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It - Capítulo Dois divulga primeiro teaser trailer


A New Line Cinema divulgou o primeiro teaser trailer de It - Capítulo Dois, que mostra uma crescida Beverly voltando a Derry e interagindo com uma senhora que, ainda que simpática, começa a se mostrar cada vez mais suspeita. Quando ela sai para fazer o café, olhar para os quadros confirma o motivo de sua suspeita.

O novo filme é ambientado 27 anos depois do primeiro filme, ambientado em 1988, e conta com os integrantes do "Clube dos Otários" Bill, Beverly, Ben, Richie, Stan, Mike e Eddie adultos retornando à sua cidade natal Derry para novamente lidar com a ameaça do palhaço sobrenatural Pennywise, uma entidade que retorna de tempos em tempos para se alimentar do medo das pessoas. 

Com James McAvoy (Vidro), Jay Ryan (Top of The Lake), Jessica Chastain (A Grande Jogada), Bill Hader (Barry), James Ransone (A Escuta), Andy Bean (Monstro do Pântano) e Bill Skarsgård (Atômica), o filme dirigido por Andy Muschietti (Mama) conclui a adaptação do romance monumental de Stephen King. A previsão de estreia no Brasil é para 5 de setembro de 2019.

Confira o trailer abaixo e deixe seu comentário!

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Confira o novo trailer de Homem-Aranha: Longe de Casa


Após os eventos de Vingadores: Ultimato, e podendo se ver (mais ou menos) livre de spoilers, a Marvel divulgou o novo trailer de Homem-Aranha: Longe de Casa, conectando a nova aventura do herói interpretado por Tom Holland a um dos eventos mais significativos da história recente do MCU: a morte do Tony Stark, o Homem-de Ferro.

O trailer novo dá mais profundidade à história, com Peter querendo curtir um pouco a adolescência em uma eurotrip, mas a chegada da vida adulta e das responsabilidades batem à porta quando o jovem sente-se no dever de honrar o legado do seu mentor Tony Stark, para isso ajudando Nick Fury, Maria Hill e a S.H.I.E.L.D. a lidar com criaturas poderosas conhecidas como Elementais, sendo assistido por isso por Quentin Beck, conhecido pela alcunha de Mysterio e que clama entender sobre os monstros e ser de uma realidade diferente, a Terra-833.

Muita informação para processar: o novo Homem-Aranha não só conecta com a última história lançada como também abre as portas para um conceito dos quadrinhos da Marvel ainda não explorado pelos filmes: o Multiverso. A maioria das histórias se passam na Terra-616,  mas há uma conjunção de realidades paralelas como o Microverso, a Zona Negativa e o interior da Jóia da Alma.

O conceito de Multiverso foi introduzido nas páginas do Capitão Britânia, onde cada realidade era guardada por um herói com esta alcunha. Nos quadrinhos, a Terra-833 é o lar do Aranha-UK, uma variante britânica do herói e único sobrevivente dessa realidade. O conceito dos vários Homens-Aranha diferentes explorado em Homem-Aranha no Aranhaverso parte de um arco onde um exército de variantes do herói descobre Karn, um membro de um grupo maligno conhecido como os Herdeiros que acaba se redimindo e se tornando um Mestre Tecelão, responsável por tecer a Teia da Vida e do Destino, que conecta todas as realidades alternativas. 

Após uma das grandes batalhas da década, a Marvel está sonhando alto. Não sabemos ainda até quando esse projeto continuará sendo expandido, mas o trailer cheio de novidades pode ser visto abaixo. Não se esqueça de comentar!

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Divulgado o primeiro trailer de Sonic - O Filme


Foi divulgado o primeiro trailer para Sonic - O Filme, adaptação em live-action e motion capture do clássico videogame do Master System e desde o ano passado um dos projetos mais polêmicos da internet, que em grande parte recebeu mal a concepção visual realista do ouriço azul velocista.

O filme foi produzido em associação internacional entre várias companhias, as mais famosas sendo a Paramount Pictures e a Sega e conta a história de Tom Wachowski, um xerife da pequena Green Hills que viaja até San Francisco para ajudar Sonic, um ouriço azul antropomórfico que é capaz de correr a velocidades incríveis,  tentando tanto livrar Sonic das garas do governo quanto para somar forças na batalha contra o vilão Dr. Robotnik.

