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It - Capítulo Dois divulga primeiro teaser trailer


A New Line Cinema divulgou o primeiro teaser trailer de It - Capítulo Dois, que mostra uma crescida Beverly voltando a Derry e interagindo com uma senhora que, ainda que simpática, começa a se mostrar cada vez mais suspeita. Quando ela sai para fazer o café, olhar para os quadros confirma o motivo de sua suspeita.

O novo filme é ambientado 27 anos depois do primeiro filme, ambientado em 1988, e conta com os integrantes do "Clube dos Otários" Bill, Beverly, Ben, Richie, Stan, Mike e Eddie adultos retornando à sua cidade natal Derry para novamente lidar com a ameaça do palhaço sobrenatural Pennywise, uma entidade que retorna de tempos em tempos para se alimentar do medo das pessoas. 

Com James McAvoy (Vidro), Jay Ryan (Top of The Lake), Jessica Chastain (A Grande Jogada), Bill Hader (Barry), James Ransone (A Escuta), Andy Bean (Monstro do Pântano) e Bill Skarsgård (Atômica), o filme dirigido por Andy Muschietti (Mama) conclui a adaptação do romance monumental de Stephen King. A previsão de estreia no Brasil é para 5 de setembro de 2019.

Confira o trailer abaixo e deixe seu comentário!

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Confira o novo trailer de Homem-Aranha: Longe de Casa


Após os eventos de Vingadores: Ultimato, e podendo se ver (mais ou menos) livre de spoilers, a Marvel divulgou o novo trailer de Homem-Aranha: Longe de Casa, conectando a nova aventura do herói interpretado por Tom Holland a um dos eventos mais significativos da história recente do MCU: a morte do Tony Stark, o Homem-de Ferro.

O trailer novo dá mais profundidade à história, com Peter querendo curtir um pouco a adolescência em uma eurotrip, mas a chegada da vida adulta e das responsabilidades batem à porta quando o jovem sente-se no dever de honrar o legado do seu mentor Tony Stark, para isso ajudando Nick Fury, Maria Hill e a S.H.I.E.L.D. a lidar com criaturas poderosas conhecidas como Elementais, sendo assistido por isso por Quentin Beck, conhecido pela alcunha de Mysterio e que clama entender sobre os monstros e ser de uma realidade diferente, a Terra-833.

Muita informação para processar: o novo Homem-Aranha não só conecta com a última história lançada como também abre as portas para um conceito dos quadrinhos da Marvel ainda não explorado pelos filmes: o Multiverso. A maioria das histórias se passam na Terra-616,  mas há uma conjunção de realidades paralelas como o Microverso, a Zona Negativa e o interior da Jóia da Alma.

O conceito de Multiverso foi introduzido nas páginas do Capitão Britânia, onde cada realidade era guardada por um herói com esta alcunha. Nos quadrinhos, a Terra-833 é o lar do Aranha-UK, uma variante britânica do herói e único sobrevivente dessa realidade. O conceito dos vários Homens-Aranha diferentes explorado em Homem-Aranha no Aranhaverso parte de um arco onde um exército de variantes do herói descobre Karn, um membro de um grupo maligno conhecido como os Herdeiros que acaba se redimindo e se tornando um Mestre Tecelão, responsável por tecer a Teia da Vida e do Destino, que conecta todas as realidades alternativas. 

Após uma das grandes batalhas da década, a Marvel está sonhando alto. Não sabemos ainda até quando esse projeto continuará sendo expandido, mas o trailer cheio de novidades pode ser visto abaixo. Não se esqueça de comentar!

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Divulgado o primeiro trailer de Sonic - O Filme


Foi divulgado o primeiro trailer para Sonic - O Filme, adaptação em live-action e motion capture do clássico videogame do Master System e desde o ano passado um dos projetos mais polêmicos da internet, que em grande parte recebeu mal a concepção visual realista do ouriço azul velocista.

O filme foi produzido em associação internacional entre várias companhias, as mais famosas sendo a Paramount Pictures e a Sega e conta a história de Tom Wachowski, um xerife da pequena Green Hills que viaja até San Francisco para ajudar Sonic, um ouriço azul antropomórfico que é capaz de correr a velocidades incríveis,  tentando tanto livrar Sonic das garas do governo quanto para somar forças na batalha contra o vilão Dr. Robotnik.

