileiros, afetados pela crise e pelo embargo da Lei de Incentivo à Cultura), o Festival ECRÃ começa a mostrar a forma de sua terceira edição, cujos títulos acabam de ser anunciados. Celeiro do cinema experimental e/ou independente do país e do mundo, o Ecrã irá se realizar entre os próximos dias 11 a 21 de julho, na Cinemateca do MAM (RJ), com entradas gratuitas. Sim, você está lendo certo: um festival de cinema, com pré estreias de longas e curtas metragens que correram o mundo, premiados no Brasil e também internacionalmente, tem entradas 'free' durante 10 dias no certo do Rio de Janeiro. Se dizer que é imperdível soa como eufemismo, vamos a seleção. 

O festival trará na sua noite de abertura os filmes 'Lembra' de Leonardo Martinelli premiado no último Festival do Rio, e 'Os Jovens Baumann', impressionante estreia na direção de Bruna Carvalho Almeida que deu as caras no último festival de Brasília. Para o encerramento, o jovem realizador Gabriel Papaleo apresenta seu novo filme 'Protejam essa Laje', junto com a estreia carioca de 'Enquanto Estamos Aqui', longa de Clarissa Campolina e Luiz Pretti, vindo direto do Olhar de Cinema, em Curitiba. 


O festival vem cheio de novidades, como o aumento de sua duração e títulos - saindo de uma semana para 10 dias - e um novo pouso, pois uma parceria com o SESC Rio permitirá que o mesmo se desenrole também em suas agências no estado, começando dia 11 e indo até o dia 28, ou seja, uma semana a mais que a sede oficial. Para comportar tanto tempo, o Ecrã esse ano trará 70 títulos a disposição do público, além de instalações que complementam o programa oferecido. 


O festival trará grandes títulos de Berlim, Rotterdam, IndieLisboa, Brasília, Tiradentes entre outros, inclusive os vencedores desse último, 'Vermelha' de Getúlio Ribeiro, e 'Negrum3' de Diego Paulino, além do filme de abertura de lá, o média metragem 'Vaga Carne', baseado na obra e dirigido por Grace Passô, além de Ricardo Alves Jr. 


Grandes nomes do cinema como James Banning e Júlio Bressane estarão presentes com novos trabalhos, respectivamente 'Leitores' e 'Nietzsche Sils Maria Rochedo de Surlej'. Bruce LaBruce, papa do cinema LGBTQ, vem com uma sci-fi experimental, 'O Cérebro de Ulrike', enquanto o austríaco Virgil Widrich ganhará um programa especial com seis de seus trabalhos, ele que já foi indicado ao Oscar mas é ainda tão pouco conhecido no país. 


O festival ainda abrirá espaço para debates sobre cinema experimental com a professora Patrícia Machado, com o curador do Festival Dobra Lucas Murai, o crítico Juliano Gomes, entre muitos outros. Além da parceria com a ABRACCINE (Associação Brasileira de Críticos de Cinema), que estará durante o evento lançando sua nova publicação, 'Trajetória da crítica de cinema no Brasil', com a presença de membros. 


Abaixo a lista de atrações que mais uma vez farão do Ecrã o palco de holofote para o cinema experimental no Rio. 

LONGAS E MÉDIAS-METRAGENS

8 CAMINHOS PARA O COLÉGIO (8 Chemin du Tracas) de Jean-Marc Boulard

ALABASTRO (Albatrê) de Jacques Perconte

AMALIA (idem) de Omar Rodriguez-Lopez

ANOS DE CONSTRUÇÃO (Yers of Construction) de Heinz Emigholz

A CIDADE ESCONDIDA (La Ciudad Oculta) de Victor Moreno

O CÉREBRO DE ULRIKE (Ulrike's Brain) de Bruce LaBruce

CORSARIO (idem) de Raul Perrone

DIÁRIO DE TERRAÇOS E TORRES DE ÁGUA (Diary of Rooftops and Water Towers) de Nobuyuki Asai

AS ESQUECIDAS CORES DOS SONHOS (The Forgotten Colours of Dreams) de Johnny Clyde

ESSES DIAS (These Days) de Andre de Nervaux

EU SOU O RIO (idem) de Gabraz Sanna e Anne Santos

O EXPURGO DA TERRA (Purge This Land) de Lee Anne-Schmitt

FAMÍLIA.TRABALHO.COMPRAS (Family.Work.Shop) de 猫 シ Corp.

FILME CATÁSTROFE (Film Catastrophe) de Paul Grivas

HISTORIE(S) DU TEMPS (idem) de Eli Hayes

INTERCÂMBIO (Interchange) de Brian M. Cassidy & Mélanie Shatzky

LEITORES (Readers) de James Benning

MCLUHAN ESNOBADO: O CÍNICO OCIDENTAL (McLuhan Unclaimed: The Western Cynical) de Richard Altman

MIRANTE (idem) de Rodrigo John

NIETZSCHE SILS MARIA ROCHEDO DE SURLEJ (idem) de Júlio Bressane, Rodrigo Lima e Rosa Dias

NOTAS DE UMA VIAGEM (Notes From a Journey) de Clara Pais e Daniel Fawcett

SUA EXISTÊNCIA COMEÇOU NESSA HORA (It's Existence Commenced This Hour) de Wolfgang Lehmann

TROVÃO DO MAR (Tonnerre Sur Mer) de Yotam Ben-David

VAGA CARNE (idem) de Grace Passô e Ricardo Alves Jr.

