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It - Capítulo Dois divulga primeiro teaser trailer


A New Line Cinema divulgou o primeiro teaser trailer de It - Capítulo Dois, que mostra uma crescida Beverly voltando a Derry e interagindo com uma senhora que, ainda que simpática, começa a se mostrar cada vez mais suspeita. Quando ela sai para fazer o café, olhar para os quadros confirma o motivo de sua suspeita.

O novo filme é ambientado 27 anos depois do primeiro filme, ambientado em 1988, e conta com os integrantes do "Clube dos Otários" Bill, Beverly, Ben, Richie, Stan, Mike e Eddie adultos retornando à sua cidade natal Derry para novamente lidar com a ameaça do palhaço sobrenatural Pennywise, uma entidade que retorna de tempos em tempos para se alimentar do medo das pessoas. 

Com James McAvoy (Vidro), Jay Ryan (Top of The Lake), Jessica Chastain (A Grande Jogada), Bill Hader (Barry), James Ransone (A Escuta), Andy Bean (Monstro do Pântano) e Bill Skarsgård (Atômica), o filme dirigido por Andy Muschietti (Mama) conclui a adaptação do romance monumental de Stephen King. A previsão de estreia no Brasil é para 5 de setembro de 2019.

Confira o trailer abaixo e deixe seu comentário!

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Confira o novo trailer de Homem-Aranha: Longe de Casa


Após os eventos de Vingadores: Ultimato, e podendo se ver (mais ou menos) livre de spoilers, a Marvel divulgou o novo trailer de Homem-Aranha: Longe de Casa, conectando a nova aventura do herói interpretado por Tom Holland a um dos eventos mais significativos da história recente do MCU: a morte do Tony Stark, o Homem-de Ferro.

O trailer novo dá mais profundidade à história, com Peter querendo curtir um pouco a adolescência em uma eurotrip, mas a chegada da vida adulta e das responsabilidades batem à porta quando o jovem sente-se no dever de honrar o legado do seu mentor Tony Stark, para isso ajudando Nick Fury, Maria Hill e a S.H.I.E.L.D. a lidar com criaturas poderosas conhecidas como Elementais, sendo assistido por isso por Quentin Beck, conhecido pela alcunha de Mysterio e que clama entender sobre os monstros e ser de uma realidade diferente, a Terra-833.

Muita informação para processar: o novo Homem-Aranha não só conecta com a última história lançada como também abre as portas para um conceito dos quadrinhos da Marvel ainda não explorado pelos filmes: o Multiverso. A maioria das histórias se passam na Terra-616,  mas há uma conjunção de realidades paralelas como o Microverso, a Zona Negativa e o interior da Jóia da Alma.

O conceito de Multiverso foi introduzido nas páginas do Capitão Britânia, onde cada realidade era guardada por um herói com esta alcunha. Nos quadrinhos, a Terra-833 é o lar do Aranha-UK, uma variante britânica do herói e único sobrevivente dessa realidade. O conceito dos vários Homens-Aranha diferentes explorado em Homem-Aranha no Aranhaverso parte de um arco onde um exército de variantes do herói descobre Karn, um membro de um grupo maligno conhecido como os Herdeiros que acaba se redimindo e se tornando um Mestre Tecelão, responsável por tecer a Teia da Vida e do Destino, que conecta todas as realidades alternativas. 

Após uma das grandes batalhas da década, a Marvel está sonhando alto. Não sabemos ainda até quando esse projeto continuará sendo expandido, mas o trailer cheio de novidades pode ser visto abaixo. Não se esqueça de comentar!

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Divulgado o primeiro trailer de Sonic - O Filme


Foi divulgado o primeiro trailer para Sonic - O Filme, adaptação em live-action e motion capture do clássico videogame do Master System e desde o ano passado um dos projetos mais polêmicos da internet, que em grande parte recebeu mal a concepção visual realista do ouriço azul velocista.

O filme foi produzido em associação internacional entre várias companhias, as mais famosas sendo a Paramount Pictures e a Sega e conta a história de Tom Wachowski, um xerife da pequena Green Hills que viaja até San Francisco para ajudar Sonic, um ouriço azul antropomórfico que é capaz de correr a velocidades incríveis,  tentando tanto livrar Sonic das garas do governo quanto para somar forças na batalha contra o vilão Dr. Robotnik.