Com Ben Schwartz (Parks and Recreation) fazendo a voz de Sonic, James Marsden (Westworld) como o xerife e Jim Carrey (O Máskara) como o vilão Robotnik, Sonic - O Filme é dirigido por Jeff Fowler, responsável pelos efeitos visuais de Onde Vivem os Monstros e que estreia na direção de longas-metargens.

O filme estreia no Brasil em 14 de maio de 2019. Veja o trailer abaixo e deixe seu comentário!

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Olhares para o passado


O Olhar de Cinema começa no próximo dia 5 de junho e durante 9 dias a extensa programação incluirá as tradicionais mostras de retrospectivas e clássicos, procurando como sempre reverberar o nosso tempo. E dentro do atual cenário do país de perdas de certezas e um infeliz elogio a repressão política, uma homenagem a um cineasta que viveu no exílio se faz necessário, infelizmente. Assim sendo, a Retrospectiva desse ano é denominada 'Raoul Ruiz e os Diálogos no Exílio', um recorte preciso sobre o período em que o renomado cineasta chileno precisou se afastar de seu país devido à ditadura imposta.

Falecido em 2011 aos 70 anos, Raoul construiu uma filmografia muito particular, ligando seu nome a narrativas nunca tradicionais, situações surreais e muitas vezes nonsense, além de ter formado ao longo de mais de 100 filmes que dirigiu um olhar sobre a própria condição de exilado, que tantas vezes refletiu em seu próprio cinema. Sua filmografia se espalhou por diversos países, mas no seu Chile natal e na França que escolheu viver se encontraram os grandes momentos dessa obra singular, cheia de autenticidade e que reverberou seu país e as tradições disruptivas que ele amalgamou com a junção desses dois Estados tão diferenciados.

De sua longa obra, o Olhar vem buscar filmes realizados entre os anos 60 e 70, que dialogavam muito com sua situação de exílio e cujo período conversa com a própria ditadura brasileira. Disse Antônio Junior, diretor geral e de programação do Festival: "talvez há um ano atrás, esse tema não fizesse muito sentido à nossa realidade; infelizmente, nossa realidade política hoje observa a situação de um exilado sob uma perspectiva aproximada e a obra de Ruiz, especificamente nesse recorte escolhido, mostra a potência do seu criador e também se comunica com toda a América Latina no mesmo período".

Além dos 8 filmes dirigidos por Ruiz, outras 10 produções dirigidas por grandes nomes nossos que igualmente abordam o exílio e a ditadura foram selecionadas para essa edição do Olhar, de nomes como os de Glauber Rocha, Lúcia Murat, Cacá Diegues, Júlio Bressane, Ruy Guerra e Helena Solberg. Abaixo, os filmes do Olhar Retrospectivo:

Três tristes tigres (Tres tristes tigres, 1968, Chile, 98 min)

Diálogos dos exiliados (Diálogos de exiliados/Dialogue d’exilés, 1975, Chile/França, 104 min)

A vocação suspensa (La vocation suspendue, 1977, França, 95 min)

A hipótese do quadro roubado (L’Hypothèse du tableau volé, 1978, França, 64 min)

As divisões da natureza (Les divisions de la nature: Quatre regards sur le château de Chambord, 1978, França, 31min)

Dos grandes eventos e pessoas comuns (De grands événements et des gens ordinaires, 1979, França, 61min)

O teto da baleia (Het dak van de walvis, 1982, Holanda, 90 min)

As três coroas do marinheiro (Les trois couronnes du matelot, 1983, França, 117 min)

Os 10 filmes a seguir, dirigidos por cineastas brasileiros exilados, também foram confirmados para a Retrospectiva. Os filmes serão exibidos em suas cópias digitais:

Meio-dia (dir. Helena Solberg, 1970, Brasil, 11 min)

Un séjour (dir. Carlos Diegues, 1970, França, 56min)

O Leão de Sete Cabeças (Der Leone Have Sept Cabeças, dir. Glauber Rocha, 1970, França/Itália/Brasil, 99 min)

Não é hora de chorar (No es hora de llorar, dir. Luiz Alberto Barreto Leite Sanz e Pedro Chaskel, 1971, Chile, 36 min)

Memórias de um estrangulador de loiras (dir. Júlio Bressane, 1971, Inglaterra/Brasil, 71 min)

A dupla jornada (dir. Helena Solberg, 1975, Argentina/Bolívia/México/Venezuela, 54 min)

Estas são as armas (dir. Murilo Salles, 1978, Moçambique, 56 min)