Com Ben Schwartz (Parks and Recreation) fazendo a voz de Sonic, James Marsden (Westworld) como o xerife e Jim Carrey (O Máskara) como o vilão Robotnik, Sonic - O Filme é dirigido por Jeff Fowler, responsável pelos efeitos visuais de Onde Vivem os Monstros e que estreia na direção de longas-metargens.

O filme estreia no Brasil em 14 de maio de 2019. Veja o trailer abaixo e deixe seu comentário!

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Olhares para o passado


O Olhar de Cinema começa no próximo dia 5 de junho e durante 9 dias a extensa programação incluirá as tradicionais mostras de retrospectivas e clássicos, procurando como sempre reverberar o nosso tempo. E dentro do atual cenário do país de perdas de certezas e um infeliz elogio a repressão política, uma homenagem a um cineasta que viveu no exílio se faz necessário, infelizmente. Assim sendo, a Retrospectiva desse ano é denominada 'Raoul Ruiz e os Diálogos no Exílio', um recorte preciso sobre o período em que o renomado cineasta chileno precisou se afastar de seu país devido à ditadura imposta.

Falecido em 2011 aos 70 anos, Raoul construiu uma filmografia muito particular, ligando seu nome a narrativas nunca tradicionais, situações surreais e muitas vezes nonsense, além de ter formado ao longo de mais de 100 filmes que dirigiu um olhar sobre a própria condição de exilado, que tantas vezes refletiu em seu próprio cinema. Sua filmografia se espalhou por diversos países, mas no seu Chile natal e na França que escolheu viver se encontraram os grandes momentos dessa obra singular, cheia de autenticidade e que reverberou seu país e as tradições disruptivas que ele amalgamou com a junção desses dois Estados tão diferenciados.

De sua longa obra, o Olhar vem buscar filmes realizados entre os anos 60 e 70, que dialogavam muito com sua situação de exílio e cujo período conversa com a própria ditadura brasileira. Disse Antônio Junior, diretor geral e de programação do Festival: "talvez há um ano atrás, esse tema não fizesse muito sentido à nossa realidade; infelizmente, nossa realidade política hoje observa a situação de um exilado sob uma perspectiva aproximada e a obra de Ruiz, especificamente nesse recorte escolhido, mostra a potência do seu criador e também se comunica com toda a América Latina no mesmo período".

Além dos 8 filmes dirigidos por Ruiz, outras 10 produções dirigidas por grandes nomes nossos que igualmente abordam o exílio e a ditadura foram selecionadas para essa edição do Olhar, de nomes como os de Glauber Rocha, Lúcia Murat, Cacá Diegues, Júlio Bressane, Ruy Guerra e Helena Solberg. Abaixo, os filmes do Olhar Retrospectivo:

Três tristes tigres (Tres tristes tigres, 1968, Chile, 98 min)

Diálogos dos exiliados (Diálogos de exiliados/Dialogue d’exilés, 1975, Chile/França, 104 min)

A vocação suspensa (La vocation suspendue, 1977, França, 95 min)

A hipótese do quadro roubado (L’Hypothèse du tableau volé, 1978, França, 64 min)

As divisões da natureza (Les divisions de la nature: Quatre regards sur le château de Chambord, 1978, França, 31min)

Dos grandes eventos e pessoas comuns (De grands événements et des gens ordinaires, 1979, França, 61min)

O teto da baleia (Het dak van de walvis, 1982, Holanda, 90 min)

As três coroas do marinheiro (Les trois couronnes du matelot, 1983, França, 117 min)

Os 10 filmes a seguir, dirigidos por cineastas brasileiros exilados, também foram confirmados para a Retrospectiva. Os filmes serão exibidos em suas cópias digitais:

Meio-dia (dir. Helena Solberg, 1970, Brasil, 11 min)

Un séjour (dir. Carlos Diegues, 1970, França, 56min)

O Leão de Sete Cabeças (Der Leone Have Sept Cabeças, dir. Glauber Rocha, 1970, França/Itália/Brasil, 99 min)

Não é hora de chorar (No es hora de llorar, dir. Luiz Alberto Barreto Leite Sanz e Pedro Chaskel, 1971, Chile, 36 min)

Memórias de um estrangulador de loiras (dir. Júlio Bressane, 1971, Inglaterra/Brasil, 71 min)