Com Ben Schwartz (Parks and Recreation) fazendo a voz de Sonic, James Marsden (Westworld) como o xerife e Jim Carrey (O Máskara) como o vilão Robotnik, Sonic - O Filme é dirigido por Jeff Fowler, responsável pelos efeitos visuais de Onde Vivem os Monstros e que estreia na direção de longas-metargens.

O filme estreia no Brasil em 14 de maio de 2019. Veja o trailer abaixo e deixe seu comentário!

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Olhares para o passado


O Olhar de Cinema começa no próximo dia 5 de junho e durante 9 dias a extensa programação incluirá as tradicionais mostras de retrospectivas e clássicos, procurando como sempre reverberar o nosso tempo. E dentro do atual cenário do país de perdas de certezas e um infeliz elogio a repressão política, uma homenagem a um cineasta que viveu no exílio se faz necessário, infelizmente. Assim sendo, a Retrospectiva desse ano é denominada 'Raoul Ruiz e os Diálogos no Exílio', um recorte preciso sobre o período em que o renomado cineasta chileno precisou se afastar de seu país devido à ditadura imposta.

Falecido em 2011 aos 70 anos, Raoul construiu uma filmografia muito particular, ligando seu nome a narrativas nunca tradicionais, situações surreais e muitas vezes nonsense, além de ter formado ao longo de mais de 100 filmes que dirigiu um olhar sobre a própria condição de exilado, que tantas vezes refletiu em seu próprio cinema. Sua filmografia se espalhou por diversos países, mas no seu Chile natal e na França que escolheu viver se encontraram os grandes momentos dessa obra singular, cheia de autenticidade e que reverberou seu país e as tradições disruptivas que ele amalgamou com a junção desses dois Estados tão diferenciados.

De sua longa obra, o Olhar vem buscar filmes realizados entre os anos 60 e 70, que dialogavam muito com sua situação de exílio e cujo período conversa com a própria ditadura brasileira. Disse Antônio Junior, diretor geral e de programação do Festival: "talvez há um ano atrás, esse tema não fizesse muito sentido à nossa realidade; infelizmente, nossa realidade política hoje observa a situação de um exilado sob uma perspectiva aproximada e a obra de Ruiz, especificamente nesse recorte escolhido, mostra a potência do seu criador e também se comunica com toda a América Latina no mesmo período".

Além dos 8 filmes dirigidos por Ruiz, outras 10 produções dirigidas por grandes nomes nossos que igualmente abordam o exílio e a ditadura foram selecionadas para essa edição do Olhar, de nomes como os de Glauber Rocha, Lúcia Murat, Cacá Diegues, Júlio Bressane, Ruy Guerra e Helena Solberg. Abaixo, os filmes do Olhar Retrospectivo:

Três tristes tigres (Tres tristes tigres, 1968, Chile, 98 min)

Diálogos dos exiliados (Diálogos de exiliados/Dialogue d’exilés, 1975, Chile/França, 104 min)

A vocação suspensa (La vocation suspendue, 1977, França, 95 min)

A hipótese do quadro roubado (L’Hypothèse du tableau volé, 1978, França, 64 min)

As divisões da natureza (Les divisions de la nature: Quatre regards sur le château de Chambord, 1978, França, 31min)

Dos grandes eventos e pessoas comuns (De grands événements et des gens ordinaires, 1979, França, 61min)

O teto da baleia (Het dak van de walvis, 1982, Holanda, 90 min)

As três coroas do marinheiro (Les trois couronnes du matelot, 1983, França, 117 min)

Os 10 filmes a seguir, dirigidos por cineastas brasileiros exilados, também foram confirmados para a Retrospectiva. Os filmes serão exibidos em suas cópias digitais:

Meio-dia (dir. Helena Solberg, 1970, Brasil, 11 min)

Un séjour (dir. Carlos Diegues, 1970, França, 56min)

O Leão de Sete Cabeças (Der Leone Have Sept Cabeças, dir. Glauber Rocha, 1970, França/Itália/Brasil, 99 min)

Não é hora de chorar (No es hora de llorar, dir. Luiz Alberto Barreto Leite Sanz e Pedro Chaskel, 1971, Chile, 36 min)

Memórias de um estrangulador de loiras (dir. Júlio Bressane, 1971, Inglaterra/Brasil, 71 min)

A dupla jornada (dir. Helena Solberg, 1975, Argentina/Bolívia/México/Venezuela, 54 min)

Estas são as armas (dir. Murilo Salles, 1978, Moçambique, 56 min)

Mueda, memória e massacre (dir. Ruy Guerra, 1979, Moçambique, 75 min)