Mueda, memória e massacre (dir. Ruy Guerra, 1979, Moçambique, 75 min)

O pequeno exército louco (dir. Lúcia Murat e Paulo Adário, 1984, Brasil/Nicarágua, 52 min) 

Fragmentos de exílio (dir. Sivio Tendler, 2003, Brasil, 6 min)

A Olhares Clássicos vai além da homenagem a um nome específico, e abrange a visitação por obras inesquecíveis e primordiais do nosso cinema, em versões restauradas para longas metragens cujas oportunidades de conferir em tela grande são raras. Além disso, o festival costuma selecionar ao menos um filme de grandes nomes que faleceram no período, como são os casos de Nelson Pereira dos Santos, Jonas Mekas, Kira Muratova, Stanley Donen e a mais recente de um dos maiores nomes da História do Cinema, Agnès Varda.

Algumas sessões serão obrigatórias, como a de O Funeral das Rosas, um dos primeiros títulos a celebrar a causa LGBTQ no cinema ao percorrer bares e boates gays, em formato que mistura documentário com a típica psicodelia de 1969, pelas mãos de um dos mais proeminentes cineastas experimentais japoneses, Toshio Matsumoto. Ou o vencedor do Leopardo de Ouro em Locarno '70, Ó, Sol, do mauritano Med Hondo, falecido em março. Conterrâneo do homenageado passado do Olhar Djibril Diop Mambety, também Hondo é adepto do experimentalismo e foi intensamente celebrado com essa vitória a um filme que não perdeu sua força, e que celebra uma forma de se livrar do julgo para imigrantes africanos na França do período. 

Ainda terá por lá exibição do impressionante O Conformista, de Bernardo Bertolucci, bem como A Longa Caminhada, de Nicolas Roeg. A russa Kira Muratova terá a oportunidade de se tornar mais reconhecida no país, já que seu nome nunca foi muito difundido por aqui, através de um de suas obras mais importantes, 'Conhecendo o Grande e Vasto Mundo'. E um dos filmes mais importantes de Agnès Varda, Os Renegados, estará homenageando a grande dama e uma das criadoras da Nouvelle Vague. 

Abaixo, a lista dos clássicos que estarão no Olhar: 

O Funeral das Rosas (Funeral Parade of Roses, dir. Toshio Matsumoto, Japão, 1969, 105 min.)

Filhas do Pó Daughters of the Dust, dir. Julie Dash, EUA, 1991, 112min.)

Ó, Sol (Soleil Ô, dir. Med Hondo, Mauritânia, 1970, 98 min.)

O Conformista (Il conformista, dir. Bernardo Bertolucci, Itália, 1970, 113 min.)

Conhecendo o grande e vasto mundo (Getting to Know the Big Wide World, dir. Kira Muratova, União Soviética, 75min. 1978) 

Os Renegados (Sans toit ni loi, dir. Agnès Varda, França, 105 min. 1985)

A Longa Caminhada (Walkabout, dir. Nicolas Roeg, Austrália/Reino Unido, 1971, 100min)

Cantando na Chuva (Singin’ in the Rain, dir. Stanley Donen, EUA, 1952, 103min)

Memórias do cárcere (dir. Nelson Pereira dos Santos, Brasil, 1984, 185min)

 

Programa Germaine Dulac


Celles qui s’en font (dir. Germaine Dulac, França, 1928, 6min)

La cigarette (dir. Germaine Dulac, França, 1919, 56min)

Danses espagnoles (dir. Germaine Dulac, França, 1928, 7min)

Reminiscências de uma Viagem à Lituânia (Reminiscences of a Journey to Lithuania, dir. Jonas Mekas, Lituânia/EUA, 1972, 82min)

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John Singleton falece aos 51 anos

Após sofrer um derrame no dia 17 de abril de 2019 e estar desde então em coma, o diretor John Singleton teve os aparelhos que o mantinham vivo desligados e faleceu aos cinquenta e um anos de idade.

Singleton destacou-se em Hollywood com Os Donos da Rua (1991), que o tornou o cineasta mais jovem e o primeiro afro-americano indicado ao Oscar de Melhor Direção, também lançando para a fama o ator Cuba Gooding Jr. (Homens de Honra). Desde então, Singleton ainda comandaria o remake Shaft (2000), a sequência +Velozes +Furiosos (2003) e o clipe de Michael Jackson Remember The Time.