A dupla jornada (dir. Helena Solberg, 1975, Argentina/Bolívia/México/Venezuela, 54 min)

Estas são as armas (dir. Murilo Salles, 1978, Moçambique, 56 min)

Mueda, memória e massacre (dir. Ruy Guerra, 1979, Moçambique, 75 min)

O pequeno exército louco (dir. Lúcia Murat e Paulo Adário, 1984, Brasil/Nicarágua, 52 min) 

Fragmentos de exílio (dir. Sivio Tendler, 2003, Brasil, 6 min)

A Olhares Clássicos vai além da homenagem a um nome específico, e abrange a visitação por obras inesquecíveis e primordiais do nosso cinema, em versões restauradas para longas metragens cujas oportunidades de conferir em tela grande são raras. Além disso, o festival costuma selecionar ao menos um filme de grandes nomes que faleceram no período, como são os casos de Nelson Pereira dos Santos, Jonas Mekas, Kira Muratova, Stanley Donen e a mais recente de um dos maiores nomes da História do Cinema, Agnès Varda.

Algumas sessões serão obrigatórias, como a de O Funeral das Rosas, um dos primeiros títulos a celebrar a causa LGBTQ no cinema ao percorrer bares e boates gays, em formato que mistura documentário com a típica psicodelia de 1969, pelas mãos de um dos mais proeminentes cineastas experimentais japoneses, Toshio Matsumoto. Ou o vencedor do Leopardo de Ouro em Locarno '70, Ó, Sol, do mauritano Med Hondo, falecido em março. Conterrâneo do homenageado passado do Olhar Djibril Diop Mambety, também Hondo é adepto do experimentalismo e foi intensamente celebrado com essa vitória a um filme que não perdeu sua força, e que celebra uma forma de se livrar do julgo para imigrantes africanos na França do período. 

Ainda terá por lá exibição do impressionante O Conformista, de Bernardo Bertolucci, bem como A Longa Caminhada, de Nicolas Roeg. A russa Kira Muratova terá a oportunidade de se tornar mais reconhecida no país, já que seu nome nunca foi muito difundido por aqui, através de um de suas obras mais importantes, 'Conhecendo o Grande e Vasto Mundo'. E um dos filmes mais importantes de Agnès Varda, Os Renegados, estará homenageando a grande dama e uma das criadoras da Nouvelle Vague. 

Abaixo, a lista dos clássicos que estarão no Olhar: 

O Funeral das Rosas (Funeral Parade of Roses, dir. Toshio Matsumoto, Japão, 1969, 105 min.)

Filhas do Pó Daughters of the Dust, dir. Julie Dash, EUA, 1991, 112min.)

Ó, Sol (Soleil Ô, dir. Med Hondo, Mauritânia, 1970, 98 min.)

O Conformista (Il conformista, dir. Bernardo Bertolucci, Itália, 1970, 113 min.)

Conhecendo o grande e vasto mundo (Getting to Know the Big Wide World, dir. Kira Muratova, União Soviética, 75min. 1978) 

Os Renegados (Sans toit ni loi, dir. Agnès Varda, França, 105 min. 1985)

A Longa Caminhada (Walkabout, dir. Nicolas Roeg, Austrália/Reino Unido, 1971, 100min)

Cantando na Chuva (Singin’ in the Rain, dir. Stanley Donen, EUA, 1952, 103min)

Memórias do cárcere (dir. Nelson Pereira dos Santos, Brasil, 1984, 185min)

 

Programa Germaine Dulac


Celles qui s’en font (dir. Germaine Dulac, França, 1928, 6min)

La cigarette (dir. Germaine Dulac, França, 1919, 56min)

Danses espagnoles (dir. Germaine Dulac, França, 1928, 7min)

Reminiscências de uma Viagem à Lituânia (Reminiscences of a Journey to Lithuania, dir. Jonas Mekas, Lituânia/EUA, 1972, 82min)

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John Singleton falece aos 51 anos

Após sofrer um derrame no dia 17 de abril de 2019 e estar desde então em coma, o diretor John Singleton teve os aparelhos que o mantinham vivo desligados e faleceu aos cinquenta e um anos de idade.

Singleton destacou-se em Hollywood com Os Donos da Rua (1991), que o tornou o cineasta mais jovem e o primeiro afro-americano indicado ao Oscar de Melhor Direção, também lançando para a fama o ator Cuba Gooding Jr. (Homens de Honra). Desde então, Singleton ainda comandaria o remake Shaft (2000), a sequência +Velozes +Furiosos (2003) e o clipe de Michael Jackson Remember The Time.