O pequeno exército louco (dir. Lúcia Murat e Paulo Adário, 1984, Brasil/Nicarágua, 52 min) 

Fragmentos de exílio (dir. Sivio Tendler, 2003, Brasil, 6 min)

A Olhares Clássicos vai além da homenagem a um nome específico, e abrange a visitação por obras inesquecíveis e primordiais do nosso cinema, em versões restauradas para longas metragens cujas oportunidades de conferir em tela grande são raras. Além disso, o festival costuma selecionar ao menos um filme de grandes nomes que faleceram no período, como são os casos de Nelson Pereira dos Santos, Jonas Mekas, Kira Muratova, Stanley Donen e a mais recente de um dos maiores nomes da História do Cinema, Agnès Varda.

Algumas sessões serão obrigatórias, como a de O Funeral das Rosas, um dos primeiros títulos a celebrar a causa LGBTQ no cinema ao percorrer bares e boates gays, em formato que mistura documentário com a típica psicodelia de 1969, pelas mãos de um dos mais proeminentes cineastas experimentais japoneses, Toshio Matsumoto. Ou o vencedor do Leopardo de Ouro em Locarno '70, Ó, Sol, do mauritano Med Hondo, falecido em março. Conterrâneo do homenageado passado do Olhar Djibril Diop Mambety, também Hondo é adepto do experimentalismo e foi intensamente celebrado com essa vitória a um filme que não perdeu sua força, e que celebra uma forma de se livrar do julgo para imigrantes africanos na França do período. 

Ainda terá por lá exibição do impressionante O Conformista, de Bernardo Bertolucci, bem como A Longa Caminhada, de Nicolas Roeg. A russa Kira Muratova terá a oportunidade de se tornar mais reconhecida no país, já que seu nome nunca foi muito difundido por aqui, através de um de suas obras mais importantes, 'Conhecendo o Grande e Vasto Mundo'. E um dos filmes mais importantes de Agnès Varda, Os Renegados, estará homenageando a grande dama e uma das criadoras da Nouvelle Vague. 

Abaixo, a lista dos clássicos que estarão no Olhar: 

O Funeral das Rosas (Funeral Parade of Roses, dir. Toshio Matsumoto, Japão, 1969, 105 min.)

Filhas do Pó Daughters of the Dust, dir. Julie Dash, EUA, 1991, 112min.)

Ó, Sol (Soleil Ô, dir. Med Hondo, Mauritânia, 1970, 98 min.)

O Conformista (Il conformista, dir. Bernardo Bertolucci, Itália, 1970, 113 min.)

Conhecendo o grande e vasto mundo (Getting to Know the Big Wide World, dir. Kira Muratova, União Soviética, 75min. 1978) 

Os Renegados (Sans toit ni loi, dir. Agnès Varda, França, 105 min. 1985)

A Longa Caminhada (Walkabout, dir. Nicolas Roeg, Austrália/Reino Unido, 1971, 100min)

Cantando na Chuva (Singin’ in the Rain, dir. Stanley Donen, EUA, 1952, 103min)

Memórias do cárcere (dir. Nelson Pereira dos Santos, Brasil, 1984, 185min)

 

Programa Germaine Dulac


Celles qui s’en font (dir. Germaine Dulac, França, 1928, 6min)

La cigarette (dir. Germaine Dulac, França, 1919, 56min)

Danses espagnoles (dir. Germaine Dulac, França, 1928, 7min)

Reminiscências de uma Viagem à Lituânia (Reminiscences of a Journey to Lithuania, dir. Jonas Mekas, Lituânia/EUA, 1972, 82min)

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John Singleton falece aos 51 anos

Após sofrer um derrame no dia 17 de abril de 2019 e estar desde então em coma, o diretor John Singleton teve os aparelhos que o mantinham vivo desligados e faleceu aos cinquenta e um anos de idade.

Singleton destacou-se em Hollywood com Os Donos da Rua (1991), que o tornou o cineasta mais jovem e o primeiro afro-americano indicado ao Oscar de Melhor Direção, também lançando para a fama o ator Cuba Gooding Jr. (Homens de Honra). Desde então, Singleton ainda comandaria o remake Shaft (2000), a sequência +Velozes +Furiosos (2003) e o clipe de Michael Jackson Remember The Time.

Pai de cinco filhos, um deles com a atriz Akosua Busia (A Cor Púrpura), Singleton também dirigiu episódios das séries Empire e American Crime Story e criticava ativamente Hollywood por questões raciais, chegando a afirmar  em uma palestra universitária que para diretores negros só era possível fazer filmes sobre questões de raça.