Pai de cinco filhos, um deles com a atriz Akosua Busia (A Cor Púrpura), Singleton também dirigiu episódios das séries Empire e American Crime Story e criticava ativamente Hollywood por questões raciais, chegando a afirmar  em uma palestra universitária que para diretores negros só era possível fazer filmes sobre questões de raça.

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Os curtas selecionados do Cine Ceará

A primeira parte da seleção 2019 do Cine Ceará acabou de ser anunciada. A acontecer entre os próximos dias 30 de agosto e 6 de setembro, será a 29a. edição de um dos festivais mais importantes e tradicionais do calendário nacional, dirigida pelo cineasta Wolney Oliveira, e que esse ano não só está prometendo surpresas como adiantou hoje sua seleção de curtas da mostra competitiva nacional, que já surpreendeu. 

A cargo dos curadores Diego Benevides e Breno Reis, a seleção conta com a presença de 5 filmes locais, já demonstrando a força do audiovisual local nessa temporada. Diego e Breno tiveram o avassalador número recorde de 985 (!!!) títulos inscritos, que os fez chegarem a esse grupo de 12 títulos da mais absoluta dedicação durante os últimos meses e que disputarão os troféus Mucuripe.

Serão 7 curtas de ficção, 4 documentarios e 1 animação, entre eles o novo filme de Léo Tabosa (de 'Nova Iorque'), 'Marie', estrelado pelo Rômulo Braga, de 'Elon não Acredita na Morte'. Ainda são três filmes de São Paulo, um do Rio de Janeiro, um de Alagoas, um de Pernambuco e um do Rio Grande do Norte, sendo seis estados diferentes contemplados apenas no curta metragem. 

Em breve, os longas da Mostra ibero-americana e os curtas locais da Olhar do Ceará serão divulgados, e a promessa é de uma seleção invejável justamente num momento tão complexo para a cultura no país, que atingiu o audiovisual e suas estruturas coletivas de maneira certeira. Nesse momento, o Cine Ceará representa mais um necessário polo de resistência cultural do país, ao mesmo tempo em que se prepara para uma edição marcante. 

Do fim de agosto até o início de setembro, Fortaleza falará a língua da sétima arte e todos estarão convidados para a 29a. edição do Cine Ceará, com entradas gratuitas e uma programação imperdível. 

MOSTRA COMPETITIVA BRASILEIRA DE CURTAS:

- Além da jornada. Dir. Victor Furtado e Gabriel Silveira. Ficção. 2019. Ceará.

- As Constituintes de 88. Dir. Gregory Baltz. Documentário. 2019. Rio de Janeiro.

- Ilhas de calor. Dir. Ulisses Arthur. Ficção. 2019. Alagoas. (foto 1)

- Livro e meio. Dir. Giu Nishiyama e Pedro Nishi. Animação. 2019. São Paulo.

- Marco. Dir. Sara Benvenuto. Ficção. 2019. Ceará.

- Marie. Dir. Leo Tabosa. Ficção. 2019. Pernambuco.

- O grande amor de um lobo. Dir. Adrianderson Barbosa e Kennel Rógis. Documentário. 2018. Rio Grande do Norte.

- Pop ritual. Dir. Mozart Freire. Ficção. 2019. Ceará.

- Primeiro ato. Dir. Matheus Parizi. Ficção. 2018. São Paulo. (foto 2)

- Rua Augusta, 1029. Dir. Mirrah Iañez. Documentário. 2019. São Paulo.

- O tempo do olhar e o olhar no tempo. Dir. Samuel Brasileiro. Documentário. 2019. Ceará.

- Oração ao cadáver desconhecido. Dir. Sávio Fernandes. Ficção. 2019. Ceará.

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Segunda temporada de Mindhunter recebe data de estreia

O diretor David Fincher, que anunciou recentemente que irá dirigir o filme Mank para a Netflix, com Gary Oldman no papel principal, não dorme no ponto: durante um podcast, anunciou que a série que é produtor executivo e ocasionalmente diretor Mindhunter voltará em 16 de agosto. A Netflix posteriormente confirmou a data.

Isso ocorre pouco tempo após a produtora executiva Charlize Theron (Mad Max - Estrada da Fúria) confirmar o mês de estreia durante o programa de Howard Stern. Será a primeira temporada sem o criador da série Joe Penhall (A Estrada), que segundo informações perdeu o controle do arco da história para Fincher. 