VERMELHA (idem) de Getúlio Ribeiro

A VISÃO DE TONDAL (Tondal's Vision) de Stephen Broomer

 

CURTAS-METRAGENS

ADEUS ÀS COISAS (idem) de Ian Schuler

AFETO (idem) de Gabriela Meirelles e Tainá Medina

AR DA MEMÓRIA (idem) de Chris Martins

BEM NO MEIO DO CÉU (idem) de Isabella Raposo e Thiago Brito

CALMA (idem) de Rafael Simões

CONCRETO CINZA ABSTRATO  (idem) de Henrique Grasi

A CONSULTA DE TRÊS DA TARDE COM O DR. HARLOW (Beth's Three O'Clock with Dr. Harlow) de Emma Penaz Eisner

CORRENTEZA IX (Stream IX) de Hiroya Sakurai

A CORRIDA DE CAMELOS (The Camel Race) de Isabelle Carbonell

CRÔNICAS DE LÁ E LUGAR NENHUM (Chronicles From There and Nowhere) de Jérémy Griffaud

DISPOSITIVOS MÓVEIS (Mobile Devices) de Paul Echeverria

FAR FA LOO (idem) de Luis Grane

HISTÓRIAS DE FANTASMAS (idem) de Carlos Pereira

INTERMEDIÁRIO (Intermediate) de Antonin Rozakis

LATITUDE DOS CAVALOS (The Horse Latitudes) de Damon Mohl

LENDO//VENDO//BENNING (Reading//Binging//Benning) de Kevin B. Lee & Cholé Galibert-Lainé

LÍNGUA NOS DENTES (Teeth Tongue) de Michael Wawzeneck

MEMÓRIAS DE 02/19 (idem) de Luiz Eduardo Kogut

MUDANÇA CONTEMPORÂNEA (Mudanza Contemporânea) de Teo Guillem

NEGRUM3 (idem) de Diego Paulino

NOTAS SOBRE OS VIVOS (Notes on Living) de Inês Pedrosa e Melo

NOVA VOZ (Nou Voix) de Máxime-Jean Baptiste

NUTSIGASSAT (idem) de Tinne Zenner

PAISAGEM VIRA PAISAGEM (Landscape Becoming Landscape) de Pamela Breda

PERMANECENDO COM O PROBLEMA (Staying with the Problem) de Alyona Larionova

POR FAVOR, SAIA DO ENQUADRAMENTO (Please Step Out of the Frame) de Karissa Kahn

SENSORES (Sensors) de Kent Tate

SÓ UM POUCO AQUI (Sólo un poco aqui) de Duo Strangloscope

O SUBMUNDO (The Underworld) de Jann Clavadetscher

SKYLINE (idem) de Janja Rakus

TRANSIÇÕES de Aurèle Ferrier

O ÚLTIMO DIA DA MARIPOSA (The Last day of the Luna Moth) de Guillaume Vallé

WIDE AWAKE (idem) de Rafael de Almeida

XI – A FORÇA (idem) de Onze

 

SESSÃO DE ABERTURA

LEMBRA de Leonardo Martinelli

OS JOVENS BAUMANN de Bruna Carvalho Almeida

 

SESSÃO DE ENCERRAMENTO

PROTEJAM ESSA LAJE de Gabriel Papaléo

ENQUANTO ESTAMOS AQUI de Clarissa Campolina & Luiz Pretti

 

PROGRAMA VIRGIL WIDRICH

 BACKTRACK

COPIADORA

FILME RÁPIDO (Fast Film)

MATÉRIA DA LUZ (Light Matter)

FAZER/REAL (Make/Real)

TX-REVERSE

 

INSTALAÇÕES

365 DIAS, TAMBÉM CONHECIDO COMO UM ANO (365 Days Also Known as a Year) de Drmitriev Bondarchuck

BOOKANIMA: DANCE (idem) de Shon Kim

CARROSSEL (Merry-go-round) de Ihor Podolchak

COSMOS OBSCURA (idem) de Katherine Balsey e Irina Escalante Chernova

DANÇA FANTASMA (Ghost Dance) de Emilia Izquierdo

FILMES PARA QUADROS VOL.1 (Pictures for Frames Vol.1) de Lee Eubanks

LARÁPIOS (idem) de Michel Sherett & Videocoletivo

MULTIDÕES (Crowds) de Sarah Friedland

OBSOLESCÊNCIA DESPROGRAMADA (idem) de Duo 2x4

SOBREVIDA #4 (idem) de Patrícia Gouvêa

UM CONTO DE SANTA MARIA (Un Cuento de Santa Marìa) de Emanuele Dainoti

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Bond 25 | Daniel Craig sofre acidente e vai passar por cirurgia

Daniel Craig hesitou muito para voltar à pele do agente 007, e temos um novo motivo para entender o porquê disso. Via Twitter, a produção de Bond 25 divulgou que o ator britânico sofreu um acidente durante as gravações do longa-metragem e será submetido a uma cirurgia. 

"Atualização: Daniel Craig será submetido a uma cirurgia simples no tornozelo, resultado de uma lesão durante gravações na Jamaica. A produção continuará enquanto Craig se reabilita por duas semanas após a cirurgia. O filme segue em curso para a mesma data de lançamento, em abril de 2020", assina a produção.

O evento não é novidade: Daniel Craig quebrou os dentes em 007 - Cassino Royale, cortou o dedo durantes as filmagens de 007 - Quantum of Solace e lesionou o joelho em 007 Contra Spectre

Cary Fukunaga (True Detective, Beasts of No Nation) dirige o filme, coestrelado por Rami Malek (Bohemian Rhapsody), Billy Magnussen (Aladdin), Ana de Armas (Blade Runner 2049), Lashana Lynch (Capitã Marvel) e David Dencik (Boneco de Neve). Bond 25 estreia no dia 9 de abril de 2020.

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