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HBO divulga trailer de Fronteiras do Universo

A HBO divulgou o trailer para a primeira temporada de His Dark Materials, conhecido aqui como Fronteiras do Universo. A trilogia literária de Philip Pullman composta por A Bússola de Ouro, A Luneta Âmbar e A Faca Sutil é um grande best-seller que já deu origem a um filme que adaptou o primeiro livro sem muito sucesso de bilheteria ou crítica.

Fronteiras do Universo é a história de Lyra Belacqua, uma menina que tem um animal mágico (ou daemon) chamado Pantalaimon e foi criada por catedráticos de uma universidade. Após seu tio, único parente vivo, ir para longe, ela passa a ser criada pela nobre Senhora Coulter. Quando recebe um item mágico e descobre que  Coulter chefia uma gangue de sequestradores, foge e começa uma vida de fugas e aventuras que se esticam até a dimensões paralelas.

Com James McAvoy (Fragmentado), Dafne Keen (Logan) e Ruth Wilson (Luther) nos papéis princpiais, Fronteiras do Universo estreia ainda em 2019.

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Robert Pattinson perto de ser o novo Batman


Fontes ligadas à Variety informam que Robert Pattinson (The Rover - A Caçada) está em negociações para viver o clássico Homem-Morcego em The Batman, filme dirigido por Matt Reeves (Planeta dos Macacos: A Guerra), filme que se dedicará a contar os primeiros anos de Bruce Wayne como o vigilante encapuzado de Gotham.

As fontes informam que o negócio ainda não está fechado, mas que o ator é a principal escolha e que o negócio pode ser fechado a qualquer momento. A Warner Bros. ainda não comentou nada. O filme sofreu um revés após Liga da Justiça não ir tão bem nas bilheterias e Ben Affleck (Argo) perder o interesse primeiramente em dirigir o filme, abandonando o papel em definitivo poucos meses após.

O projeto é esperado para começar a ser rodado no verão americano (meio do ano), com Reeves além de dirigir, também roteirizando o filme a partir de uma primeira versão de Ben Affleck e produzindo o filme ao lado de Dylan Clark, com quem produziu seus dois filmes da franquia Planeta dos Macacos. A estreia é esperada para 25 de junho de 2021.

Vale lembrar que, apesar de inicialmente ligado a franquias infanto-juvenis no início da sua carreira como Harry Potter e Crepúsculo, Pattinson há alguns anos vem conquistando grande prestígio crítico e sucesso entre público de nicho, trabalhando com David Cronenberg em Cosmópolis e Mapa Para as Estrelas, com os Irmãos Safdie em Bom Compotamento, com James Gray em Z - A Cidade Perdida e com Claire Denis no recente High Life, entre outros. 

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Confira o trailer da quinta temporada de Black Mirror


A Netflix divulgou essa semana o trailer da quinta temporada de Black Mirror, série inglesa criada por Charlie Brooker em 2011 e que alcançou grande sucesso ao mostrar de forma antológica (uma história diferente a cada episódio) os efeitos da tecnologia no nosso cotidiano.

Dessa vez, serão apenas três episódios, que parecem abordar temas como vício em tecnologia, auto-estima, relacionamentos afetivos e videogames. Ainda não há sinopses oficiais nem trailers separados, mas já é possível ver marcas registradas da série, como o tom alegórico, visuais absurdos e realismo pessimista.

Anthony Mackie (Vingadores: Ultimato) e Yahya Abdul-Mateen II (Aquaman) serão as estrelas do primeiro episódio, Striking Vipers, que parece abordar a relação entre casamento, tecnologia e infidelidade. Já Smithereens traz Andrew Scott (Victor Frankenstein) em um episódio sobre um homem aparentemente perdendo o controle com o fato de todos estarem vidrados em celulares. Por último, o terceiro episódio ainda sem nome anunciado traz a cantora pop Miley Cyrus, famosa pelo seu hit Wrecking Ball, como uma garota tímida que flerta com o sonho do sucesso, esbanjando referências à cultura pop.

Black Mirror volta 5 de junho. Confira o trailer abaixo e deixe seu comentário.

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Jean-Claude Brisseau falece aos 74 anos


O cineasta francês Jean-Claude Brisseau, famoso por abordar violência, sexualidade e misticismo em filmes radicalmente autorais, faleceu no dia 11 de maio de 2019. Ele tinha 74 anos e enfrentava um estado delicado de saúde já há algum tempo.