Pai de cinco filhos, um deles com a atriz Akosua Busia (A Cor Púrpura), Singleton também dirigiu episódios das séries Empire e American Crime Story e criticava ativamente Hollywood por questões raciais, chegando a afirmar  em uma palestra universitária que para diretores negros só era possível fazer filmes sobre questões de raça.

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'Pacarrete' se consagra em Gramado

O Cine Ceará só começa na próxima sexta mas a festa estadual já começou. Depois de surpreender a todos em sua exibição na última terça-feira no 47o. Festival de Gramado, o longa cearense 'Pacarrete' confirmou o favoritismo conseguido na serra gaúcha durante a semana que o transformou em merecedor único da premiação e arrebatou 8 dos troféus possíveis, fazendo do estreante Allan Deberton um vitorioso inconteste e de alcance unânime.

Desde que foi exibido, 'Pacarrete' apagou todos os longas que tinham sido exibidos até então e não deixou qualquer outro seguinte a ele ter relevância competitiva. Isso não se deu por um nível baixo da competição como um todo, mas por conta dos predicados superlativos atribuídos a história real da bailarina na cidade de Russas que decide comemorar o aniversário local com uma apresentação sua, que a traria de volta a ribalta. O filme foi encarado como um ato de resistência política e feminina em momento onde a cultura vem sendo atacada e diminuída, além de um grande elogio ao Artista e seu ofício. 

Deberton foi muitas vezes ao palco, e viu do seu elenco Soia Lira e João Miguel serem consagrados, mas nada de comparou a ovação recebida pela estrela Marcelia Cartaxo, a personagem-título que mereceu o prêmio de melhor atriz. Na área de atuação, Paulo Miklos ficou com o prêmio onde 'Pacarrete' não tinha representante, o de melhor ator por 'O Homem Cordial'. Os prêmios técnicos foram divididos entre todos os filmes da competição, e somente 'Vou Nadar até Você' saiu da competição sem troféus. 

Na seara dos curtas metragens, a delicada animação 'Apneia', de Carol Sakura e Walkir Fernandes, segue o prêmio do Canal Brasil no Cine PE e da crítica no Anima Mundi, e leva o prêmio da categoria, provando que sua força narrativa e imagética conquista os festivais por onde passa, em um roteiro que trata com cuidado uma história de amadurecimento diante de um trauma que não ousa ser verbalizado, em fluência perfeita. 

A noite foi repleta se discursos políticos, de reações absurdas como a de locais que xingaram e agrediram alguns artistas no tapete vermelho, por conta dos protestos pró-cultura. No palco, a grande maioria criticou as tentativas do governo de tentar frear a produção nacional, através de atos que censuram editais e pronovem instabilidade no mercado. Em um dos discursos mais certeiros da noite, o grande campeão Deberton declarou: "Bolsonaro, vc bloqueou nosso edital né... um beijo, eu vou realizar meus filmes mesmo assim", por conta da última suspensão do governo a respeito de um edital para temáticas de diversidade de gênero; Gramado há muito tempo não era tão incisivamente político como esse ano, uma prova da mobilização do setor. 

Confira a lista de vencedores

Curtas brasileiros

Melhor Desenho de Som: Gustavo Soesi, por Um Tempo Só

Melhor Trilha Musical: Carlos Gomes, por Teoria Sobre Um Planeta Estranho

Melhor Direção de Arte: Guto BR, por Sangro

Melhor Montagem: Daniel Sena e Thiago Foresti, por Invasão Espacial

Melhor Fotografia: Sebastian Cantillo, por A Ética das Hienas

Melhor Roteiro: Renata Diniz, por O Véu de Armani

Melhor Ator: Rômulo Braga, por “Marie”

Melhor Atriz: Cassia Damasceno, por “A Mulher que Sou”

Menção Honrosa: Ester Amanda Schafer, por A Pedra

Prêmio Especial do Júri: Divina Valéria e Wallie Ruy, por Marie

Prêmio Canal Brasil de Curtas: Marie, de Leo Tabosa

Melhor Filme do Júri Popular: Teoria Sobre Um Planeta Estranho, de Marco Antônio Pereira