Fincher compartilhou mais sobre a série que detalha a vida do caçador de assassinos do FBI Holden Ford: "no próximo ano vamos olhar aos assassinatos de criança em Atlanta, então nós teremos muito mais música afro-americana, o que será bom. A música irá evoluir. Pretendemos que ela apóie o que está acontecendo com a série e que a série evolua radicalmente entre temporadas".

A nova temporada terá oito episódios e deve contar com grande parte do elenco original de volta, mas ainda é um mistério se Cameron Britton (The Umbrella Academy) retornará para sua elogiada performance como o assassino serial Ed Kemper. Entre os novos nomes, também há a esperada performance de Damon Herriman como o líder cultista Charles Manson no mesmo ano em que viverá o mesmo personagem em Era Uma Vez... Em Hollywood, de Quentin Tarantino, que estreia 15 de agosto no Brasil.

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Brian De Palma estreará na literatura com Are Snakes Necessary?

Surgido na Nova Hollywood, Brian De Palma se tornou conhecido pro projetos conhecidos como Carrie - A Estranha, Vestido Para Matar, Scarface e Os Intocáveis. Trabalhando há décadas no cinema, o diretor fará sua estreia na literatura com Are Snakes Necessary?, co-escrito com Susan Lehman e descrito como um "thriller feminino de vingança" com uma "sátira política intensa".

O livro alude ao período da literatura "pulp", do gênero policial "hard boiled" (como O Falcão Maltês) contará a história de um senador mulherengo que trai a mulher afligida pela Síndrome de Parkinson com a bela e jovem cinegrafista de campanha dele. Quando as coisas dão errado, ele chama um resolvedor de problemas, com consequências fatais entre Washington e Paris.

O título (As Serpentes São Necessárias?) alude ao clássico de Preston Sturges As Três Noites de Eva, onde o nome aparece na capa de um livro lido pelo personagem de Henry Fonda (Doze Homens e Uma Sentença). A obra já tem pelo menos um fã: o diretor Martin Scorsese (Touro Indomável, O Lobo de Wall Street) , que declarou que o romance "a mesma voz individual, o mesmo humor negro e sátira amarga, a mesma força emocional devastadora. É como ver um novo filme de Brian De Palma". 

Fundador da Hard Case Crime, editora que lançará o livro, Charles Adai deu uma declaração oficial que "é um grande privilégio trabalhar com Brian e Susan  nesse livro e dar boas-vindas a um cineasta do calibre de Brian de Palma à casa do Hard Case Crime. Essa não é apenas uma grande história de crime, é um olhar afiado e impiedoso sobre o atual estado das coisas - seja político ou extraconjugal - na nossa turbulenta era moderna".

O livro será lançado em 17 de março de 2020. Não há planos para uma tradução nacional anunciados até o momento.

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David Fincher anuncia novo longa com Gary Oldman para a Netflix


Sem lançar filmes novos no cinema desde Garota Exemplar, em 2014, David Fincher anunciou seu próximo projeto para as telonas: Mank, filme que enfoca a vida de Herman Mankiewicz, roteirista do revolucionário Cidadão Kane e cuja ambientação se dará nos bastidores do clássico de Orson Welles. Para viver o protagonista, Fincher contará com Gary Oldman, que venceu a penúltima edição do Oscar de Melhor Ator vivendo Winston Churchill em O Destino de Uma Nação.

Um dado importante a nível pessoal para o diretor é que o roteiro foi escrito por seu pai, Jack Fincher, falecido em 2003 e conhecido por ser editor-chefe da revista Life. Ele escreveu a história da vida de Herman "Mank" Mankiewicz, irmão do diretor Joseph L. Mankiewicz (A Malvada), correspondente estrangeiro e crítico dramático para o The New York Times e The New Yorker. Seu estilo esperto e satírico foi apelidado como "o humor Mankiewicz" e lhe valeu trabalhos iniciais no cinema "consertando" roteiros. Ele escreveu grande parte da estadia de Dorothy no Kansas antes de ser para transportado para o mundo fantástico de O Mágico de Oz, mas não foi creditado. Ao longo da sua vida, foi perseguido tanto por nazistas - que proibiram a MGM de passar filmes onde o artista era creditado na Alemanha - quanto por William Randolph Hearst, após a aclamação crítica e o Oscar de Melhor Roteiro ganho por Cidadão Kane. Alcoolatra dado a vexames públicos, faleceu aos 55 anos em 1953 por intoxicação por ureia.