Brisseau era autodidata, tendo comprado uma câmera super-8 com o dinheiro que ganhava como professor na década de 70. Filmando durante os feriados, enviou seu primeiro filme La croisée des chemins para os cineastas Maurice Pialat (Sob o Sol de Satã) e Eric Rohmer (O Signo do Leão), e este último o ajudou a financiar seu primeiro projeto longa-metragem As Sombras. Alcançou sucesso comercial em 1989 com Boda Branca, filme que não era muito de seu apreço.

Com o fracasso de Anjo Negro, passou a se autoproduzir, retomando um novo auge na carreira coma trilogia formada por Coisas Secretas, Os Anjos Exterminadores e À Aventura. Em 2012, venceu o Leopardo de Ouro em Locarno por A Garota de Lugar Nenhum. Uma condenação na justiça por assédio sexual contra duas atrizes abalou bastante sua carreira e suas obras passaram a ser bastante espaçadas, mas o prestígio crítico já o havia consagrado como um dos diretores franceses mais importantes da sua geração. Seu último filme foi Que le diable nous emporte, lançado em 2018.

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Doris Day falece aos 97 anos


A atriz, cantora e ativista pelo direito dos animais Doris Day faleceu no dia 13 de maio de 2019. Ela tinha 97 anos e sua morte foi devido à pneumonia, segundo o que informou a organização de caridade Doris Day Animal Foundation, que anunciou a morte do ícone hollywoodiano.

Day nasceu em Cincinatti, Ohio em 3 de abril de 1922. Filha de um professor de música, Doris Mary Ann Kappelhoff era a mais nova de três irmãos e demonstrou interesse ainda jovem pela dança, formando um duo em Ohio com Jerry Doherty, mas teve que interromper essa carreira em 1937 após machucar a perna em um acidente de carro. Foi durante a recuperação do acidente que ela começou a desenvolver interesse por canto. Ela foi incentivada pela mãe e começou a atender aulas de canto e, durante esse período, conseguiu seu primeiro trabalho com o músico de jazz Barney Rapp, que lhe sugeriu o nome de palco "Doris Day".

Com Rapp, Day lançou seus primeiros sucessos musicais: Sentimental Journey, My Dreams Are Getting Better All The Time, I Got The Sun In The Morning, Till The End of Time, entre outros. Suas performances em turnês acabaram valendo uma recomendação dos compositores Jule Styne e Sammy Cahn para um papel no filme Romance em Alto-Mar, de Michael Curtiz, que lhe valeu mais um sucesso: It's Magic.

À época, foi eleita a estrela de cinema favorita dos soldados que lutavam na Guerra da Coréia, o que mostrava sua profunda identificação com o espírito estadunidense vigente. Na década de 50 atuou em Sempre Sonharei com Você, um de seus maiores sucessos e descolou o papel da protagonista Jane Calamidade no faroeste cômico-musical Ardida Como Pimenta. Nessa época tambe´m teve seu primeiro programa de rádio, o Doris Day Show.

Day chegou no ponto alto de sua carreira quando atuou para Alfred Hitchcock ao lado de James Stewart em O Homem Que Sabia Demais. Entre as músicas que cantou, uma delas, Que Sera Sera, se tornou um clássico da década e ganhou o Oscar de Melhor Canção Original. Sua parceria com Rock Hudson no final dos anos 50 e início dos 60 se provou um sucesso com Confidências à Meia-Noite, Volta Meu Amor e Não Me Mandem Flores. Nessa época, ganhou três Globo de Ouro em seis indicações e foi indicada uma vez ao Oscar. 

O ponto baixo de sua vida foi descobrir que seu terceiro marido Martin Melcher, falecido em 1968 e o advogado de Day Jerome David Rosenthal haviam acabado com suas finanças. Em declínio com a crítica, Day lançou seu último filme no mesmo ano, Tem Um Homem na Cama da Mamãe. Desde então, se dedicou à televisão e voltou a se dedicar à música. Com o tempo, tentaram homenagear Day inúmeras vezes com prêmios honorários de Oscar e o American Film Institute, mas recusou todas as vezes, declarando ser "parte de sua vida passada".

Day foi casada quatro vezes e teve um filho, Terry Melcher, que trabalhou como produtor musical de bandas contraculturais como o The Byrds e faleceu em 2004 de melanoma, deixando o filho Ryan.

Qual seu filme preferido de Doris Day? Escreva nos comentários!

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