Melhor Direção: Diogo Leite, por O Menino Pássaro 

Longas estrangeiros

Melhor Fotografia: Rafael Antonaccio, por En el Pozo

Melhor Roteiro: Bernardo e Rafael Antonaccio, por En el Pozo

Melhor Ator: Fernando Arze, por Muralla

Melhor Atriz: Julieta Díaz, por La Forma de Las Horas

Menção Honrosa: Ishtar Yasin, por Dos Fridas

Prêmio Especial do Júri: Isabella Moscoso e Avril Alpizar, por El Despertar de Las Hormigas

Melhor Filme do Júri Popular: Perro Bomba, de Juan Caceres

Melhor Direção: Juan Caceres, por Perro Bomba

 Longas brasileiros

Melhor Desenho de Som: Rodrigo Ferrante e Cauê Custódio, por Pacarrete

Melhor Trilha Musical: Sascha Kratzer, por O Homem Cordial

Melhor Direção de Arte: Tulé Peake, por Veneza

Melhor Ator Coadjuvante: João Miguel, por Pacarrete

Melhor Atriz Coadjuvante: Carol Castro, por Veneza e Soia Lira, por Pacarrete

Melhor Montagem: Joana Collier e Fernanda Krumel, por Hebe - A Estrela do Brasil

Melhor Fotografia: Edu Rabin, por Raia 4

Melhor Roteiro: Allan Deberton, André Araújo, Natália Maia e Samuel Brasileiro, por Pacarrete 

Melhor Ator: Paulo Miklos, por O Homem Cordial 

Melhor Atriz: Marcélia Cartaxo, por Pacarrete

Prêmio Especial do Júri: 30 Anos Blues, de Andradina Azevedo e Dida Andrade

Melhor Filme do Júri Popular: Pacarrete, de Allan Deberton 

Melhor Direção: Allan Deberton, por Pacarrete

Prêmios da Crítica

Melhor filme em curta-metragem brasileiro: Marie, de Leo Tabosa 

Melhor filme em longa-metragem estrangeiro: El Despertar de Las Hormigas, de Antonella Sudasassi Furnis

Melhor filme em longa-metragem brasileiro: Raia 4, de Emiliano Cunha 

 Melhores filmes

Melhor curta-metragem brasileiro: Apneia, de Carol Sakura e Walkir Fernandes 

Melhor longa-metragem gaúcho: Raia 4, Emiliano Cunha

Melhor longa-metragem estrangeiro: El Despertar de Las Hormigas, de Antonella Sudasassi Furnis

Melhor longa-metragem brasileiro: Pacarrete, de Allan Deberton

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Kit Harington é escalado como o Cavaleiro Negro no filme Os Eternos


Os Eternos é um dos filmes mais esperados da Marvel Studios em 2020, com a premissa de explicar vários eventos do Universo Cinematográfico Marvel dando um pano de fundo cósmico, baseado no supergrupo criado por Jack Kirby em 1976. Com um elenco já estelar, a produção anunciou mais um nome durante o evento D23: Kit Harington, de Game of Thrones.

O astro irá interpretar o Cavaleiro Negro, alter-ego de Dane Whitman, sobrinho do ex-vilão homônimo que assume o manto na tentativa de restaurar o legado da família. Ele passa por muita desconfiança devido a alcunha que herdou, mas ainda assim eventualmente se juntará aos Vingadores. Posteriomente, ele foi contatado pelo espírito ancestral de Sir Percy, o primeiro Cavaleiro Negro, e prova ser digno de puxar a Espada de Ébano da bainha onde repousava. Experiente cavaleiro, combatente e espadachim, a arma encantada pelo Mago Merlin é capaz de cortar qualquer coisa, mas caso use sua espada de forma injusta, será obrigado a derrar mais sangue. Ele invoca seu equipamento, vestimentas e montaria através de um pingente místico ativado pela palavra "Avalon".  

Uma curiosidade é que Harington irá reencontrar no elenco o ator Richard Madden (Cinderela), com quem atuou junto em Game of Thrones, onde interpretaram os irmãos adotivos Jon Snow e Robb Stark. Como Madden irá interpretar o eterno Ikaris (espécie de seres cósmicos cujas ações explicam vários eventos da Marvel) ainda não se sabe qual será o envolvimento dos dois personagens. Dirigido por Chloé Zhao (Domando o Destino), o filme estreia em 6 de novembro de 2020. 