O projeto de Fincher, que será filmado em preto-e-branco, será lançado via streaming pela Netflix, sendo o quarto da parceria do serviço de streaming com o diretor, que produziu com eles House of Cards, série que detonou a cultura "binge-watching", Mindhunter, que dirigiu o primeiro e o último episódios e produziu o restante da história sobre os agentes do FBI que desenvolveram métodos de encontrar serial killers, e por fim Love, Death & Robots, produzido ao lado de Tim Miller (Deadpool) e que propôs uma coletânea de animações com temática e estética bastante livres. Ainda não há data de estreia prevista.

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Sai a seleção de Gramado

O Festival de Gramado anunciou hoje sua seleção de longas, tanto brasileiros quanto latino-americanos, e também seus homenageados, contemplando várias gerações do cinema. O festival estará em sua 47a. edição e vai ocorrer entre os próximos 16 a 24 de agosto, em edição que vai apresentar filmes esperados pelo circuito, como 'Hebe' de Maurício Farias e 'Veneza' de Miguel Falabella. 

Entre os homenageados, Maurício de Souza já tinha sido anunciado como recipiente do Troféu Cidade Gramado, como forma de contemplar uma carreira que não para de se expandir e que está em um momento especial, com o milhão de espectadores que 'Turma da Mônica - Laços' está prestes a alcançar. Além dele, Carla Camurati irá ser homangeada por seus esforços atrás das câmeras, Lázaro Ramos receberá o Troféu Oscarito pela carreira, e Leonardo Sbaraglia (que está no sucesso atual 'Dor e Glória') receberá o Kikito de Cristal, laurea para os homenageados latinos. 

Além dos longas de Farias (que homenageia a lendária apresentadora vivida por Andrea Beltrão) e de Falabella (uma fantasia romântica estrelada pela gigante Carmen Maura), o festival trará o filme novo de Iberê Carvalho protagonizado por Paulo Miklos, os diretores de 'A Bruta Flor do Querer', Andradina e Dida, trazem o novo '30 Anos Blues', e 'Raia 4' de Emiliano Cunha, já exibido em festivais internacionais, finalmente chega ao nosso circuito nacional. 

Entre os selecionados latinos, sete países diferentes para sete filmes diferentes: Equador, México, Costa Rica, Uruguai, Argentina, Bolívia e Chile, estarão disputando os troféus no lado hispânico do festival. 

O número de inscrições pulou de 111 longas no ano passado para 195, uma mudança exponencial. Assim como os latinos foram para 90 inscrições, um exemplo de como o festival continua se mantendo tradicional e querido dentro do mercado, além de uma importância óbvia. Depois da perda de Rubens Ewald Filho, um de seus curadores, o festival prova sua força ao se reerguer para essa edição. 

O festival será aberto pela pré nacional de 'Bacurau', recém laureado em Cannes com o Prêmio do Júri para Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, e estará a disposição da plateia brasileira pela primeira vez dia 16. Durante o festival também ocorrerá a exibição especial de 'Legalidade' de Zeca Brito, em forma de homenagem de Leonardo Machado, recém e prematuramente falecido, que no filme interpreta um jovem Leonel Brizola.

Abaixo, toda a seleção de longas que irá para a serra gaúcha. 

MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS BRASILEIROS:

Hebe: A Estrela do Brasil, de Maurício Farias (SP)

O Homem Cordial, de Iberê Carvalho (DF)

Pacarrete, de Allan Deberton (CE)

Raia 4, de Emiliano Cunha (RS)

Veneza, de Miguel Falabella (RJ)

Vou Nadar Até Você, de Klaus Mitteldorf e Luciano Patrick (SP)

30 Anos Blues, de Andradina Azevedo e Dida Andrade (SP)

MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS ESTRANGEIROS:

A Son of Man – La maldición del tesoro de Atahualpa, de Jamaicanoproblem (Equador)

Dos Fridas, de Ishtar Yasin (México/Costa Rica)

El Despertar de las Hormigas, de Antonella Sudasassi Furnis (Costa Rica)

En el pozo, de Bernardo e Rafael Antonaccio (Uruguai)

La forma de las horas, de Paula de Luque (Argentina)

Muralla, de Rodrigo Alfredo Alejandro Patiño Sanjines (Bolívia)

Perro Bomba, de Juan Caceres (Chile)

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