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Confira o primeiro trailer de The Mandalorian


Durante o evento D23, a Disney aproveitou para lanças os primeiros trailers de projetos já anunciados, anunciar novas séries e novas escalações que prometem serem destaques dos próximos anos em seu canal Disney+. Além de várias séries divulgadas pela Marvel, pela parte da LucasFilm também conhecemos novas artes de divulgação de Star Wars: A Ascensão Skywalker, a confirmação que Ewan McGregor (Trainspotting - Sem Limites) voltará como Obi-Wan Kenobi e o primeiro trailer de The Mandalorian.

A série se passa anos após a queda do Império de Palpatine e alguns anos antes do surgimento da Primeira Ordem, o que o torna o primeiro projeto entre a trilogia clássica e a atual - os outros dois spin-offs Rogue One e Han Solo se passaram entre a trilogia prequel e a clássica. A história é sobre um pistoleiro solitário nos confins da galáxia longe da autoridade da Nova República.

A série é protagonizada por Pedro Pascal (Game of Thrones e Narcos) como o personagem-título, Gina Carano (Deadpool) como Cara Dune, ex-integrante da infantaria rebelde, Carl Weathers (Predador) como o líder de uma guilda de caçadores de recompensa Greef Carga, o diretor Taika Waititi (Thor: Ragnarok) como o dróide IG-11, além de Giancarlo Esposito (Breaking Bad), Nick Nolte (48 Horas) e o cineasta Werner Herzog (Fitzcarraldo, O Homem Urso) em papéis ainda não revelados.

A série tem criação de Jon Favreau (Homem de Ferro, Chef) e estreia junto com o lançamento do serviço em 12 de novembro, mas só chega à América Latina em 2020. Confira o trailer abaixo.

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Filme spin-off de Breaking Bad recebe título, data de estreia e trailer

A ficha ainda sem arte adicionada ao catálogo de estreias vindouras da Netflix vazou para o público que o filme de Breaking Bad estrelando Aaron Paul (BoJack Horseman) como protagonista já tem nome e data de estreia: El Camino: A Breaking Bad Movie irá estrear dia 11 de outubro.

O filme irá explorar o destino do personagem Jesse Pinkman, o único que teve um desfecho aberto na série que terminou na sexta temporada em 2013 e foi motivo de especulação dos fãs desde então, não calados nem pelo prequel Better Call Saul, já com quatro temporadas e que explica a formação daquele universo. 

O ator Bob Odenkirk, intérprete do advogado Saul Goodman, afirmou há poucos dias que o filme já havia sido inteiramente filmado, descrevendo para o The Hollywood Reporter que a produção fez um "trabalho incrível mantendo em segredo" o projeto, que estreará no streaming antes de ir para o cinema. Além de Paul como protagonista, o criador da série Vince Gilligan assina o roteiro e direção. Outras informações aguardam divulgação.

UPDATE: Pouco após o vazamento, a Netflix lançou na internet um trailer que traz uma cena inédita com o interrogatório do personagem Skinny Pete (Charles Baker, de Lista Negra). Confira abaixo:

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The Marvelous Mrs. Maisel divulga teaser da terceira temporada


A Amazon Prime divulgou o teaser para a terceira temporada de The Marvelous Mrs. Maisel, uma de suas séries de maior sucesso de crítica e público, indicado a 20 prêmios Emmy e conquistando corações com seu olhar sobre os anos cinquenta, a cultura judaica e o mundo da comédia.

Na série, acompanhamos as aventuras de Midge Maisel, que em 1958 é deixada pelo marido, fica malvista pela sociedade e então decide dar a volta por cima como uma comediante do nascente movimento stand-up, sendo ajudada pela lenda do ramo Lenny Bruce e por sua rabugenta e malandra agente Susie.

The Marvelous Mrs. Maisel é escrita e dirigida por Amy Sherman-Palladino, responsável pelo sucesso Gilmore Girls, ou Tal Mãe, Tal Filha no Brasil. Inclusive, Palladino já anunciou que a a atriz Liza Weil (How To Get Away It Murder), intérprete da personagem brutalmente honesta Paris Geller na série veiculada entre 2000 2007, fará uma participação especial nessa temporada A estreia está marcada para 3 de dezembro. Confira o teaser abaixo!  

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